quinta-feira, 30 de maio de 2013

CAMPANHA ANTITABAGISTA ALERTA PARA FUMO PASSIVO DE CRIANÇAS...

CAMPANHA ANTIBAGISTA ALERTA PARA FUMO PASSIVO DE CRIANÇAS...
FONTE: Fernanda Cruz, da Agência Brasil, em São Paulo (noticias.uol.com.br).
Uma ação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) alertou na quarta-feira (29) passageiros paulistanos que passavam pela estação Brás da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) sobre os malefícios do cigarro. A campanha focou os riscos da convivência de fumantes com crianças e adolescentes, que os tornam fumantes passivos.
Segundo o médico Márcio Sousa, coordenador do Comitê de Controle do Tabagismo da SBC, as crianças são altamente sensíveis à exposição do tabaco. "Não adianta fumar na varanda, no quintal, no quarto, porque o cigarro está no cabelo, na pele, na roupa. Então, não é a fumaça apenas que contamina o ambiente, as partículas são microscópicas", disse.
Até o final da tarde, cerca de 250 pessoas devem participar do evento. Além de receberem orientações, elas poderão fazer aferição de pressão arterial, dosagem de colesterol e glicemia, medição de peso, altura e circunferência abdominal, além de medição de monóxido de carbono por meio de um 'bafômetro'. Nesse teste, um resultado com nível abaixo de 5, para moradores da capital paulista (que respiram a poluição), significa que a pessoa não fuma. Já um resultado acima de 20 indica um fumante que consome um maço de cigarros ao dia e que fumou há pelo menos uma hora.
"O fumante ativo tem uma exalação muita alta de monóxido de carbono e a gente consegue dosar com o bafômetro. Então, isso serve de guia para o fumante entender o quanto ele está fumando e o quanto ele está exalando de fumaça tóxica", explica o médico.
O teste do bafômetro foi feito inclusive em crianças, como forma de aferir se há contaminação por tabagismo passivo. A sobrinha de Maria Cristina de Carvalho tem 3 anos de idade e seu exame deu normal, apesar da convivência com a tia que fuma há oito anos. Maria, que é cuidadora de idosos, começou a fumar com 18 anos e tentou parar várias vezes. "Tenho dois filhos, um casal. Um de 20 e outra de 14 anos. Meus filhos pedem para eu fumar longe deles. Agora, estou tentando parar" disse, enquanto fazia os exames.
Manuel Batista Soares, 53 anos, é motorista carreteiro. Por 34 anos foi fumante passivo, pois inalava a fumaça dos cigarros de um colega de trabalho que o acompanhava nas viagens que fazia entre Brasil, Bolívia, Chile, Argentina e Uruguai. "Ele fumava cinco maços por dia, todos os dias. Ele morreu em 2006 de enfisema pulmonar", disse.
Márcio Sousa informou que muitos participantes da campanha estavam sendo orientados sobre como largar o cigarro. "Parar de fumar é um desafio para o próprio fumante, porque são várias dependências juntas. Você tem a dependência química da droga, tem a dependência física de ficar segurando alguma coisa", disse ele.
O médico disse ainda que, quando bem medicado, o paciente consegue superar de uma forma melhor a síndrome de abstinência do cigarro. O tratamento indicado para fumantes é fundamentado em dois pilares, explica ele. Um deles é a terapia comportamental e o outro é o tratamento medicamentoso, que auxilia na superação da abstinência. "Hoje, a gente sabe que toda vez que entra com algum medicamento, a gente dobra a chance de o fumante parar de fumar. Seja com adesivo, pastilhas e gomas de nicotina, comprimidos", informou.

Quem deseja parar de fumar pode ligar no telefone 136, do Ministério da Saúde, e perguntar sobre serviços médicos especializados nesse tipo de atendimento.

GRÁVIDA DO PRIMO, GAROTA DE 12 ANOS ENFRENTA SITUAÇÃO DE RISCO...


 FONTE: CORREIO DA BAHIA.

A tia se preocupa com a situação da menina.

Uma menina de 12 anos está grávida de um primo da mesma idade e passa por uma situação de risco - a família teme que ela perca o bebê e também acabe morrendo. Moradora da zona rural de Sátiro Dias, ela foi com a mãe até a casa da tia, em Porto de Sauípe, em busca de ajuda.
A mãe descobriu que a filha estava grávida depois de levá-la ao hospital em Alagoinhas, depois que a menina começou a sentir enjoos. A descoberta foi um choque. "Até agora ainda estou em choque por causa desse problema dela, porque ela é uma criança e tem outra criança na barriga", disse Maria Solange da Cruz à TV Bahia.
A tia se preocupa com a situação da menina. "Ela não vai conseguir segurar o bebê no ventre (...) Ele pode morrer dentro dela e ela acabar morrendo também", teme Lusimarina da Cruz. A menina, que está grávida de 6 meses, precisa de cuidados especiais para diminuir os riscos para ela e o bebê. Até o momento, ela só fez uma ultrassonografia em Alagoinhas.

