segunda-feira, 1 de setembro de 2014

PRECISO DE ALGUÉM...



Você tem amigos?
Em caso positivo, então sabe o quanto é importante ter amigos verdadeiros.
Muito já se falou desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.
Quando não se é rico, nem importante, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro móvel para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.
O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, pois aí poderá haver aproximações movidas por interesses e conveniências, nem sempre baseados na amizade sincera.
É muito comum que pessoas famosas, muitas vezes, se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.
Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu o seguinte:
Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.
Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.
Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.
Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.
Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."
E ria muito. E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...
A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.
E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.
De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.
De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.
Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais pobre da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.
                                    * * *
Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.
A amizade pura é uma flor que nunca morre.

                                           Redação do Momento Espírita.


"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel.

ENQUANTO HOUVER AMIZADE...

                          

Um professor perguntou, certa vez, a um de seus alunos qual era o significado da palavra amigo.


O menino não soube, de pronto, responder.

Ficou, por alguns momentos, em silêncio e, por fim, repetiu a palavra amigo separando devagar as sílabas

O professor, porém, insistiu: Vamos! Responda-me. Que significa a palavra amigo?

Ao fim de dois ou três minutos, então, o jovem respondeu:

- Penso que amigo é uma pessoa que nos conhece perfeitamente, sabe da nossa vida e, apesar de tudo, ainda nos quer muito bem!

- Bravo! – exclamou o mestre – eis uma resposta que me parece simples e perfeita! Um dos tesouros mais preciosos na vida é a boa amizade! – terminou dizendo ele com vibração.

“A amizade redobra as alegrias e reparte as penas em duas metades.

A amizade é um raio de sol que ilumina a vida. Não há rosto por mais imperfeito, nem espírito por mais sofredor, que um relâmpago da verdadeira amizade não possa tornar encantador.

A amizade é um sentimento raro; só são capazes de senti-lo aqueles que são capazes de inspirá-lo.”

Eis as palavras do escritor Malba Tahan, elevando à sublimidade este laço bendito que nos une ao próximo.

Talvez apenas a arte, tocada pelo condão da espiritualidade, consiga trazer em versos pronunciáveis, o que a amizade significa para o espírito.

Eis um poema de autor desconhecido:

“Pode ser que um dia deixemos de nos falar.

Mas enquanto houver amizade,

Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe.

Mas, se a amizade permanecer,

Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos.

Mas, se formos amigos de verdade,

A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos.

Mas, se ainda sobrar amizade,

Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe.

Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,

Cada vez de uma forma diferente,

Sendo único e inesquecível cada momento que juntos viveremos, e nos lembraremos para sempre.”
 
                                                 ***

A dádiva de um coração amigo é sempre acolhida com benevolência.

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

A amizade pura é uma flor que nunca fenece.

Talvez tenha sido por isso que o filósofo francês Voltaire disse:

Todas as glórias deste mundo não valem um amigo fiel.

Equipe de Redação do Momento Espírita.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel

A PRESENÇA DE EXTRASSÍSTOLES AUMENTA O RISCO DE MORTE A LONGO PRAZO?...

FONTE: *** Dr. Tufi Dippe Jr (portaldocoracao.uol.com.br).
As extrassístoles são batimentos cardíacos originados em locais distintos do marcapasso natural do coração, chamado de nó sinusal ou sinoatrial. As extrassístoles podem ter origem nos átrios (câmaras cardíacas menores e superiores do coração) ou nos ventrículos (câmaras cardíacas maiores e inferiores do coração), sendo chamadas de extrassístoles atriais e ventriculares, respectivamente. As extrassístoles pode causar palpitações (geralmente descritas como "falhas do batimento cardíaco") ou serem totalmente assintomáticas.

A presença de extrassístoles é um achado muito comum. Em exames de monitorização eletrocardiográfica de 24 horas (Holter), cerca de 10 a 20% dos pacientes apresentam extrassístoles atriais, enquanto que 5 a 10% terão extrassístoles ventriculares, sendo que essas significam risco aumentado de eventos arrítmicos em pacientes portadores de doenças cardíacas.

Um estudo teve como objetivo principal avaliar o significado no longo prazo das extrassístoles encontradas em eletrocardiograma  (registro da atividade elétrica do coração em estado de repouso), em pacientes de uma comunidade que não tinham doença cardiovascular conhecida.

