De
acordo com a PRF, as pedras foram retiradas de forma ilegal da Reserva
Roosevelt, região conhecida pela extração de diamantes.
Uma mulher foi flagrada
com cerca duas mil pedras preciosas escondidas na calcinha em Rondônia, na
manhã de sexta-feira (19). Ela, que não teve a identidade revelada, e o companheiro
foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que abordavam motoristas na
BR 364, altura do município de Vilhena, na divisa do com o estado do Mato
Grosso, a cerca de 700 km de Porto Velho.
De acordo com a PRF, as pedras foram retiradas de forma ilegal da Reserva Roosevelt, região conhecida pela extração de diamantes, localizada no município de Espigão do Oeste, no sul de Rondônia.
A ação foi desencadeada depois que os agentes abordaram uma caminhonete, modelo Chevrolet S-10, na Rodovia, que seguia no sentido Cuiabá. O veículo era conduzido por um homem de 65 anos. A mulher, de 41 anos, também estava no carro. De acordo com a PRF, ele trabalha como pedreiro e ela é fisioterapeuta. O casal mora em Porto Velho.
De acordo com a PRF, as pedras foram retiradas de forma ilegal da Reserva Roosevelt, região conhecida pela extração de diamantes, localizada no município de Espigão do Oeste, no sul de Rondônia.
A ação foi desencadeada depois que os agentes abordaram uma caminhonete, modelo Chevrolet S-10, na Rodovia, que seguia no sentido Cuiabá. O veículo era conduzido por um homem de 65 anos. A mulher, de 41 anos, também estava no carro. De acordo com a PRF, ele trabalha como pedreiro e ela é fisioterapeuta. O casal mora em Porto Velho.
Durante a abordagem,
eles demonstraram nervosismo no momento em que foram abordados pelos policiais.
Conforme informou a PRF, antes de serem revistados, "a mulher confessou
que conduzia, sob as roupas íntimas, envelopes contendo pedras preciosas."
Foram apreendidas um total de 1.930 unidades. Aos policiais, o casal relatou que adquiriu o material na cidade de Ji-paraná, em Rondônia pelo valor de R$ 300 mil. Afirmaram ainda que o objetivo era transportar as pedras até Foz do Iguaçu, no Paraná, onde seriam negociadas.
Após o flagrante, os dois foram detidos e levados para a Delegacia da Polícia Federal. Eles, conforme ressaltou a PRF, "deverão ser enquadrados pelo crime de usurpação de matéria-prima da União". O órgão informou ainda que só após a perícia será possível definir as espécies das pedras.
Foram apreendidas um total de 1.930 unidades. Aos policiais, o casal relatou que adquiriu o material na cidade de Ji-paraná, em Rondônia pelo valor de R$ 300 mil. Afirmaram ainda que o objetivo era transportar as pedras até Foz do Iguaçu, no Paraná, onde seriam negociadas.
Após o flagrante, os dois foram detidos e levados para a Delegacia da Polícia Federal. Eles, conforme ressaltou a PRF, "deverão ser enquadrados pelo crime de usurpação de matéria-prima da União". O órgão informou ainda que só após a perícia será possível definir as espécies das pedras.


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