Mãe de outros quatro filhos e vivendo com pouco mais de R$ 500, Maria Solange diz que não tem como criar o futuro neto, mas a tia Lusimarina garante que nada vai faltar à criança. "Eu tenho três filhos, mais um faz quatro. Mais uma boca na minha casa, não tem problema não".

EX-LATERAL DA SELEÇÃO, MARINHO CHAGAS ESTÁ NA UTI COM INFECÇÃO PULMONAR...


FONTE: Patrick Mesquita, Do UOL, em São Paulo (esporte.uol.com.br).

  
Eleito o melhor lateral da Copa do Mundo de 1974, quando defendeu a seleção brasileira, o ex-jogador Marinho Chagas está internado na Unidade de Terapia Intensiva em um hospital da cidade de Natal desde domingo.  De acordo com as informações apuradas pelo UOL Esporte, o ex-atleta está com uma infecção pulmonar grave.
O problema de Marinho começou na última sexta-feira. Com uma febre alta, o ex-lateral foi levado ao hospital e medicado. No entanto, o abuso de bebidas alcoólicas na praia fez com que o ex-jogador acordasse mal no domingo, o que resultou na internação.
“Na sexta-feira, ele teve uma febre alta e uma dor nas costas. Nós fomos ao pronto socorro e ele fez raio-x, que acusou pneumonia. A médica receitou antibiótico e disse que ele não poderia beber por 10 dias. Quando foi no sábado, ele passou o dia bebendo e tomando chuva. No domingo, ele não amanheceu bem e o levei para o hospital novamente. A diferença no raio-x já era grande e ele já foi internado”, disse a mulher do ex-jogador, Patrícia Ribeiro de Freitas, ao UOL Esporte.
Apesar de confirmar a gravidade da infecção, Patrícia garante que Marinho deve deixar a UTI do hospital nesta quinta-feira e será transferido para um quarto. O otimismo é tanto, que ela confirma a presença do ex-lateral na partida do Náutico no próximo domingo, quando receberá uma homenagem do clube que defendeu no início da década de 70. O time pernambucano presenteará o ex-jogador com uma camisa retrô durante a última partida da equipe no estádio dos Aflitos, contra a Portuguesa, às 18h30 (de Brasília).

Considerado um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol brasileiro, Marinho Chagas foi titular na campanha da seleção na Copa do Mundo de 1974, quando a equipe comandada por Zagallo ficou com a quarta colocação. Durante a carreira, ele também ficou marcado pela passagem pelo Botafogo, que durou de 1972 a 1976. Ele também defendeu Fluminense, New York Cosmos, São Paulo, Bangu e Fortaleza. 

CONHEÇA ALGUMAS ALERGIAS INCOMUNS E ENTENDA POR QUE ELAS OCORREM...

FONTE:  Sibele Soglia, Do UOL, em São Paulo  (noticias.uol.com.br).



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Já pensou se você fosse proibido de tomar aquela cerveja com os amigos no happy hour e de dar um mergulho na piscina ou na praia num dia quente porque tem alergia? Parece estranho, mas existem pessoas que passam por isso.



O educador físico Fernando Chaves é uma dessas pessoas. Ele tem alergia à cerveja e ao vinho e descobriu o problema só depois de ter passado mal e consultado um médico. "Estava em um bar tomando cerveja e meu nariz começou com uma coriza muito forte. Estranhei esse sintoma tão repentino e fui ao médico, foi quando ele pediu os exames e ao fazê-los constatou alergia a bebidas fermentadas".



Chaves também tem alergia a batatas fritas e a salada de frutas. O mais curioso é que nada acontece caso ele coma qualquer tipo de fruta, desde que sozinha. "Comer a fruta não é problema, mas quando como salada de frutas meu rosto fica avermelhado e coçando. O mesmo acontece com as batatas fritas", afirma o educador físico.
Água gelada



Já a estudante Thaís Beluco, 21 anos, não pode ter contato com água gelada. "Descobri minha alergia em uma viagem, ainda quando criança. Entrei no mar e fiquei toda 'empipocada'. Minha mãe achou que poderia ser uma reação alérgica ao sal ou iodo do mar e me deu um banho de água doce. Mas como a água também era fria, minha alergia não passava e os sintomas pioravam", conta Thaís.



A estudante constatou o real motivo de sua alergia anos depois, ao consultar uma dermatologista. "Ela encostou gelo na minha pele e a reação naquela área foi instantânea. O esclarecimento veio na hora e a doutora disse que a alergia pode ser também a temperaturas baixas".



Alguns casos de alergias respiratórias também podem ser peculiares, como a hipersensibilidade a pássaros. A pneumologista do laboratório Delboni Auriemo, Silvia Carla, explica que se trata de uma reação pulmonar à inalação de partículas orgânicas e inorgânicas e as mais reconhecidas são a pássaros e mofo. A doença, na sua forma aguda, apresenta sintomas que muitas vezes é confundida com pneumonia. Na forma crônica, pode ocorrer fibrose (pulmões endurecidos e diminuídos de volume).