Foram acompanhados 7.504 pacientes, com idade média de 60 anos, avaliados de 1988 a 1994, e seguidos até 2006, sem doença cardiovascular conhecida. Os desfechos avaliados foram mortalidade total, morte de origem cardiovascular e morte por cardiopatia isquêmica (infarto do miocárdio fatal, por exemplo).

No eletrocardiograma, 89 (1,2%) apresentaram extrassístoles atriais, enquanto 110 (1,5%) ventriculares. Em um seguimento de até 18 anos, houve 2.386 óbitos, sendo 963 por problemas cardiovasculares e 511 por cardiopatia isquêmica.

Após uma criteriosa análise estatística, os autores concluíram que a presença de extrassístoles atriais apresentou associação significativa com aumento do risco de mortalidade total, cardiovascular e por cardiopatia isquêmica. Em relação às extrassístoles ventriculares, não foi encontrada essa relação para mortalidade total, cardiovascular ou por cardiopatia isquêmica.

A conclusão do trabalho é que somente extrassístoles atriais tem significado prognóstico de mortalidade em pacientes sem doença cardiovascular conhecida.

Devemos ressaltar que a população estudada era de pacientes mais velhos, desta forma, o resultado desse estudo não deve ser extrapolado para pacientes mais jovens. As extrassístoles atriais, principalmente em pessoas mais velhas, podem estar associadas à fibrose cardíaca e arritmias mais graves, como a fibrilação atrial, a qual pode causar o acidente vascular cerebral.

*** American Journal of Cardiology.

Dr. Tufi Dippe Jr

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VAZAM NA WEB FOTOS ÍNTIMAS DA ATRIZ JENNIFER LAWRENCE E OUTRAS FAMOSAS...

FONTE: CORREIO DA BAHIA  (redacao@correio24horas.com.br).
O hacker que divulgou as imagens de Lawrence afirma ter mais de 60 fotos da atriz vencedora do Oscar nua.
A atriz Jennifer Lawrence, da saga "Jogos Vorazes", foi mais uma vítima de vazamento de fotos íntimas. Neste domingo (31), imagens que mostram a atriz nua foram espalhadas pela internet.
O hacker que divulgou as imagens de Lawrence afirma ter mais de 60 fotos da atriz vencedora do Oscar - nem todas nuas. Ele diz também, em um fórum no 4chan, ter um vídeo da atriz.
As imagens teriam sido conseguidas através de alguma falha no iCloud, da Apple, que permitiu que celulares de celebridades fossem hackeados, segundo o Buzzfeed. Outras celebridades também foram atingidas - as atrizes Mary Elizabeth Winstead (que tuitou que suas fotos foram deletadas "há muito tempo" e deve ter sido preciso um "esforço" para recuperá-las") e Kate Upton e a cantora teen Ariana Grande.
Casos do tipo já aconteceram com outras celebridades. Em 2011, Scarlett Johansson também foi vítima de vazamento de fotos. No Brasil, o caso mais famoso foi o da atriz Carolina Dieckmann, também em 2011. O vazamento de fotos da atriz motivou a criação da Lei Carolina Dieckmann, que proíbe a divulgação de imagens íntimas.
Lawrence recentemente começou a namorar o cantor do Coldplay, Chris Martin, segundo boatos.

HIPERTENSÃO MASCARADA AFETA MAIS DE 30% DOS HIPERTENSOS CONTROLADOS...

FONTE: *** Dr. Tufi Dippe Jr (portaldocoracao.uol.com.br).


A hipertensão mascarada é aquela em que as medidas da pressão arterial estão normais no ambiente de consultório e elevadas fora dele. Hipertensos em tratamento com esse tipo de comportamento da pressão arterial apresentam um risco mais elevado de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e acidentes vascular cerebral, quando comparados aos hipertensos controlados dentro e fora do consultório médico.

Um estudo realizado por pesquisadores espanhóis constatou que mais de 30% dos hipertensos considerados controlados após a avaliação da pressão arterial do consultório, eram na verdade hipertensos mascarados quando avaliados pela monitorização ambulatorial da pressão arterial, conhecida como MAPA.

A MAPA é o método que permite o registro indireto e intermitente da pressão arterial durante 24 horas, ou mais, enquanto o paciente realiza suas atividades habituais durante o dia, e também, durante o período do sono.

