Os
problemas de fertilidade são mais comuns do que parecem, mas a culpa nem sempre
é da genética. Pelo contrário. A alimentação é um dos aspectos que mais
interfere na fertilidade, para o bem e para o mal. As dietas desequilibradas, o
consumo elevado de álcool e a ingestão regular e exagerada de alimentos
processados são os principais inimigos dos casais que pretendem aumentar a
família. Já a alimentação saudável pode ter o efeito oposto e servir de
trampolim para a concepção, especialmente se a aposta for feita nos alimentos
certos.
Conta
o site Eat This, Not That! que o leite de vaca semi-desnatado é um dos
alimentos que devem entrar no cardápio, salvo se a pessoa for intolerante à
lactose. No caso das mulheres, esta bebida é uma opção bastante válida, uma vez
que a ciência já provou que o leite magro ou gordo consegue reduzir os
riscos de infertilidade.
Aliados
do organismo, do peso saudável e dos níveis de energia, os carboidratos
complexos (como os cereais integrais), são outra opção para impulsionar a
fertilidade, segundo a publicação, destacando os bons níveis de fibra e o poder
deste componente no organismo.
Quando
a mulher tenta engravidar após os 35 anos, os peixes gordos podem ser bons
amigos, uma vez que são ricos em ácidos graxos ômega 3, fundamentais para o
sistema reprodutor.
Por
acelerar o metabolismo, favorecer a perda de gordura e oferecer ainda um vasto
leque de nutrientes, o chá é uma excelente opção, contanto que se
preste atenção aos níveis de cafeína, que podem comprometer a qualidade do
sono e, com isso, aumentar o estresse (um dos maiores fatores de influência na
fertilidade).
Alvo
de algum ceticismo, especialmente para o sexo masculino, a soja pode ser
uma aliada das mulheres, não por aumentar diretamente a fertilidade, mas por
funcionar como um escudo protetor contra os abortos espontâneos.


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