sábado, 27 de fevereiro de 2016

MULHER FAZ TATUAGEM PARA AVISAR AS PESSOAS QUE É SURDA DE UM OUVIDO...

FONTE: Redação RedeTV! (www.redetv.uol.com.br).


Um jovem que é surda de um ouvido fez uma tatuagem para alertar as pessoas a não falarem com ela do lado esquerdo.


A usuária do Instagram @raingoose desenhou o ícone de som desativado que aparece nos computadores para alertar as pessoas sobre sua deficiência. "Já que eu sou surda de um ouvido eu pensei que esta seria uma maneira amigável de dizer para todo mundo não falar comigo do meu lado esquerdo", escreveu.

MOCHILA NÃO DEVE ULTRAPASSAR 10% DO PESO DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES...

FONTE: Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasileira, TRIBUNA DA BAHIA.

É importante que os pais fiquem atentos para evitar peso em excesso e ajuste incorreto.


A mochila escolar é um item que faz parte da rotina de crianças e adolescentes e a forma com que eles gostam de usar vai mudando ao longo do tempo.

Por isso é importante que os pais fiquem atentos para evitar peso em excesso e ajuste incorreto, já que isso pode causar lesões e dores. É o que orienta a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot).

Segundo o ortopedista e membro da Sbot, Miguel Akkari, o peso correto da mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança. As queixas de dores são frequentes nos consultórios, segundo Akkari.

“O que nós observamos são as queixas agudas, geralmente dor nas costas, nos braços e nos ombros”, explicou. O ortopedista ressalta, entretanto, que os problemas podem ser mais sintomáticos para aquelas crianças e adolescentes que precisam caminhar até a escola levando o material. “É mais significativo pelo tempo de esforço que ele faz”, disse. 
Para o ortopedista, os pais devem ficar de olho e orientar seus filhos a evitar carregar materiais desnecessários.

Blitz das mochilas. 
“Hoje não é mico usar mochila de rodinha”. É o que o psicopedagogo do Colégio Marista, Ricardo Timm, tenta explicar para os alunos. Todos os semestres, há três anos, a escola realiza uma campanha de conscientização com pais e alunos, com uma “blitz da mochila”, para pesagem, e orientação em sala de aula.
A estudante do 8º ano, Maria Luiza, de 12 anos, foi pega na blitz com excesso de peso na mochila e reconheceu o erro. “Eu acho que às vezes levo coisas desnecessárias na mochila, mas não sinto ela pesada. Vou me preocupar um pouco mais agora”, disse.
Já Sophia Sousa, de 14 anos, estudante do 9º ano, disse que sente um pouco de dor às vezes e vai optar pelo uso do armário da escola.

“Eu ainda tenho que pegar meu armário e aí vou melhorar o peso da mochila. Eu acho que é bem legal esse tipo de ação e é importante para conscientizar porque tem algumas pessoas que vejo com a mochila lá embaixo, paras as costas isso é ruim”, disse.
O psicopedagogo contou que um número grande de alunos utilizam mochilas de rodinhas. “Até o 5º ano quase todos, 6º e 7º também. Nos 8º e 9º aos é que temos mais resistência por parte dos meninos. À medida que ele vão se tornando jovens eles acham que a rodinha é um mico”, disse, explicando que os pais podem ser mais enfáticos no uso da mochila de rodas para mudar essa cultura desde cedo. “Muitos adultos já usam no dia a dia”, argumentou Timm.
Segundo ele, hoje, uma mochila só de material escolar deve pesar em torno de 7 quilos, o que é muito para crianças menores.
 O que comprar e como utilizar.

O ortopedista da Sbot, Miguel Akkari, orienta que na hora da compra se dê preferência a mochilas de duas alças porque distribuem o peso linearmente nos ombros; e que as alças sejam largas (mínimo de 4 cm) e acolchoadas. Mochilas com vários compartimentos e com cinto abdominal também são recomendadas.
Ao utilizar é importante, além de evitar o excesso de peso, usar as alças nos dois ombros, segundo Akkari, e regular para que ela fique na altura da cintura (que termine no início da região glútea). O material mais pesado deve ser colocado junto às costas.
O uso de mochilas com rodinhas pode ser uma alternativa, no entanto, é preciso ter cuidado com a alça do carrinho que deve estar a uma altura apropriada, as costas devem estar retas ao puxá-la. É importante observar também o percurso a ser feito.