O estudo avaliou 14.840 pacientes com hipertensão arterial controlada clinicamente (pressão arterial no consultório menor que 140x90 mmHg), dos quais 4.608 (31,1%) tinham hipertensão mascarada mal controlada (HMMC) segundo os critérios da MAPA (média da pressão arterial em 24 horas maior que 130x80 mmHg).

A prevalência de HMMC foi maior em homens, em pacientes com controle clinico limítrofe da PA do consultório (PA sistólica entre 130 e 139mmHg, e/ou PA diastólica entre 80 e 89 mmHg), e naqueles com fatores de risco cardiovasculares maiores (fumantes, diabéticos e obesos).

A prevalência de hipertensão mascarada mal controlada entre hipertensos é elevada (31,1%) e a medida casual da pressão arterial, ou seja, aquela realizada apenas no consultório, não é capaz de identificar esses pacientes. A utilização da MAPA para avaliar o controle da pressão arterial deve ser considerada, principalmente nos pacientes de alto risco cardiovascular e naqueles com controle pressão arterial limítrofe no consultório.

*** Cardiosource em português e European Heart Journal.


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MEDIDAS PREVENTIVAS PODEM EVITAR 90% DOS ACIDENTES COM CRIANÇAS...

FONTE: Portal Brasil, TRIBUNA DA BAHIA.
No Dia Nacional de Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes, celebrado no sábado (30),  especialistas alertam que 90% desses casos que resultam em morte e internação poderiam ser evitados com atitudes simples.
A Rede Primeira Infância e a organização não governamental (ONG) Criança Segura lançaram um relatório sobre prevenção de acidentes na primeira infância (até 9 anos), levando em conta dados de 2012 do Datasus.
Principal causa de morte com crianças a partir de 1 ano de idade no Brasil, os acidentes de trânsito nessa faixa etária foram responsáveis por 3.142 mortes e mais de 75 mil hospitalizações de meninos e meninas, naquele ano.
Os acidentes, que incluem atropelamentos e atingem passageiros de veículos, motos e bicicletas, representaram 33% das mortes, seguidos de afogamento (23%) sufocamento (23%), queimaduras (7%) e quedas (6%). Os atendimentos em hospitais passam a contar a partir de 24 horas de internação, ou seja, não são típicos de prontos-socorros.
“Existem políticas públicas que podem ser estabelecidas para prevenção, uso de produtos mais seguros e treinamento em primeiros-socorros, por exemplo, mas é uma situação que só pode ser revertida por cada um, adequando os ambientes das casas, usando a cadeirinha, brincando em espaços seguros”, destaca a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia. “São atitudes simples, mas que precisam fazer parte do dia a dia.”
Para a médica Renata Dejtiar Waksman, do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), todos os atores sociais são responsáveis pelas crianças, e o trabalho de prevenção tem que começar já no consultório do obstetra, com a chamada prevenção primária.
“As pessoas subestimam a criança, acham que ela não consegue fazer as coisas, não consegue colocar o dedo na tomada, não consegue rolar da cama, acham que ela não é capaz disso. Falta conhecimento das características e habilidades das crianças, além da falta de supervisão e a distração dos cuidadores”, ressalta Renata.
Análises feitas com base no estudo mostram que alguns elementos estão ligados ao aumento da exposição das crianças aos riscos de acidentes. A pediatra Renata Waksman diz que é preciso encarar o problema como uma epidemia. “Acidentes podem ocorrer em todos os níveis sociais. Aquela criança que tem acesso direto à rua corre risco, mas a outra, que mora em um condomínio, pode ser atropelada na porta da garagem. Infelizmente, [o risco de acidente] está se tornando uma situação muito democrática.”
O relatório mostra ainda que, a cada morte, mais quatro crianças ficam com sequelas permanentes, capazes de gerar consequências emocionais, sociais e financeiras na família e na sociedade. De acordo com o governo brasileiro, cerca de R$ 70 milhões são gastos na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) com o atendimento de crianças que sofreram acidentes.
“O queimado é um paciente caríssimo, por exemplo. Precisa de muito tempo de internação, várias cirurgias reparadoras e estéticas. Os custos social e econômico são muito grandes, sem contar o custo emocional para as famílias”, enfatiza a presidenta do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP, Marislaine Lumena.
Para ela, os acidentes com crianças são um grave problema de saúde pública. “A criança é curiosa, não tem noção do perigo, ela explora os ambientes e se expõe ao risco. Além da mudança de comportamento e das medidas educativas e legislativas, é preciso mais fiscalização das leis”, recomenda. Marislaine cita como exemplo o álcool líquido e os andadores infantis, que tiveram a venda proibida, mas que, segundo ela, continuam sendo comercializados livremente.

