Familiar sabia do
vírus há 17 anos, mas nunca contou à família.
Uma jovem de 22 anos, que mora no Brasil, mas não teve a
localização revelada, pode ter contraído o vírus HIV após dividir um alicate
com a primas mais velha que é portadora do vírus. Para chegar ao resultado, um
estudo da Universidade de São Paulo, através da AIDS Research and Human
Reroviruses, realizou uma série de exames.
De acordo com o site IFLScience, a jovem descobriu o
diagnóstico ao doar sangue pela primeira vez, e depois da investigação,
comprovou-se que ela não tinha se submetido a nenhum fator: era virgem (fato
comprovador por ginecologistas), seu namorado de dois anos e sua mãe não têm o
vírus (fora realizadas testes de DNA para certificar que a mulher era mesmo sua
mãe biológica), ela também nunca tinha feito transfusão de sangue ou passou por
qualquer cirurgia, além de não ter tatuagem ou piercing.
Após a investigação, os médicos perceberam que, desde os
12 anos, a jovem dividia equipamentos para cuidado com as unhas com uma prima
HIV positivo, que sabia do vírus há 17 anos, mas nunca contou à família.
Apesar do resultado, os médicos explicaram que esta forma de contágio é muito rara e que as chances de aumentaram muito porque a prima não estava tomando nenhum medicamento para o controle da doença. Ainda segundo os especialistas, mesmo não tenho 100% de transmissão por esse meio, é preciso ter cuidado nos salões de beleza, não só para a Aids, mas também vírus causadores de outras contaminações, como a Hepatite C.
Apesar do resultado, os médicos explicaram que esta forma de contágio é muito rara e que as chances de aumentaram muito porque a prima não estava tomando nenhum medicamento para o controle da doença. Ainda segundo os especialistas, mesmo não tenho 100% de transmissão por esse meio, é preciso ter cuidado nos salões de beleza, não só para a Aids, mas também vírus causadores de outras contaminações, como a Hepatite C.


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