“Se é ambiente com escada e desnível, em vez de facilitar vira um empecilho. A mochila de rodinha tem sua utilidade se o percurso for com poucos obstáculos”, explica Akkari.

QUE TAL FAZER UM PIERCING NO DENTE?...

FONTE: Redação, (www.msn.com).



No umbigo, no nariz, na boca, na língua… e no dente, já pensou em colocar um piercing lá? A moda já foi utilizada por artistas como Katy Perry e chegou até o mundo do futebol, com o jogador brasileiro Daniel Alves, do Barcelona.

Para colocar o adereço, é simples. Com uma visita ao cirurgião-dentista, o piercing, normalmente uma pequena pedra feita de zircônia, é colado no dente com uma cola adesiva, sem que aconteça desgaste do dente. “Não há contraindicação ou efeito colateral. Não é feito nenhum desgaste no dente, porque o dentista passa um aço que deixa o esmalte do dente cheio de porosidades para que o adesivo entre nessas porosidades e proporcione adesão”, explica o professor da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em dentística Rodrigo Albuquerque.

Por ser um acessório utilizado por um pequeno período de tempo, o piercing não requer muitos cuidados ou manutenção, mas o professor Albuquerque recomenda “se quiser prolongar o uso, use sempre uma escova de dente macia pra diminuir o atrito entre dente e joia”. Quando consumir alimentos muito duros, como torresmo e pé de moleque, procure morder com outros dentes. “Evite fumar e ingerir alimentos com corantes, como refrigerante e café, para que não haja manchas entre o piercing e o dente”, lembra. A falta de higiene também pode causar placa bacteriana entre a joia e o dente.

Quando quiser retirar o acessório, volte ao consultório do dentista. Nada de tirar em casa. “O gaste dentário é mínimo, mas se retirado de forma indevida, pode causar problemas mais graves no esmalte do dente”, indica o professor. Sempre procure o profissional adequado para esse procedimento. A colocação, junto com a pedra, custa em torno de R$ 800.


Se você buscar algo mais chamativo, pode trocar o piercing pelo Grillz, que são jóias que cobrem os dentes com brilhantes ou metais. Com o Grillz, você também precisa ir ao consultório do dentista para colocar. Vale prestar atenção nos riscos: pode ocorrer acúmulo de restos de alimentos entre o acessório e os dentes, gerando porosidade ao esmalte do dente e até cáries.

SAIBA O PERIGO DO MAU USO DAS LENTES DE CONTATO; SIGA AS RECOMENDAÇÕES...

FONTE: Yuri Abreu, TRIBUNA DA BAHIA.


Existem lentes de uso constante com trocas mensais, anuais e até mesmo diárias, mas cada uma tem sua indicação mediante recomendação do especialista.



Há cerca de cinco anos, Vanessa Costa usa lentes de contato por conta dos 4,5 graus de miopia, além de um grau de astigmatismo em cada um dos olhos. Ela já havia tentado usar óculos, mas a incomodava o fato de as lentes serem muito grossas.

“Além disso não é em toda armação solar que pega grau. Em uma cidade como a nossa, de sol intenso, as vezes é difícil não usar óculos escuro, principalmente pra quem já tem sensibilidade a luz”, disse a jornalista.

Por conta disso, ela optou pelo uso das lentes de contato. Contudo, desde o início de janeiro, ela vem passando por um verdadeiro transtorno, justamente com as lentes, por conta de uma úlcera no olho. Tudo começou durante uma ida à praia.

“Senti um ardor e incomodo, mas como estava sem material para limpeza, deixei para retirar quando chegasse em casa, com as mãos limpas. Mas, quando fui tentar tirar, o olho ardia tanto que precisei de ajuda pra deixar o olho aberto enquanto tentava puxar a lente que parecia estar colada”, narrou.

Após três dias, sem quaisquer condições de ir ao trabalho por não conseguir manter o olho direito aberto, Vanessa procurou um médico oftalmologista em uma emergência. Após o exame, foi constatada uma úlcera de córnea profunda. A partir daí, teve início o tratamento.