Veja abaixo dicas de como diminuir os riscos no dia a dia:
Na Rua
Ensine a criança a respeitar os sinais de trânsito, atravessar a rua na faixa de pedestres e olhando para os dois lados;
Menores de 10 anos não devem atravessar a rua sozinhos. É importante segurar os pequenos pelo pulso;
Entradas de garagens, quintais sem cerca ou estacionamentos não são seguros para brincadeiras.

No Trânsito.
Crianças com menos de 10 anos devem sentar no banco de trás do carro. Até os 7 anos, é importante usar cadeirinhas de segurança adequadas à idade e ao peso da criança. Sempre usar cinto de segurança;
Não deixe a criança sozinha no carro, mesmo que o vidro esteja entreaberto;
Ao contratar transporte escolar, busque referências e verifique a documentação do veículo e do motorista.

Nas Áreas de Lazer.
Escadas, sacadas e lajes não são lugares para brincar;
No parquinho, verifique se os equipamentos são apropriados à idade da criança e fique atento a perigos como ferrugem, pregos expostos e superfícies instáveis;
O piso deve absorver o impacto e ser de como grama, emborrachado ou areia;
Ensine regras de comportamento, como não empurrar, nem se amontoar;
Empinar pipa só em lugares abertos, longe de fios elétricos e trânsito;
Ensine a criança a usar capacete quando estiver de bicicleta, skate ou patins;
Conheça as plantas de sua casa e remova as venenosas.

Na Piscina.
As crianças devem sempre ser supervisionadas por um adulto quando estiverem próximas de água;
Instale cercas de isolamento na piscina com, no mínimo, 1,5m de altura, cadeados e travas;
Evite brinquedos e outros atrativos próximos a piscinas e reservatórios de água;
Boias e outros equipamentos infláveis passam uma falsa sensação de segurança. O ideal é que a criança use sempre um colete salva-vidas em embarcações ou na prática de esportes aquáticos;
Ensine a criança a não brincar de empurrar, dar “caldo” dentro d'água ou simular que está se afogando.
Em Casa

Quarto.
Crianças com menos de 6 anos não devem dormir em beliches. Se não houver escolha, coloque grades de proteção nas laterais;
Nunca deixe um bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis, mesmo que seja por pouco tempo;
As grades de proteção do berço devem estar fixas. O vão entre as grades não deve ter mais que 6 cm de distância;
Remova do berço todos os brinquedos, travesseiros e objetos macios quando o bebê estiver dormindo;
Certifique-se de que os brinquedos da criança são atóxicos e indicados à idade dela. Compre produtos com o selo do Inmetro;
Inspecione os brinquedos regularmente em busca de danos;
 Brinquedos com correntes, tiras e cordas com mais de 15cm devem ser evitados;
 Fique atento ao recall de brinquedos com problemas ou defeitos;
Deixe o chão livre de objetos pequenos como botões, bolas de gude, moedas e tachinhas.

Sala.
Instale grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos. As redes devem ter espaços de no máximo 6cm;
Use portões de segurança no topo e na base das escadas e, caso sejam abertas, instale redes de proteção;
As tomadas devem estar protegidas por tampas apropriadas, esparadrapo, fita isolante ou mesmo cobertas por móveis;
Mantenha camas, armários e outros móveis longe das janelas e cortinas e verifique se estão estáveis;
Cuidado com as quinas dos móveis.

Cozinha.
Corte os alimentos em pedaços bem pequenos na hora de alimentar a criança;
Não deixe fósforos, isqueiros e outras fontes de energia ao alcance dos pequenos;
Mantenha a criança longe da cozinha e do fogão, principalmente durante o preparo das refeições;
Cozinhe nas bocas de trás do fogão e sempre com os cabos das panelas virados para trás;
Evite carregar as crianças no colo enquanto mexe em panelas no fogão ou manipula líquidos quentes;
Não use toalhas de mesa compridas.

