FONTE: DE SÃO PAULO (www1.folha.uol.com.br).
Para a Merck Sharpe & Dohme, que produz o Propecia, o estudo é limitado, porque os pacientes foram contatados por telefone e não passaram por avaliações clínicas que comprovassem a ligação entre as disfunções sexuais e o uso de finasterida.
Em estudos duplo-cegos feitos pelo laboratório com a droga e 3.200 homens, os efeitos foram revertidos "no máximo três meses após a descontinuação", diz a nota da MSD.
E 1,7% dos pacientes descontinuaram o tratamento por redução da libido, disfunção erétil e redução do volume ejaculatório.
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