“É muito lento. Fazia visitas à médica duas vezes por semana para verificar a evolução do tratamento além de usar um lubrificante antiinflamatório. Os 15 primeiros dias foram os mais complicados, tendo que colocar colírio de hora em hora”, relatou Vanessa.
Atualmente, apesar de a úlcera já estar fechada, a córnea ainda está, segundo ela, inflamada. A situação deixou marcas nos olhos da jornalista. “Tenho uma cicatriz visível na íris e ainda incomoda muito a claridade. Coloquei grau em um óculos escuro para poder sair durante o dia”, contou ela, que já voltou a trabalhar. Na próxima semana, ela passará por nova consulta de revisão.
Higiene.
Questionada se teria a devida higiene com as lentes de contato, ela disse que faz a utilização correta do objeto, mas que teria falhado ao usá-las durante a ida à praia. “Estamos expostos ao vento e a salinidade, sem levar algo para lavar a lente e guardá-la devidamente, em caso de uma areia nos olhos. Nunca tive problema com lentes antes, esse foi o primeiro, e grave”, disse.

Situações como a dela, segundo especialistas, além de causar a própria úlcera, podem levar também à perda da visão. Por isso, todo cuidado é pouco e a higienização tem de ser levada bastante em conta antes do uso das lentes de contato.

“O uso delas requer um cuidado muito especial com a sua higiene e conservação. Se o paciente não apresenta essas condições o uso da lente é contra indicado”, explicou o médico oftalmologista e membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), Cléber Godinho.

Segundo ele, existem lentes de uso constante com trocas mensais, anuais e até mesmo diárias, mas cada uma tem sua indicação mediante recomendação do especialista.

“Elas exigem revisões periódicas e, ao primeiro sinal de incomodo, o oftalmologista deve ser acionado. Um sintoma leve de corpo estranho ou olho vermelho é o primeiro sinal de alerta e o oftalmologista que adapta lente tem que ter consultório sempre disponível, assim evita que esse pequeno sintoma possa transformar em uma coisa mais seria”, alertou.

Ainda de acordo com Godinho, o diagnóstico precoce auxilia o tratamento e a solução do problema, mais uma vez fica evidente a presença do médico oftalmologista como um profissional capaz de resolver o problema.

“Muitas vezes depois da cura e da área de localização da visão o paciente pode voltar a sua visão normal e muitas vezes isto só acontece fazendo um transplante de córnea ou adaptação de lentes especiais para devolver a sua visão normal”, salientou.

Compartilhamento também traz riscos.
Pensando na estética, muita gente tem feito à opção de colocar as chamadas lentes coloridas, com o objetivo de alterar a cor dos olhos. Mas, de acordo com Cléber Godinho, o que tem mais chamado a atenção nos últimos tempos é o uso compartilhado desse material.

“Isso nos traz uma preocupação constante. O paciente, com isso, está com o risco extremamente aumentado de pegar uma infecção, que pode ser de uma conjuntivite simples de fácil tratamento a uma úlcera de córnea que, se não tratada corretamente pelo oftalmologista, pode levar a danos irreparáveis”, pontuou.


Para Vanessa Costa, a situação deixou um aprendizado, após ter tido a recomendação de não usar lentes pelos próximos quatro meses.

“Estou avaliando se ainda vou utilizar. No mais, vejo um uso indiscriminado de lentes de contato sem necessidade, pessoas que querem mudar apenas a cor dos olhos, quando poderiam assumir o que foi dado por Deus. Acho que a mudança não vale o risco de perder a visão”, finalizou.

EM ATO HEROICO, MENINA MORRE ATROPELADA APÓS SALVAR DUAS CRIANÇAS NOS ESTADOS UNIDOS...

FONTE: Redação RedeTV! (www.redetv.uol.com.br).


A pequena Kiera Larsen, de 10 anos, morreu após ser atropelada por um carro em Los Coches, na Califórnia (Estados Unidos). A garota foi atingida enquanto tirava duas crianças da rota do veículo. O caso aconteceu na última segunda-feira (22).

Segundo as informações do Metro, a vítima estava brincando em frente a sua casa quando o automóvel de um dos seus vizinhos começou a descer a rua na direção das meninas.

Com instinto, Kiera correu e tirou a dupla da rua, mas não conseguiu desviar e foi atropelada. Ela foi socorrida por paramédicos e levada até o hospital Sharp Grossmont, mas não sobreviveu aos ferimentos.

Alissa Jenkins, mães das crianças salvas, afirmou que a garota tornou-se uma "grande irmã" para suas filhas, de um e dois anos. "Ela [Kiera] salvou minhas duas filhas. Ela é uma verdadeira heroína. Sempre será o anjo da guarda delas", disse.

O agente de trânsito, Kevin Pearlstein, considerou o ato como "heroico". "Ela se sacrificou pelas duas crianças", comentou Kevin. Ele ainda alegou que sua equipe fará uma inspeção no carro para descobrir o que houve com o freio de mão.