Banheiro.
Cuidado com pisos escorregadios, coloque antiderrapante nos tapetes;
Conserve a tampa do vaso sanitário fechada ou lacrada com dispositivo de segurança ou mantenha a porta do banheiro trancada;
Nunca deixa a criança sozinha na banheira;
Saiba quais produtos domésticos são tóxicos. Produtos comuns, como enxaguantes bucais, podem ser nocivos se a criança engolir em grande quantidade;
Mantenha medicamentos trancados e nunca se refira a eles como 'doce'. Isto pode levar a criança a pensar que não é perigoso ou que é agradável de comer.

Área de Serviço.

Não deixe as crianças por perto quando estiver passando roupa, nem largue o ferro elétrico ligado sem vigilância;
Mantenha cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com proteção;
Deixe os baldes com água no alto, longe do alcance das crianças, esvazie todos após o uso e guarde-os virados para baixo;
Guarde todos os produtos de higiene e limpeza trancados, fora da vista e do alcance das crianças;
Nunca deixe sacos plásticos ao alcance das crianças.

A COMBINAÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBICOS E RESISTIDOS EM DIABÉTICOS...

FONTE: Dr. Tufi Dippe Jr (portaldocoracao.uol.com.br).



A prática regular de exercícios físicos é uma medida importante para o controle do diabetes mellitus e outros fatores de risco cardiovascular associados, como o excesso de peso, hipertensão arterial e anormalidades das gordura do sangue.

Novas evidências científicas sugerem que os exercícios aeróbicos (caminhadas, por exemplo) combinados aos exercícios resistidos (musculação), proporcionam mais benefícios aos pacientes diabéticos do que estas modalidades de exercícios isoladas.

Uma meta-análise (avaliação conjunta dos resultados de vários estudos) realizada por pesquisadores da Universidade de Viena (Áustria) avaliou a eficácia dos exercícios aeróbicos, exercícios resistidos e a associação de ambos em pacientes diabéticos. Os resultados analisados foram a redução da glicemia de jejum, HbA1c (exame que estima o controle da glicemia nos últimos 3 meses), gorduras do sangue, pressão arterial e peso corporal.

Um total de 14 estudos envolvendo 915 participantes foram incluídos nessa revisão. Os resultados mostraram que, em pacientes com diabetes mellitus, o exercício aeróbico poderia ser mais eficaz na redução da glicemia de jejum e HbA1c quando comparado ao exercício resistido. No entanto, o treinamento combinado (exercício aeróbico associado aos exercício resistido) foi a intervenção mais eficaz no que diz respeito ao seu impacto na redução da glicemia de jejum, HbA1c, gorduras no sangue, pressão arterial e peso corporal.

*** Diabetologia. Autor: Dr. Tufi Dippe Júnior - cardiologista de Curitiba - CRM / PR 13700.
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LOJA DE ROUPAS DÁ 3,5 GRAMAS DE MACONHA DE BRINDE PARA CLIENTES...

FONTE: iG São Paulo, TRIBUNA DA BAHIA.
Frequentemente lojas dão brindes aos seus clientes e nos Estados Unidos não é diferente. A marca de roupas Hemp House do Colorado, no entanto, resolveu apelar para uma estratégia de marketing um tanto peculiar. A empresa lançará em dezembro sua linha de roupas feitas com a fibra de cânhamo e oferece 3,5 gramas de maconha a cada cliente qualificado que fizer sua encomenda.

Washington e Colorado começaram a venda legal de maconha neste ano, restrita a compradores qualificados sob regras de quantidade, idade e grau de intoxicação.


A marca lembra, inclusive, que heróis americanos como Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e George Washington cultivavam a cannabis sativa em suas plantações.

COMEÇA VACINAÇÃO DE CRIANÇAS CONTRA HEPATITE A NO ESTADO DE SP...

FONTE: Do UOL, em São Paulo (noticias.uol.com.br).

Crianças na faixa etária entre um ano e menos de dois anos de idade já podem receber a vacina contra a hepatite A em postos de saúde do Estado de São Paulo a partir desta segunda-feira (1º). A Secretaria de Estado da Saúde pretende imunizar neste ano 616 mil crianças com este perfil.

Para receber a vacina, os pais ou responsáveis devem levar a criança a um posto de vacinação dos 4.700 espalhados pelo estado. As unidades ficam abertas de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h.
A partir do próximo ano a vacina contra a hepatite A será aplicada na rotina assim que a criança completar um ano de idade.