Cuidados sérios.



Conviver com a alergia requer sérios cuidados por se tratar de um desvio na regulação do sistema imunológico. Essas reações, na maioria das vezes, causam apenas um desconforto ou irritação; mas também pode acarretar quadros mais graves. "Nas reações extremas de hipersensibilidade, podemos ter reações que comprometam os rins, as articulações e até mesmo as células do sangue", comenta Clóvis Eduardo Galvão, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai-SP).



Apesar de inusitadas, alergias incomuns como essas podem ocorrer com qualquer pessoa que tenha em seus genes a predisposição em desenvolver tal hipersensibilidade. "Normalmente, as alergias têm um fator hereditário muito grande. Se um dos pais é alérgico, as chances de uma criança desenvolver alergia são de 30 a 50%. Se os dois pais são alérgicos, as chances sobem para 70%. E não são necessariamente as mesmas alergias", afirma a bióloga e diretora da rede Alergoshop Julinha Lazaretti.



Prevenção é a palavra de ordem para um alérgico, mas há tratamentos que propõe justamente o contrário. "Sob a maioria das circunstâncias, há condições onde a exposição gradativa previne a alergia e, aliás, é usada terapeuticamente no caso da imunoterapia, também conhecida como vacina para a alergia", afirma o infectologista do Hospital Albert Einstein Luiz Vicente Rizzo.



Alergias cruzadas.



Da mesma forma que é difícil precisar a gravidade de uma alergia e a resistência do organismo sobre ela, o fator alérgeno, ou seja, o elemento que causa a alergia, pode estar embutido em outras coisas que tenham esse mesmo elemento ou semelhante. "Lembro-me de um caso que a alergia só aparecia quando o rapaz comia pão e fazia exercícios em seguida. As duas coisas isoladamente não causavam nada", diz Julinha.



Uma relação simples entre esses cruzamentos é látex e frutas. "Os profissionais da saúde, que são expostos durante sua vida profissional a componentes da borracha (luvas, equipamentos, estetoscópios e outros), podem ficar sensíveis às proteínas do látex natural que, por sua vez, podem ter reação cruzada com frutas (banana, abacaxi, maracujá) e legumes (mandioca, batata)", confirma o diretor do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual João de Mello.



Outros tipos de cruzamentos mais incidentes são: grupos de medicamentos (Dipirona com AAS e outros anti-inflamatórios), sementes (amendoim, avelã, castanhas, nozes e outras), frutas e pólens, entre tantas outras associações que podem ser comuns ou não.

Não há uma regra que determine como essa condição ocorre e como combatê-la, pois depende basicamente da predisposição genética. Até então, a recomendação principal é o afastamento do agente que cause a alergia e um acompanhamento médico detalhado.

SALVADOR ATINGE A META DE VACINAÇÃO PELA PRIMEIRA VEZ NOS ÚLTIMOS 4 ANOS...

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA.

                      
Após 4 anos, Salvador conseguiu atingir a meta da campanha de vacinação contra a influenza. Desde o início da estratégia de imunização, no dia 15 de abril, mais de 373 mil pessoas foram vacinadas, o que corresponde a 80,3% do público alvo. Desde 2009, a capital baiana se mantinha abaixo do índice indicado: 2009 (79,1%), 2010 (78,5%), 2011 (74,8%) e 2012 (75%).
O alcance da meta deve-se a principalmente a conscientização por parte da população sobre a importância da vacina e à intensificação realizada pela Secretaria Municipal da Saúde nas unidades básicas e em locais considerados estratégicos por concentrar boa parte do público alvo como as maternidades, asilos, estações de transbordo, shoppings, feiras livres e supermercados.

A vacina continua disponível na rede pública até sexta-feira, 31 de maio, para os idosos, crianças (6 meses a menores de 2 anos),gestantes, mulheres que ganharam bebê nos últimos 45 dias, trabalhadores de saúde e portadores de doenças crônicas. As salas de vacinas funcionam das 8 às 17 horas. Familiares de pacientes acamados pode solicitar a visita de uma equipe de saúde na própria residência. O contato deve ser feita através do posto mais próximo. 

MEGA-SENA ACUMULA E PODE PAGAR ATÉ R$ 43 MILHÕES NO SÁBADO...

FONTE:  Do UOL, em São Paulo (noticias.uol.com.br).

Ninguém acertou as dezenas do concurso 1.498 da Mega-Sena, em sorteio realizado na noite desta quarta-feira (29) em São Paulo, e o prêmio acumulou pela quarta vez. Segundo a Caixa Econômica Federal, o sorteio de sábado (1º) pode pagar R$ 43 milhões a quem acertar as seis dezenas.
Os números que saíram foram: 06 - 11 - 27 - 40 - 46 - 49.
De acordo com a Caixa, 237 pessoas acertaram a quina e levam R$ 14.636,95 e outras 14.820 acertaram a quadra e levam R$ 334,38.

