O parlamento da Nova Zelândia aprovou nesta terça-feira uma lei que permite
o uso medicinal da maconha, que poderá ser adquirida no país com uma receita
médica pelos pacientes que sofrem de dores crônicas.
A emenda à Lei de Abuso de Drogas elimina a definição do cannabidiol como droga controlada e a transforma em um remédio sob prescrição.
Assim, será permitido que as empresas produtoras de maconha medicinal possam produzir e comercializar seus produtos tanto para o mercado local como o internacional.
A emenda à Lei de Abuso de Drogas elimina a definição do cannabidiol como droga controlada e a transforma em um remédio sob prescrição.
Assim, será permitido que as empresas produtoras de maconha medicinal possam produzir e comercializar seus produtos tanto para o mercado local como o internacional.
"As regulações, normas para as licenças e os padrões de qualidade serão determinados com o conselho de especialistas durante o ano da entrada em vigor da lei", explicou em comunicado o ministro da Saúde, David Clark.
A legalização do uso medicinal da maconha na Nova Zelândia é a segunda em um país da Oceania depois que o estado de Victoria, no sudeste da Austrália, a aprovou em 2016.
As pesquisas, entre elas os resultados publicados em 2015 no "Journal of the American Medical Association", mostram que a maconha tem efeitos positivos durante o tratamento da dor crônica.
No entanto, existem dúvidas sobre os efeitos secundários e a questão de sua eficácia continua sendo um tema polêmico em nível mundial.
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