"A vacina contra a hepatite A foi incluída este ano no calendário básico de vacinação infantil. É muito importante que os pais ou responsáveis levem suas crianças aos postos de vacinação para a aplicação desta vacina que possui dose única e apresenta eficácia de imunização superior a 95%", diz a diretora de imunização da Secretaria, Helena Sato, em nota enviada à imprensa.

Saiba mais sobre a doença.

Hepatite A é uma doença infecciosa causada pelo vírus VHA, e sua principal via de contágio é por meio de água e de alimentos contaminados. Más condições de higiene e locais sem saneamento básico aumentam as chances de contrair o vírus.


Na maior parte dos casos, a hepatite A não apresenta sintomas, mas  pode evoluir para quadros mais graves como insuficiência hepática. Os principais sintomas são febre, náuseas, vômito, icterícia (coloração da pele amarelada), urina mais escura e fezes esbranquiçadas.

CONFIRA CONSELHOS DE COMO TRATAR CONJUNTIVITE EM BEBÊS E CRIANÇAS...

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA.
         
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana fina e transparente que reveste os olhos. Trata-se de uma das doenças oculares mais comuns, com grande potencial de transmissão entre as pessoas. 
Os olhos ficam avermelhados, irritados, e dificultam a visão. Mas, quando acomete crianças pequenas, incapazes de manifestar exatamente o que as incomoda, a doença exige medidas extras por parte dos oftalmologistas.
De acordo com Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, em crianças e bebês, o exame da conjuntiva também deve incluir os linfonodos – responsáveis por combater a infecção.

“É muito importante ter ciência dos ambientes frequentados pelo paciente, sendo informado, também, se há outros relatos da doença na família ou no ambiente escolar. Em determinados casos, também fazemos a cultura da lágrima para analisar a existência de bactérias e definir o tipo de antibiótico a ser prescrito”.
Neves relata a existência de sete tipos de conjuntivite: neonatal, infecciosa, alérgica, irritativa, química, associada a outra doença de base, e seca.
“A neonatal é a conjuntivite do recém-nascido, geralmente transmitida de mãe para filho no trabalho de parto. Neste caso, trata-se de um quadro grave e que exige tratamento urgente e rigoroso. Na maioria dos casos, a criança permanece internada até receber alta do médico oftalmologista”.
De acordo com o médico, o tipo mais comum de conjuntivite é a infecciosa, podendo ser causada por vírus ou bactérias.
A bacteriana é relativamente fácil de tratar e muitas vezes evolui espontaneamente para a cura. Já a viral é responsável por mais de 90% dos casos de conjuntivite, tem caráter epidêmico e deve ser tratada por uma ou duas semanas, até que esteja curada definitivamente.
Em caso de complicações, é importante fazer um tratamento rigoroso, podendo ser transmitida pelo contato físico, manual, ou através de objetos de uso comum.
No caso da conjuntivite alérgica, geralmente ela está associada a manifestações como asma, eczema, rinite ou urticária, como resultado de um desequilíbrio entre agentes externos e resposta imunológica.
O especialista adverte que poeira, fumaça, ar-condicionado etc. podem desencadear a conjuntivite irritativa. Já a química é resultado de queimaduras da conjuntiva por ácidos ou gases que podem levar à perda da visão.
“Neste caso, o paciente deve lavar exaustivamente os olhos com água corrente e buscar ajuda especializada o mais rápido possível, para que não haja comprometimento permanente da visão”.
Doenças como gota, disfunções da tireoide, psoríase, lúpus e artrite reumatoide, entre outras, também facilitam a ocorrência de conjuntivite. Neves alerta para o tipo ‘seco’ de conjuntivite, que ocorre quando o olho e a conjuntiva estão secos por conta da diminuição da quantidade de lágrima produzida pelo paciente ou ainda por conta da baixa umidade relativa do ar.
Esse tipo da doença é mais comum em habitantes de grandes metrópoles ou ainda pessoas que trabalhar o dia todo em ambiente com ar-condicionado.