A aposta mínima, com seis números, custa R$ 2 e pode ser registrada em qualquer uma das mais de 12.600 casas lotéricas do país. As apostas são aceitas até as 19h do dia do sorteio.

PESQUISA APONTA RELAÇÃO ENTRE DOENÇA DE CHAGAS E DEPRESSÃO...


FONTE: Nielmar de Oliveira, da Agência Brasil, no Rio de Janeiro (noticias.uol.com.br).

   Receber o diagnóstico de uma enfermidade como a doença de Chagas pode causar mudanças na rotina, nos planos e no estado de espírito dos pacientes? Pode causar apatia e tristezas nos anos subsequentes ao diagnóstico da enfermidade?


Essas e outras perguntas relacionadas à doença começam a ser respondidas por pesquisadores da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) que desenvolveram estudo inédito identificando linhagens do protozoárioTrypanosoma cruzi (causador da doença de Chagas), circulantes no Brasil, tipos 1 e 2, podem sim provocar desequilíbrio neuroquímico no paciente, resultando em associação biológica entre a doença e o quadro depressivo.

A constatação foi feita a partir do Laboratório de Biologia das Interações da Fiocruz, onde a equipe liderada pela pesquisadora Joseli Lannes identificou que o protozoário causador da doença pode desencadear uma desordem imunológica e neuroquímica associada ao quadro depressivo entre os pacientes.
A partir do estudo, a equipe de pesquisadores da Fiocruz concluiu que a mudança de comportamento registrada nos portadores da doença se dá "a partir da incerteza do destino e do elevado percentual de incurabilidade da doença, agravados pelo baixo nível socioeconômico predominante entre os portadores da enfermidade".

Publicado na revista científica de referência Brain, Behavior and Immunity, o estudo, cuja autora principal é Glaucia Vilar-Pereira, derruba de certa forma a tese predominante até então na literatura médica de que o transtorno recorrente entre pacientes crônicos – e que levava à depressão – era motivado por fatores psicológicos. O estudo sugere, ainda, um tratamento combinado à base de drogas já disponíveis no mercado: benzonidazol e pentoxifilina.

Camundongos apáticos.

Segundo a Fiocruz, a ideia que deu origem à pesquisa surgiu quando Joseli Lannes realizava experimentos sobre danos cardíacos com camundongos e, ao longo do estudo, notou que alguns dos animais eram mais apáticos.

Na avaliação de Joseli uma marca inconfundível da depressão é a desistência do paciente - neste caso, do animal. "Para identificar o que estava acontecendo, utilizamos dois grupos de camundongos. Cada grupo foi infectado com cepas tipo 1 e tipo 2 de Tripanosoma cruzi. Constatamos que só o primeiro grupo apresentava imobilidade e desistência quando submetido a testes".

Para a pesquisadora, esse "era um sinal preliminar de que a depressão, na doença de Chagas, poderia não ser um processo psicossomático. Afinal, o animal não tem consciência da doença ou de sua condição social. Os dados indicariam, enfim, que o processo é associado, de fato, à depressão", esclarece.

A cepa tipo 1 é encontrada em todo o Brasil, com maior incidência nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Estima-se que existam dois milhões de portadores da doença de Chagas no país.

Em busca dos biomarcadores que justificassem o comportamento apático dos camundongos, a equipe identificou que os níveis da enzima IDO, que compromete a síntese de serotonina – o neurotransmissor associado à satisfação e à felicidade – estavam acima do normal nos animais incluídos no experimento.

Para Joseli, isso acontece porque a presença do parasito no organismo, ainda que reduzida na fase crônica da doença, induz à expressão da enzima IDO no sistema nervoso central. "Essa enzima degrada o triptofano, aminoácido substrato para a produção da serotonina, reduzindo, assim, os níveis deste neurotransmissor", explicou.

Os pesquisadores trataram os camundongos com uma combinação de benzonidazol, quimioterápico utilizado contra o parasito, e fluoxetina, antidepressivo que aumenta a disponibilidade da serotonina no cérebro. Os resultados foram satisfatórios, mas a melhora significativa dos animais ainda não convenceu a equipe.

"Sabemos que 30% da população mundial não responde à fluoxetina, principalmente pacientes com câncer e doenças autoimunes. Isso ocorre porque nem toda depressão é causada apenas por desordens químicas envolvendo a serotonina. A resposta imunológica à doença também participa deste processo", esclarece.

Os pesquisadores partiram, então, para a análise dos níveis de fator de necrose tumoral (TNF) nos camundongos. Trata-se de uma citocina produzida pelo sistema imunológico durante infecções por parasitas e na presença de tumores, associada a inflamações sistêmicas e alterações de comportamento, como a anorexia.

A resposta aos experimentos que se sucederam foi positiva, o que possibilitou à equipe confirmar que o quadro depressivo, na doença de Chagas, é resultado de um complexo circuito imunológico que interfere de forma contundente no sistema nervoso central, tendo como agente deflagrador o próprio parasito Trypanosoma cruzi.

