A agressão a
jornalistas e aos veículos de comunicação tem crescido nos últimos anos. Na
quinta-feira, 16, o relatório "Violência contra Jornalistas e Liberdade de
Imprensa no Brasil", da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj),
apontou que no período de um ano, o número de 135 agressões aumentou para
208, sendo que dos 54% dos taques registrados, 121 casos são do presidente
Jair Bolsonaro.
Segundo a Fenaj, 114
casos são de tentativas de descredibilização da mídia, que são a maioria dos
ataques à liberdade de imprensa no Brasil. Esta categoria não constava nos
relatórios anteriores e foi criada em razão da institucionalização das
críticas.
As brigas entre o
presidente e os jornalista tem se agravado. No documento, a Fenaj mostra que as
agressões são verbais, descredibilização da imprensa e ameaças ou intimidações.
Os locais com o maior
registro de agressão, são o Sudeste com 44 registros, seguido pelo Distrito
Federal com 13.


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