FONTE: UOL Esporte, em São Paulo.
Um grupo “razoável”. Foi assim que o técnico Dunga considerou a chave do Brasil na Copa do Mundo de 2010 após o sorteio realizado na tarde desta sexta-feira na Cidade do Cabo, África do Sul. Na opinião do treinador, o equilíbrio que tomou o Grupo G do Mundial, com Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal, trará muito mais pontos positivos do que negativos à seleção brasileira.
“Achei um grupo razoável. São seleções que se classificaram bem, duas delas entre as melhores [nas Eliminatórias]”, avaliou Dunga em entrevista ao Sportv.
Para Dunga, o fato de o Brasil encarar logo na primeira fase equipes fortes como Costa do Marfim e Portugal ajudará o time a se concentrar melhor. E também aliviará a pressão popular por resultados.
“Isso é bom, porque a euforia sempre começa antes. Com um grupo desse, todo mundo fica concentrado, atento, e não tem a euforia que sempre tem com o Brasil”, comentou o técnico. “Sempre que o Brasil joga, as pessoas acham que o time tem obrigação de ganhar. Mas todo mundo tem. Nós temos o dever de buscar o resultado, é claro. Mas com um grupo desse, a gente fica mais tranquilo. Nesse momento, é preciso ter tranquilidade para trabalhar, ter um tempo maior de preparo e todo mundo ficar concentrado, porque não serão jogos fáceis”.
Dunga ainda analisou a formação das sete outras chaves do Mundial. Para ele, o equilíbrio tomou conta de todos os grupos, mas um, em especial, ele destacou como o menos difícil. “[A divisão] foi bastante equilibrada. Talvez a Espanha tenha uma vantagem, mas isso é na teoria. Os demais [grupos] estão equilibrados”.
Além de celebrar a chave sorteada para o Brasil, o técnico da seleção ainda festejou o fato de sua equipe ter caído no Grupo G, o que lhe permitirá fazer dois jogos em Johanesburgo - contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, e contra Costa do Marfim, no Soccer City.
“Nós gostaríamos que acontecesse isso, conforme nós já tínhamos planejado com o professor Américo [Faria, supervisor da seleção], e acabou acontecendo. A gente joga dois jogos no mesmo local e, se conseguirmos passar em 1º, a gente volta de novo. Fica como uma base fixa, e facilita bastante”, concluiu Dunga.
“Achei um grupo razoável. São seleções que se classificaram bem, duas delas entre as melhores [nas Eliminatórias]”, avaliou Dunga em entrevista ao Sportv.
Para Dunga, o fato de o Brasil encarar logo na primeira fase equipes fortes como Costa do Marfim e Portugal ajudará o time a se concentrar melhor. E também aliviará a pressão popular por resultados.
“Isso é bom, porque a euforia sempre começa antes. Com um grupo desse, todo mundo fica concentrado, atento, e não tem a euforia que sempre tem com o Brasil”, comentou o técnico. “Sempre que o Brasil joga, as pessoas acham que o time tem obrigação de ganhar. Mas todo mundo tem. Nós temos o dever de buscar o resultado, é claro. Mas com um grupo desse, a gente fica mais tranquilo. Nesse momento, é preciso ter tranquilidade para trabalhar, ter um tempo maior de preparo e todo mundo ficar concentrado, porque não serão jogos fáceis”.
Dunga ainda analisou a formação das sete outras chaves do Mundial. Para ele, o equilíbrio tomou conta de todos os grupos, mas um, em especial, ele destacou como o menos difícil. “[A divisão] foi bastante equilibrada. Talvez a Espanha tenha uma vantagem, mas isso é na teoria. Os demais [grupos] estão equilibrados”.
Além de celebrar a chave sorteada para o Brasil, o técnico da seleção ainda festejou o fato de sua equipe ter caído no Grupo G, o que lhe permitirá fazer dois jogos em Johanesburgo - contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, e contra Costa do Marfim, no Soccer City.
“Nós gostaríamos que acontecesse isso, conforme nós já tínhamos planejado com o professor Américo [Faria, supervisor da seleção], e acabou acontecendo. A gente joga dois jogos no mesmo local e, se conseguirmos passar em 1º, a gente volta de novo. Fica como uma base fixa, e facilita bastante”, concluiu Dunga.
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