"Muitas doenças inflamatórias crônicas, tais como artrite reumatoide, também são associadas à depressão e muitos pacientes não respondem a antidepressivos comuns. Nossos achados transcendem a doença de Chagas, pois acreditamos que a pentoxifilina possa ser usada de forma muito mais ampla, estendendo os benefícios a pacientes de diversos agravos", enfatizou Joseli.


Próximo passo.
O próximo passo será estender o experimento aos seres humanos. Em breve, uma parceria entre o Laboratório de Biologia das Interações do IOC e o Ambulatório de Referência em Doença de Chagas - coordenado por Wilson Oliveira Junior e vinculado ao Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco (Procape), da Universidade de Pernambuco (UPE) – possibilitará a realização de uma pesquisa clínica para investigar o uso da terapia sugerida pela equipe liderada por Joseli.

A proposta é realizar um estudo com a participação de psicólogos e cardiologistas, com duração prevista de dois anos, para só então testar as intervenções terapêuticas sugeridas pela equipe do IOC.

Para a especialista, se comprovada a eficácia, o protocolo sugerido poderá ser implementado nas unidades de saúde sem demora, uma vez que o benzonidazol, a pentoxifilina e a fluoxetina já estão aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disponíveis no mercado.

A Fiocruz esclareceu, ainda, que o estudo contou com a colaboração do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC, bem como de pesquisadores do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do Laboratório de Farmacologia da Neuroplasticidade e do Comportamento, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O ALCOOLISMO...


Sem nos determos no exame dos fatores sócio-psicológicos causais do alcoolismo generalizado, de duas ordens são as engrenagens que o desencadeiam, - observado o problema do ponto de vista espiritual.

Antigos viciados e dependentes do álcool, em desencarnando não se liberam do hábito, antes sofrendo-lhe mais rude imposição.

Prosseguindo a vida, embora a ausência do corpo, os vícios continuam vigorosos, jungindo os que a eles se aferraram a uma necessidade enlouquecedora. Atônitos e sedentos, alcoólatras desencarnados se vinculam às mentes irresponsáveis, de que se utilizam para dar larga à continuação do falso prazer, empurrando-os, a pouco e pouco, do aperitivo tido como inocente ao lamentável estado de embriaguez.

Os que lhes caem nas malhas, tornam-se, por isso mesmo, verdadeiros recipientes por meio dos quais absorvem os vapores deletérios, caindo, também, em total desequilíbrio, até quando a morte advém à vítima, ou as Soberanas Leis os recambiam à matéria, que padecerá das dolorosas injunções constritoras que lhe impõe o corpo perispiritual...

Normalmente, quando reencarnados, os antigos viciados recomeçam a atividade mórbida, servindo, a seu turno, de instrumento do gozo infeliz, para os que se demoram na Erraticidade inferior...
Outras vezes, os adversários espirituais, na execução de uma programática de desforço pelo ódio, induzem os seus antigos desafetos à iniciação alcoólica, mediante pequenas doses, com as quais no transcurso do tempo os conduzem à obsessão, desorganizando-lhes a aparelhagem físio-psíquica e dominando-os totalmente.

No estado de alcoolismo faz-se muito difícil a recomposição do paciente, dele exigindo um esforço muito grande para a recuperação da sanidade.

Não se afastando a causa espiritual, torna-se menos provável a libertação, desde que, cessados os efeitos de quaisquer terapêuticas acadêmicas, a influência psíquica se manifesta, insidiosa, repetindo-se a lamentável façanha destruidora...

A obsessão, através do alcoolismo, é mais generalizada do que parece.

Num contexto social permissivo, o vício da ingestão de alcoólicos torna-se expressão de status, atestando a decadência de um período histórico que passa lento e doído.

Pelos idos de 1851, porque enxameassem os problemas derivados da alcoolofilia, Magno Huss realizou, por vez primeira, um estudo acurado da questão, promovendo um levantamento dos danos causados no indivíduo e alertando as autoridades para as conseqüências que produz na sociedade.
Os que tombam na urdidura alcoólica, justificam-lhe o estranho prazer, que de início lhes aguça a inteligência, faculta-lhes sensações agradáveis, liberando-os dos traumas e receios, sem se darem conta de que tal estado é fruto das excitações produzidas no aparelho circulatório, respiratório com elevação da temperatura para, logo mais produzir o nublar da lucidez, a alucinação, o desaparecimento do equilíbrio normal dos movimentos...

Inevitavelmente, o viciado sofre uma congestão cerebral intensa ou experimenta os dolorosos estados convulsivos, que se tornam perfeitos delírios epilépticos, dando margem a distúrbios outros: digestivos, circulatórios, nervosos que podem produzir lesões irreversíveis, graves.
A dependência e continuidade do vício conduz ao delirium tremens, resultante da cronicidade do alcoolismo, gerando psicoses, alucinações várias que culminam no suicídio, no homicídio, na loucura irrecuperável.