“O tratamento da conjuntivite, tanto em crianças e bebês, como em adultos, depende do agente causador. Geralmente, compressas de água fria são recomendadas para aliviar a ardência e o mal-estar provocados pela irritação. Também podemos orientar o paciente a usar lágrimas artificiais, soro fisiológico e determinados colírios. Casos graves exigem medicação via oral em conjunto com o alívio local. O paciente infectado tem de intensificar a higiene ocular, evitar contato com outras pessoas, lavar muito bem as mãos várias vezes ao dia e usar lenços e toalhas descartáveis. Os pais devem cuidar para que as crianças não fiquem coçando os olhos durante o tratamento, evitando que elas compartilhem brinquedos com outras crianças durante os quinze dias que geralmente dura a doença”, adverte Renato Neves.

DESCUBRA QUAIS SÃO OS DEZ PERFUMES MAIS DESEJADOS DO MUNDO...

FONTE: Emília Oliveira, CORREIO DA BAHIA.

Uma boa fragrância, principalmente importada, é símbolo de status e elegância.
O perfume nada mais é que a mistura de óleos essenciais aromáticos, álcool e água, mas há quem diga que não vive sem. Existem fragrâncias para todos os gostos e bolsos e a busca pelos mais 'cheirosos' é constante. No momento da escolha do perfume, alguns fatores devem ser levados em consideração, principalmente a duração e preferências particulares. Mas dez desses 'vidrinhos' são 'best sellers' quando o assunto é perfumaria. 

Um bom perfume, principalmente importado, é símbolo de status e elegância. Independentemente do custo, alguns desses produtos estão nas listas de mais vendidos há muitos anos. O J'adore é um bom exemplo disso. Desde o lançamento, em 1999, a marca francesa Dior investiu pesado para que ele fosse vinculado a um universo de luxo e riqueza - a começar pelo anúncio veiculado na época, no qual uma modelo submergia em uma piscina de ouro. E não deu outra. Hoje a fragrância é sinônimo de status.

Conheça quais são os perfumes importados mais vendidos no mundo!

Nº 5, Chanel - Primeira fragrância da maison francesa, foi criada há 90 anos por encomenda de Gabrielle Chanel, que a descreveu como "um perfume de mulher com cheiro de mulher". Valor médio de R$ 308,00 (50 ml).
J'adore, Dior - Desde o lançamento, em 1999, a marca francesa investiu pesado para que J'adore fosse vinculado a um universo de luxo e riqueza. O formato do frasco lembra o pescoço alongado por colares das mulheres da tribo massai, na África. Valor médio de R$ 294,00 (50 ml).
Ricci Ricci, Ricci Ricci - A boutique francesa Haute Couture de Nina Ricci é conhecida pela sua eterna elegância em design e as suas fragrâncias de luxo. O espaço é conhecido também pela originalidade de seus frascos de perfumes. Ricci Ricci é a mais nova fragrância que entra na história da perfumaria de luxo e já figura na lista de mais vendidos. Valor médio de R$ 99,00 (50 ml).
Escape, Calvin Klein - A fragrância é floral frutal, com uma pitada de aroma marinho. Sua composição abre com notas de camomila, maçã, lichia, tangerina. Valor médio de R$ 129,00 (100 m).
Trésor, Lancôme - Criado em 1990 para se tornar símbolo da Lancôme, e desde então presente na lista dos mais vendidos. O sucesso foi tamanho que outras marcas se inspiraram no perfume para criar loções hidratantes e xampus. Valor médio de R$ 321,00 (50 ml).
FlowerByKenzo Summer, Kenzo - Flower Summer by kenzo é um perfume alegre como o verão. Esse derivado da renomada e mundialmente conhecida fragrância Flower, é mais leve e adequada para os dias quentes. Valor médio de R$ 119,90 (50ml)
Light Blue, Dolce & Gabbana - Em 2001, os estilistas italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana desenvolveram um perfume que, como poucos, fez sucesso rapidamente. Valor médio de R$ 267,00 (50 ml). 
5th Avenue NYC, Elizabeth Arden - Um clássico moderno de Elizabeth Arden. Uma fragrância que projeta uma nova imagem impactante de elegância criada para a mulher com estilo próprio. Valor médio de R$ 99,00 (75 ml)
Coco Mademoiselle, Chanel - Criado há treze anos, nasceu com a missão de firmar a Chanel entre as marcas preferidas das jovens. Inspirado em duas consagradas fragrâncias da maison, o perfume ganhou acréscimo de notas frutais. Valor médio de R$ 308,00 (50 ml).