Uma campanha de arrecadação online foi criada para ajudar a família com as despesas do funeral da jovem. Até o momento já foram arrecadados mais de US$ 60 mil (cerca de R$ 237 mil).

ESTUDO BRASILEIRO PODE AJUDAR A DEIXAR A SUA CARNE DE CHURRASCO MAIS MACIA...

FONTE: *** Do UOL, em São Paulo, (noticias.uol.com.br).


Churrasco com carne dura não dá, né? Pois um estudo brasileiro pode diminuir bastante esse problema. Cientistas brasileiros da Esalq da USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo) se debruçaram por três anos sobre os bovinos para descobrir genes que impactam na maciez da carne. Tal novidade pode chegar, no futuro, ao seu prato.

O estudo identificou alguns pontos importantes que podem fazer um bovino ter carne macia ou não. Isto pode ser benéfico para quem consome carne e para a indústria alimentar do país – o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, segundo o IBGE. Para Tássia Mangetti Gonçalves, uma das cientistas envolvidas, o estudo pode gerar uma "nova era na ciência animal".

A pesquisa.

Para o estudo, foi analisado o DNA da raça Nelore, que representa cerca de 80% do gado brasileiro. Passo a passo, os cientistas investigaram quais bois tinham genes deletados e quais continham os mesmos genes com muito mais cópias do que um animal considerado comum. O segundo objetivo foi analisar o impacto fisiológico e fenotípico por conta da ausência ou da abundância desses genes.

E qual foi o resultado? Pois bem: o grupo de pesquisa percebeu que a maciez da carne pode ser regulada pelo metabolismo do animal, com destaque para a morte celular programada. Os cientistas ainda identificaram diferenças nos genes de bovinos com o que já havia sido descrito em pesquisas anteriores. Isso mostra que outros genes podem ser responsáveis pela maciez das carnes.

Uma das grandes novidades é a identificação de microRNAs que são potenciais reguladores da maciez do animal. A pesquisa continuará, mas com os dados já coletados pode ser realizada uma melhor seleção dos bovinos.


*** Com informações da Agência USP.

FRANCESA CONTRAI ZIKA APÓS TER RELAÇÃO SEXUAL COM BRASILEIRO...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).

O caso foi divulgado pela ministra da Saúde da França Marisol Touraine.
Marisol Touraine, ministra da Saúde da França, confirmou o primeiro caso de transmissão do vírus zika no país através de relação sexual. Segundo o jornal O Globo, uma mulher foi contaminada por seu parceiro brasileiro. Ainda de acordo com a ministra, a mulher não está grávida.

  

A ministra informou que o casal vive em Paris. Ela passa bem. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem alertado para o risco de transmissão do vírus por relações sexuais. O primeiro caso identificado ocorreu no Texas.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomendou o uso de camisinha aos homens e mulher que viajarem para países com epidemia do vírus.

COMO PODEMOS CONTROLAR A FOME?...


FONTE:, (noticias.uol.com.br).

A fome é a maneira de nosso corpo nos levar a buscar comida para sobreviver. É um instinto animal poderoso que pode motivar condutas extremas.

É resultado da leitura que o cérebro faz de mudanças nos níveis de hormônios e nutrientes no sangue.
Nossa reação a esse sentimento pode nos levar a ingerir alimentos pouco recomendáveis ou em excesso.

Mas, ao entender nossa fome, é possível controlá-la melhor?

Por que não me sinto satisfeito?

O sistema digestivo humano está em permanente comunicação com o cérebro.

O sistema digestivo humano envolve uma interação complexa entre órgãos.

A maneira como nos sentimos é influenciada pelo que comemos.

Se não nos sentimos cheios, nossos cérebros continuarão desejando que busquemos alimentos.

Diferentes tipos de comida afetam o cérebro de várias maneiras. As gorduras, por exemplo, enganam o cérebro indicando a ingestão de menos calorias, o que nos leva a comer mais.

Isso ocorre porque tais alimentos, como manteiga ou frituras, estão densamente carregados de energia.

As fibras, por outro lado, provocam a liberação de hormônios intestinais que promovem sensação de saciedade.

Uma dieta com poucas fibras, com pouco ou nenhum alimento integral ou frutas e vegetais, pode fazer com que fiquemos sempre com fome.

Alimentos com baixo índice glicêmico (IG), como nozes, vegetais e grãos, liberam energia mais lentamente do que aqueles com IG alto, como pão branco e açúcar.