Mesmo em tal caso, a constrição obsessiva segue o seu curso lamentável, já que, não obstante destrambelhadas as aparelhagens do corpo, o espírito encarnado continua a ser dominado pelos seus algozes impenitentes em justas de difícil narração...

Além dos danos sociais que o alcoolismo produz, engendrando a perturbação da ordem, a queda da natalidade, a incidência de crimes vários, a decadência econômica e moral, é enfermidade espiritual que o vero Cristianismo erradicará da Terra, quando a moral evangélica legítima substituir a débil moral social, conveniente e torpe.

Ao Espiritismo cumpre o dever de realizar a psicoterapia valiosa junto a tais enfermos e, principalmente, a medida preventiva pelos ensinos corretos de como viver-se em atitude consentânea com as diretrizes da Vida Maior.
Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Desejamos a você e aos seus amores um ótimo final de semana com muita paz e saúde!
Abraços fraternais.
Centro Espírita Caminhos de Luz – Pedreira – SP – Brasil.
Pelo Espírito Victor Hugo - Do livro: Calvário de Libertação, Médium: Divaldo Franco.

CIGARRO MATA 350 PESSOAS DIARIAMENTE NO BRASIL E 10 MIL EM TODO O MUNDO...

FONTE: Silvana Blesa, TRIBUNA DA BAHIA.
O cigarro é um dos produtos de consumo mais lucrativos no mundo. Os fabricantes ostentam uma clientela fiel e leal. O único problema é que seus melhores clientes morrem um a um. São também os únicos produtos legais que viciam a maioria dos consumidores e muitas vezes, o matam. Porém, a venda acarreta grandes lucros para a indústria do tabaco, mas enormes prejuízos para os consumidores.
Um estudo realizado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) revela que o Brasil gasta em torno de R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro. O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no País. São 130 mil óbitos anuais, sendo (350 por dia). Dados do Ministério da Saúde indicam que a fumaça do cigarro reúne cerce de 4.700 substâncias tóxicas diferentes, muitas delas cancerígenas.
Mesmo sendo de conhecimento dos consumidores do cigarro, sobre os riscos de doenças que podem levar a morte, os usuários não se intimidam e continuam fazendo uso do tabaco, ignorando a propaganda que trás nas carteiras, fotos de pessoas em estágios terminais e com diversos tipos de câncer e pulmões doentes.
Há um ano, o trabalhador rural José Carlos Souza Santos, 52 anos, descobriu um caroço embaixo da língua. Ao procurar um especialista, o médico pediu exames com urgências e foi diagnosticado um câncer avançado que já tomava a garganta. “A primeira pergunta que o médico fez foi: Você é fumante há quanto tempo? Hoje vejo o mal que o cigarro fez na minha vida. A gente nunca acha que vamos ser surpreendido com uma doença dessa. Se tivesse uma nova oportunidade, nunca fumava em minha vida”, ressaltou.
José Carlos fumava desde a adolescência. Quando não tinhadinheiro para comprar o cigarro industrializado, ele usava o cigarro feito com fumo de rolo. Ele já passou por duas cirurgias, perdeu parte da língua e fala e se alimenta com dificuldades. Há quinze dias, foi surpreendido com a notícia de que o câncer havia voltado, porém, os médicos disseram que não podem fazer mais nada. Hoje, ele se encontra desenganado pela medicina, fazendo uso apenas de morfina para amenizar a dor causada pela doença.
O pneumologista Francisco Hora Fontes explica que o tabagismo é uma doença crônica, causada pela dependência do tabaco, e que os produtos derivados do tabaco, especialmente os cigarros, são feitos para criar e manter dependência química nos consumidores. Francisco disse que há uma série de doenças que podem ser desencadeadas pelo vício, como acidente vascular cerebral, trombose, enfisema pulmonar, infarto, cânceres na boca, língua, pulmão, mama, bexiga dentre outros. “Em geral, o cigarro é uma fonte inesgotável de doenças causado pelos fumantes ativo e passivo”, completou.

