Os
genéricos corresponderam a mais de 70% das 4,3 bilhões unidades farmacológicas
produzidas no ano passado.
A prescrição de
medicamentos genéricos no país aumentou 65% de 2015 a 2018. Mais barata, essa
versão de remédios foi prescrita em 34% das 115 milhões de receitas médicas
emitidas entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano.
Os dados foram
apresentados ontem (5), na sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa), durante a divulgação do balanço de 18 anos do primeiro registro de
medicamento genérico do Brasil.
Embora reconheça que o
Brasil demorou a iniciar sua produção de genéricos, ainda que a medida
estivesse prevista em lei, a Anvisa afirma que o país tem recuperado os
impactos dessa delonga e vem avançando. Os genéricos corresponderam a mais de
70% das 4,3 bilhões unidades farmacológicas produzidas no ano passado.
Atualmente, a gama de medicamentos genéricos disponível no mercado é bastante
ampla, sendo constituída por 6.300 produtos, fabricados por 120 laboratórios
diferentes. De 2014 para 2017, o número de novas drogas genéricas registradas
na Anvisa saltou de 146 para 336, um incremento de 130,1%.
Nesse período, a Anvisa
recebeu 1.830 pedidos de registro, dos quais liberou 1.229 para venda. Além
disso, em 2016 e 2017, ao analisar os padrões de qualidade de fármacos que já
estão sendo comercializados, mediante o chamado teste de biodisponibilidade ou
bioequivalência, a agência concluiu que 85,9% da amostragem cumpria as
exigências sanitárias.
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Com informações da Agência Brasil.


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