Por isso, ingerir alimentos de baixo IG controla o apetite, ao aumentar os níveis de hormônios intestinais que nos fazem sentir saciedade.

É culpa do meu organismo?

Será que algumas pessoas possuem predisposição a ter mais fome?

Os hormônios, moléculas que regulam processos biológicos e atuam como sinais químicos entre os órgãos, podem ter efeito poderoso nas dietas.

Dois hormônios, o hormônio peptídico intestinal (PYY) e o peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1), enviam mensagens desde o intestino ao cérebro para avisar quando estamos satisfeitos.

Seus níveis aumentam após as refeições, mas existem pessoas com baixas quantidades desses hormônios. Nesse caso, é preciso ter mais cautela ao comer, pois há menor chance de sentir saciedade após a ingestão de uma porção normal de comida.

Outros hormônios influenciam a fome. A leptina e a grelina, por exemplo, marcam a diferença entre fome e satisfação.

A leptina é liberada por células que formam o tecido adiposo do corpo, que todos temos, e controlam o apetite. A grelina faz o estômago roncar, para nos lembrar que é preciso comer.

Obesos costumam desenvolver resistência aos efeitos da leptina, pois o organismo dessas pessoas acaba se acostumando a altos níveis desse hormônio, o que diminui seu efeito.

Quando uma pessoa com sobrepeso faz dieta, a redução de leptina que acompanha qualquer queda de reservas de gordura pode provocar a sensação de estar "morrendo de fome".

Comida como consolo?

A comida fornece prazer imediato, ainda que logo venha o arrependimento. Mas a memória do prazer é mais intensa.

Outro hormônio que afeta o apetite é a serotonina, que faz nos sentirmos felizes após comer. Alimentos doces produzem rápido aumento de energia, o que pode melhor temporariamente o ânimo.
A comida é como uma droga: as mesmas áreas do cérebro que se ativam na alimentação funcionam com o vício em drogas.

Alimentos podem estar estritamente vinculados a situações sociais, como jantar com amigos, daí pode ser difícil comer menos pelos possíveis impactos na vida social.

O chamado apetite emocional pode ser uma resposta ao estresse. O hormônio cortisona causa desejo por comida altamente energética. Os hormônios do estresse fomentam também a formação de células adiposas, que dão mais espaço ao corpo para armazenar gordura.

Há pessoas que comem demais quando estão estressadas ou deprimidas, enquanto outros o fazem quando se sentem felizes.

Mas há grandes diferenças individuais, e até as estações do ano influenciam: a maior parte das pessoas come mais no inverno.

Bons e maus hábitos.

A fome é causada por vários fatores, resultado de interações entre o cérebro e o sistema digestivo.
Mas há como controlá-la.

O contexto em que se come é importante e cria hábitos. Comer em horários regulares pode ajudar a reduzir os sentimentos irresistíveis de fome.

Dietas rápidas não nos fazem sentir menos famintos, mas trocar costumes, sim. Pequenas e duradouras mudanças na dieta e exercícios, por exemplo. Fazer listas de compras e manter a disciplina, sem ir ao mercado em momentos de estresse.

Porções reduzidas em pratos menores também podem a ajudar a comer menos sem sentir fome logo.
No entanto, largar maus hábitos pode ser difícil psicologicamente.

Há comidas ou bebidas que ajudam a reduzir a fome?

Há várias coisas que teriam a capacidade de ajudar a reduzir o apetite. Eis alguns exemplos.

Chá verde.

Em 2011, um estudo mostrou que o extrato de chá verde reduzia o aumento de peso em ratos obesos. O extrato diminuiu a capacidade de absorção de gordura dos ratos, mas não o apetite dos roedores.

Medicamentos.

Em geral, são prescritas apenas a pessoas com problemas de obesidade. Existem remédios para ajudar a reduzir o apetite ou impulsionar a perda de peso. Mas pode haver efeitos colaterais desagradáveis.

Amêndoas.


Amêndoas contêm muitas fibras, bem como vitaminas e minerais. Um lanche formado por uma porção de amêndoas pode conter a fome por cerca de 30 minutos.

MÉXICO RECONHECE CACHAÇA COMO PRODUTO BRASILEIRO...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).
A cachaça vendida no México só poderá levar no rótulo o nome da bebida se for feita no Brasil.
Os governos do Brasil e do México anunciaram a conclusão das negociações para o reconhecimento da denominação de origem da cachaça e da tequila. Na prática, o acordo garante que a cachaça vendida no México só poderá levar no rótulo o nome da bebida se for feita no Brasil.