Dependente precisa buscar ajuda.
O médico ainda acrescentou que a dependência maior do cigarro é por causa do uso da nicotina. “A nicotina é um artefato para que os indivíduos criem dependência, pois ela age no cérebro dando ao indivíduo sensação de prazer e relaxamento. É como se fosse um antidepressivo, se não fizesse mal, seria uma droga excelente, mas a nicotina mata. Ela entope as artérias que consequentemente, acarreta em mortes”.
O viciado em cigarro precisa contar com muito esforço e apoio médico para deixar a dependência. Segundo Francisco Fontes, não é fácil o indivíduo deixar o cigarro da noite para o dia.
“Devido à dependência, o fumante precisa buscar ajuda de remédios e psicológica para se livrar do tabaco. Hoje, temos vários hospitais conveniados com o SUS que prestam todo atendimento aos indivíduos que querem deixar o cigarro”, ressaltou o médico.
Desde 2011, aquele hábito de acender um cigarro no restaurante, na padaria e no bar deixou de existir, graças à lei federal que proíbe o fumo em ambientes fechados. Nos consultórios e hospitais, a percepção dos médicos é a de que essa proibição está surtindo efeito, com a diminuição de pessoas que faziam uso do cigarro. Conforme Francisco Fontes, se comparado a outras épocas, hoje o número de fumantes no Brasil diminuiu 50%, graças a campanhas antitabagismo.
Dez mil mortes por dia é o número de óbitos registrados em decorrência ao consumo de cigarro em todo planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de morte no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que não fuma, mas convive com fumantes.
Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como uma das capitais brasileiras com o menor índice de fumantes, com uma incidência de 9%, ficando atrás apenas de Maceió, com população de 8% de fumantes. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é o resultado do intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) que em 2006 implantou o Programa Municipal de Controle do Tabagismo, que somente no ano passado tratou mais de 800 pacientes nas unidades de referência de sua rede.
Com o objetivo de reduzir ainda mais a incidência do tabagismo em Salvador, a mortalidade por doenças associadas ao cigarro,a SMS realiza amanhã (29) atividades pontuais contra a doença. As ações serão alusivas ainda ao Dia Mundial de Controle ao Tabaco, celebrado em 31 de maio.

Serviços gratuitos:
Rio Vermelho.
O Distrito Sanitário Barra Rio Vermelho realiza, das 8 às 12 horas, no espaço conhecido como Largo da Dinha, no Rio Vermelho serviços como avaliação da função respiratória, aferição de pressão arterial, orientações nutricionais como medição de peso, altura e circunferência abdominal, avaliação com estomatologista para prevenção de câncer de boca, além de distribuição de cartilhas e informações sobre os riscos do tabagismo oferecidos gratuitamente à população.
Profissionais de saúde do Centro de Referência em Doenças Cardiovasculares – CRDC Adriano Pondé em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia – Seção Bahia e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia – Secção Bahia, estarão disponíveis, a partir das 13h30, para dirimir dúvidas e encaminhar interessados para tratamento gratuito na rede pública de saúde.

Pernambués
A partir das 13h30, o Centro de Atenção Psicossocial - CAPS ad Pernambués promove uma aula aberta, em sua sede, sobre os males do tabagismo e suas implicações na saúde do indivíduo. A unidade está localizada na Rua Conde Pereira Carneiro, nº 271, Pernambués. 
O tabagismo é uma doença caracterizada pela dependência da nicotina, classificada no grupo de transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substâncias psicoativas. A Organização Mundial da Saúde estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes.
O consumo de derivados do tabaco causa quase 50 doenças diferentes, principalmente as cardiovasculares (infarto, angina) o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite). O tabagismo ainda pode causar impotência sexual no homem, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo, infecções respiratórias e trombose vascular.
Atualmente, a SMS, através de oito unidades, desenvolve atividades do Programa de Controle do Tabagismo, são elas:
-- CAPS ad Pernambués;
-- Centro de Saúde Dr. Edgard Pires da Veiga - Pau da Lima;
-- 14º Centro de Saúde Prof. Mário Andréa - Sete Portas;
-- USF Candeal Pequeno - Brotas;
-- 13º Centro de Saúde Prof. Eduardo Mamede - Mussurunga;
-- USF Dona Iraci Isabel da Silva - Gamboa;
-- Centro de Referência em Doenças Cardiovasculares - CRDC Adriano Pondé - Amaralina;
-- Centro de Saúde São Francisco - Tororó;

Dia Mundial sem Tabaco
O Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), especializada em doenças pulmonares terá várias atividades em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco comemorado no dia 31 deste mês. Com apoio do Programa Estadual de combate ao Tabagismo, a comemoração será antecipada para hoje a partir das 15 horas, no auditório da unidade hospitalar.

Na oportunidade serão entregues certificados a ex-fumantes acompanhados pelo Programa de Atendimento ao Tabagismo (PAT) do hospital, e que deixaram de fumar tem um ano. A programação também inclui uma palestra do pneumologista Francisco Hora Fontes, do Programa Estadual de Combate ao Tabagismo, sobre o tema “Como resistir à tentação do cigarro?”. Em seguida, serão entregues os certificados aos ex-fumantes e lançada oficialmente a extensão do programa (PAT), para atender pacientes internados no HEOM. 

ANGÚSTIA E PAZ...


Previne-te contra a angústia.

Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador.

Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.

Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.

Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.

Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.

Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.

A angústia possui gêneses várias.

Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.

Realmente não há motivos que justifiquem os estados de angústia. 
A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações. 
Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.

Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.

Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.

Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia.

Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.

Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.

A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.

Jamais duvide do amor de Deus.

Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.

Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Que esta mensagem chegue com nossas melhores vibrações de Paz e Saúde!!
Obrigado pela companhia!!!
Centro Espírita Caminhos de Luz – Pedreira – SP – Brasil.

Pelo Espírito Joanna de Ângelis, Médium: Divaldo Franco - Do site: http://www.oespiritismo.com.br/textos/ver.php?id1=171

ESTRESSE FAZ PESSOAS MANTEREM SEUS HÁBITOS, BONS OU MAUS...


