Aproximadamente 2.000
caminhoneiros mobilizam-se em novos grupos de WhatsApp por nova paralisação na
2ª feira (22.jul.2019). A greve ainda não é consenso entre a categoria. As
informações são da Folha de S.Paulo.
A categoria é contrária
à resolução da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que estipulou
nova tabela de frete rodoviário, cujos valores ficaram abaixo do esperado. Os
preços começaram a valer neste sábado (20.jul).
Na próxima semana, o
ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) deve-se reunir com a categoria
para discutir o assunto. A tabela foi elaborada pela Esalq-Log, da USP, e
a próxima revisão oficial está prevista para o início de 2020.
Em 2018, caminhoneiros
pararam por mais de uma semana, causando uma crise no abastecimento do país. A
greve foi motivada pela alta do diesel. Uma parte dos articuladores daquele
movimento não está nesses novos grupos criados.
Os nomes dos grupos
seguem 1 padrão: paralisação mais a data de 22.jul e a abreviação do Estado. Na
descrição, a observação: “Publicações fora do contexto das pautas dos
caminhoneiros não serão aceitas. FOCO NA MISSÃO!”.
Os participantes
compartilham notícias, opiniões, críticas e elogios ao presidente Jair
Bolsonaro. Há também “infiltrados”: jornalistas e até membros do governo.
Eventualmente, pessoas descobertas são expulsas.


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