A paralisação terá
início à 0h de segunda (11) e irá até a 0h de quarta (13). A expectativa é que
a adesão ao movimento seja feita pelos 24 mil funcionários.
Os trabalhadores do Sistema Eletrobras vão paralisar às atividades por
três dias, a partir da próxima segunda-feira (11), em protesto contra a
privatização da estatal. De acordo com a Coletivo Nacional dos Eletricitários
(CNE), os serviços essenciais não serão afetados.
A paralisação terá início à 0h de segunda-feira e irá até a 0h de
quarta-feira (13). A expectativa do Coletivo é que a adesão ao movimento seja
feita pelos 24 mil funcionários do sistema Eletrobras.
Segundo a Federação Nacional dos Urbanitários, que reúne os servidores
da Eletrobras, o movimento deve parar as áreas administrativas e atividades
fins, como operação e manutenção de todas as empresas de geração, transmissão e
distribuição de energia: Furnas, Chesf, Eletrosul, Eletronorte, Eletrobras e o
Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel), além das distribuidoras dos
estados do Piauí, Rondônia, Roraima, Acre e Amazonas.
De acordo com o coordenador do CNE e diretor jurídico do Sindicato dos
Urbanitários do Maranhão, Wellington Araújo Diniz, os serviços essenciais serão
garantidos, sem prejuízo aos usuários, e, caso aconteça alguma ocorrência no
sistema, os sindicatos acionarão as equipes de manutenção e urgência.
“Nossa greve é contra o processo de privatização da Eletrobras, que é
uma tentativa de desmonte das empresas do sistema elétrico nacional. A empresa
está sendo posta à venda por um preço vil para satisfazer interesses de grandes
grupos financeiros nacionais e internacionais e de países como a China, Itália
e França, que têm interesse em se apropriar do patrimônio estratégico que
representam as empresas do sistema Eletrobras”, avaliou o dirigente sindical.
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