FONTE: DA BBC BRASIL (f5.folha.uol.com.br).

Velhos hábitos são mesmo difíceis de largar - sejam eles bons ou maus.
Um estudo no periódico Journal of Personality and Social Psychology contradiz a ideia de que, quando estamos sob pressão, somos guiados a hábitos criticados, como comer ou comprar em excesso.
Na verdade, somos igualmente propensos a hábitos positivos, como frequentar a academia de ginástica e comer comida saudável.
Em resumo, os pesquisadores dizem que o estresse estimula, de fato, hábitos ruins, mas também reforça os bons.
DONUTS E AVEIA.
A equipe do estudo, da Universidade do Sul da Califórnia, observou os comportamentos de 65 estudantes ao longo de dez semanas.
O objetivo era estudar a força de vontade em momentos de estresse - no caso, durante o período de provas.
Descobriu-se que, quando os estudantes estavam estressados e dormindo menos do que o necessário, eles tendiam a praticar velhos hábitos, como se não tivessem energia o suficiente para fazer coisas novas.
Os que costumavam comer guloseimas e donuts de café da manhã comiam ainda mais durante a época de provas; os que eram saudáveis e preferiam comer alimentos à base de aveia também mantinham essa rotina.
Os que tinham o hábito de ler diariamente os editoriais dos jornais continuavam a fazê-lo mesmo quando tinham pouco tempo.
E frequentadores de academias de ginástica costumavam malhar ainda mais quando submetidos a estresse.


FORÇA DE VONTADE.
"Quando tentamos modificar nosso comportamento, fazemos uma estratégia quanto a nossas motivações e autocontrole", diz Wendy Wood, a professora que liderou o estudo.
"Mas, em vez disso, deveríamos pensar em como estabelecer novos hábitos. (Os velhos) persistem quando estamos cansados e não temos energia para exercer o autocontrole."
Considerando que todos nós nos estressamos em algum momento, "o foco em controlar o comportamento pode não ser a melhor forma em alcançarmos nossos objetivos. Se você não tem muita força de vontade, nosso estudo mostra que hábitos são muito mais importantes".
Para ela, as descobertas têm implicações para pessoas que querem de alguma forma afetar o comportamento de terceiros.
"A questão central dos esforços para a modificação de comportamentos deve ser: como formar hábitos saudáveis e produtivos? O que sabemos sobre a formação dos hábitos é que queremos que os comportamentos sejam fáceis de serem executados, para que as pessoas o repitam com frequência e ele se torne parte de sua rotina."

COM BOM HUMOR, OSCAR DIZ QUE, DESSA VEZ, O TUMOR “VEIO MALVADO”...


FONTE: Estadão Conteúdo, CORREIO DA BAHIA

“Estou fazendo o tratamento e espero que resolva. Se não resolver, paciência, minha vida foi muito boa”, disse o ex-jogador.


 De boné amarelo com o nome do Brasil, Oscar Schmidt fez na noite de terça-feira (28) a sua primeira aparição pública após a revelação de que sua luta contra o câncer continua. Ele passou por uma cirurgia em 30 de abril, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para a retirada de um tumor no cérebro, e ficou cinco dias internado.
Na noite desta terça-feira, o ídolo do basquete brasileiro voltou às suas atividades como palestrante, ao falar sobre liderança na Faap - ele havia cancelado cinco compromissos por causa da operação. Oscar afirmou que a palestra foi seu grande teste. Por causa da reação à quimioterapia e radioterapia, ele tem sentido enjoos e está tomando medicamentos para dormir. “Estou fazendo o tratamento e espero que resolva. Se não resolver, paciência, minha vida foi muito boa”, disse o ex-jogador de 55 anos, que já havia sido operado em maio de 2011, quando o problema se manifestou pela primeira vez.
“Ele (o tumor) veio de novo e, desta vez, veio malvado.” Em uma escala de 1 a 4, atribuída a agressividade de um tumor, o nódulo retirado recentemente, de 3mm, era de grau três. O primeiro, apesar de maior (6cm), tinha grau dois. Com bom humor, o ex-jogador disse que “espera viver até setembro”, para participar da cerimônia de entrada no Hall da Fama do Basquete nos Estados Unidos - ele já faz parte, desde 2010, do Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete (Fiba).

O evento será em Springfield (EUA), entre os dias 6 e 8 daquele mês. Segundo neurocirurgião Marcos de Queiroz Teles Gomes, responsável pelo tratamento do ex-jogador, Oscar pode viver muitos anos com qualidade de vida e sem danos das funções cerebrais. A aplicação de radioterapia e quimioterapia está prevista por cinco semanas, sendo que o paciente vai se submeter a ela pelo prazo que seu organismo tolerar. “Daqui a cinco ou seis meses teremos uma noção da resposta que o organismo dará ao tratamento”, disse o médico. As sessões serão realizadas de segunda a sexta-feira e, se o organismo dele tolerar, aos finais de semana.