FONTE: Da redação
, https://www.istoedinheiro.com.br/
A vida
mais agitada e conectada tem contribuído para o aumento do estresse entre as
pessoas e causado diversos problemas de saúde. Agora, uma pesquisa publicada
pela Biological Reviews mostra que o estresse crônico pode ser um fator de
risco para a doença de Alzheimer.
De acordo
com os pesquisadores, o eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (eixo HPA) é a
principal via de resposta ao estresse no corpo e regula rigidamente a produção
de cortisol, um hormônio glicocorticóide. A desregulação do eixo HPA e o
aumento dos níveis de cortisol são comumente encontrados em pacientes com
Alzheimer e contribuem significativamente para o processo da doença.
“Na
população em geral, há diferenças interindividuais nas sensibilidades aos
glicocorticóides e nas respostas ao estresse, que se acredita serem devidas a
uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Essas diferenças podem, em
última análise, impactar o risco de um indivíduo de ter a doença de Alzheimer”,
diz o artigo publicado na revista científica.
Os
pesquisadores consideram que a relação com o estresse pode afetar os processos
cerebrais normais, aumentando o risco de neurodegeneração subsequente, tornando
o risco de Alzheimer maior.

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