Angel, Thierry Mugler - Lançado em 1992, foi o primeiro perfume a levar notas gourmands, como as de caramelo e mel. Mais de uma dezena de edições limitadas já foram lançadas. Todas, em geral, próximas ao Natal. Valor médio de R$ 386,00 (50 ml).

IDOSA DE 77 ANOS REAGE A ASSALTO E MATA SUSPEITO, NO RIO GRANDE DO SUL...

FONTE: CORREIO DA BAHIA.
Após atirar no criminoso, a mulher foi internada em estado de choque.
Um homem foi morto a tiros por uma idosa de 77 anos enquanto tentava assaltar seu estabelecimento no bairro Navegantes, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O caso aconteceu por volta das 21h30,  do  sábado (30), quando o homem armado entrou na 'Padaria da Vovó' e anunciou o assalto.

   

A idosa sacou um revólver calibre 38 e disparou duas vezes contra o suspeito, que morreu no local. Por conta de problemas cardíacos, a idosa entrou em choque com a situação e teve que ser levada a hospital. Ela passou a noite no pronto-socorro e foi liberada na manhã do domingo (31).

De acordo com o Jornal Zero Hora, o assaltante não tinha antecedentes, mas, segundo informações preliminares da Polícia Civil do estado, ele seria usuário de drogas. A Polícia deve investigar ainda a origem da arma utilizada e, caso não tenha registro, a mulher poderá responder por porte ilegal de arma.

PESQUISA MOSTRA QUE 65% DOS PACIENTES COM CÂNCER CONTINUAM FUMANDO...

FONTE: Daniel Mello, Da Agência Brasil, em São Paulo (noticias.uol.com.br).


Levantamento feito pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) com pacientes da instituição mostra que 65% dos pacientes fumantes não conseguem largar o cigarro mesmo após receber o diagnóstico da doença. O coordenador de Apoio ao Tabagista do instituto, Frederico Fernandes, disse que o resultado da pesquisa foi surpreendente. "Nós imaginávamos, justamente, que uma pessoa que fumasse, na hora de receber o diagnóstico de câncer, ficasse motivada a parar, pelo fato de ter desenvolvido uma doença relacionada ao tabagismo", afirmou em entrevista à "Agência Brasil".

Segundo o médico, apesar da vontade dos pacientes de largar o tabaco, o vício é muito forte. "Quando a gente conversa com esses pacientes, vemos que eles têm vontade, estão motivados, mas, pelo fato de ter um nível alto de dependência da nicotina, não conseguem parar ou reduzir", contou.

A situação se agrava, de acordo com Fernandes, pelo fato de o cigarro ser uma válvula de escape de grande parte dessas pessoas ao lidar com situações difíceis. "E, muitas vezes, quando a pessoa recebe um diagnóstico como esse, acentua os traços de ansiedade. Com isso, ela acaba não conseguindo largar o cigarro por não conseguir canalizar a ansiedade contra a doença em outra coisa", explica o médico.

Além de ser um fator que contribui para o surgimento do câncer, Fernandes destaca que o cigarro pode atrapalhar o tratamento. "Alguns tipos de quimioterapia têm menor eficácia quando a pessoa continua fumando e recebendo o tratamento", enfatiza. Fumar também interfere na cicatrização e recuperação de cirurgias. "Se uma pessoa é submetida a uma cirurgia, parando de fumar ela tem uma cicatrização melhor e um pós-operatório menos complicado", acrescenta.

Há ainda, segundo o médico, o problema da fragilização do sistema respiratório. "Uma das principais complicações que ocorrem no tratamento de câncer são as infecções respiratórias. E a pessoa que fuma tem chance maior de contrair uma infecção durante o tratamento do câncer".

Por isso, o Icesp montou uma equipe para apoiar os pacientes que querem deixar o cigarro. "Nós temos uma equipe multiprofissional, composta por psicólogos, enfermeiros, nutricionistas e médicos, que vai dar um tratamento baseado tanto em medidas comportamentais, quanto em medicações, para tentar diminuir o vício", detalha Fernandes.

Uma das principais linhas de atuação do grupo é, justamente, ajudar os fumantes a lidar com a ansiedade sem o tabaco. "Ensinar como lidar com as situações de problema, com o stress do dia a dia, sem precisar recorrer ao cigarro, coisa que muitos deles estão acostumados a recorrer desde a adolescência", explica o médico.