O mesmo vale para a tequila comercializada no Brasil. Chamado de “acordo cachaça-tequila”, a negociação visa proteger os países de concorrentes que queiram se beneficiar da reputação dessas duas bebidas.

PIERCING DEVE SER REMOVIDO A CADA HIGIENIZAÇÃO BUCAL...

FONTE: Redação, (www.msn.com).



Na língua, no lábio ou na bochecha. Um piercing na região bucal merece cuidado redobrado independentemente do material de que é feito - ouro, prata, titânio ou resina.

Segundo o cirurgião-dentista Miguel Ângelo Rodrigues, podemos considerar o piercing como uma “ferida que não fecha”. Por isso é fundamental muita atenção na hora da higienização. Além de escovar os dentes normalmente, a pessoa precisa tirar o acessório para limpá-lo corretamente. Além de evitar usar álcool: o líquido causa danos à saúde pois provoca irritações em mucosas, como é o caso da boca. Rodrigues conta que o ideal é higienizar com água ou mesmo pasta de dente.

Logo após a colocação, recomenda-se passar antisséptico bucal sem álcool três vezes ao dia, segundo Paula Rocha, de um estúdio de piercings e tatuagens. Para limpar o acessório, é ideal que a escova de dentes seja trocada. Comidas gordurosas e carne de porco devem ser evitadas por 15 dias porque atrasam a cicatrização. Enquanto alimentos muito quentes podem agravar o inchaço causado pela perfuração, cítricos e apimentados não são aconselhados devido à ardência que podem provocar. Não ingerir bebida alcoólica destilada, não fumar e não beijar são outros cuidados importantes nesses primeiros dias.

Outro cuidado fundamental é na hora de escolher o material do piercing. Ouro, prata e titânio são bem aceitos por especialistas. Rodrigues lembra que os materiais são utilizados para outros cuidados com a boca, como o caso de implantes. Mas o consumidor deve ter certeza que comprou o acessório feito nesses três materiais. É mais comum do que imaginamos piercings feitos de latão sendo comercializados como se não oferecessem riscos de infecção. “É fundamental cuidar a procedência”, alerta Rodrigues.

Sem a correta limpeza do piercing há a possibilidade da formação de uma placa bacteriana, a famosa sujeira, que pode se tornar uma infecção. Dependendo da gravidade, até mesmo um câncer de boca pode surgir a partir dos maus cuidados com o acessório colocado na boca. Se for colocado na língua, o cuidado deve ser ainda maior, já que a região é mais propícia a infecções.


Fique de olho também para evitar batidas ou mordidas nos acessórios. Os de metais podem acabar quebrando os dentes; e quando colocados no lábio, uma batida pode rasgá-lo.

ESTUDO LIGA OBESIDADE A MEMÓRIA RUIM...

FONTE: , James Gallagher, Editor de Saúde da BBC News (noticias.uol.com.br).


Um pequeno estudo realizado na Grã-Bretanha sugeriu que pessoas obesas podem ter memória pior do que as magras.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge realizaram testes em 50 pessoas e identificaram relação entre sobrepeso e pior "memória episódica", a habilidade de lembrar experiências passadas.

O estudo foi publicado na revista especializada Quartely Journal of Experimental Psychology. O trabalho afirma que uma memória menos intensa de refeições recentes pode levar a pessoa a comer em excesso.
No entanto, outros aspectos da memória, como conhecimento geral, não foram afetados.

Experiências anteriores em ratos já mostraram que excesso de peso afeta o desempenho em testes de memória, mas estudos em humanos eram inconclusivos até o momento.

As experiências em Cambridge analisaram a memória episódica, a que leva a pessoa a lembrar o cheiro de uma xícara de café ou o tato no momento em que segura a mão de outra pessoa.

Metodologia.

Para a experiência, os cientistas recrutaram 50 pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) variando de 18 (considerado saudável) a 51 (muito obeso).

Nos testes, participantes ficavam em frente à tela de um computador e tinham que "esconder" objetos em momentos diferentes e em cenas diferentes que apareciam na tela.

Depois eles tinham que lembrar o que haviam escondido, quando e onde.

Os acertos entre pessoas obesas foram 15% mais baixos do que entre as magras.

"O que estamos sugerindo é que um IMC mais alto reduz de alguma forma a vivacidade da memória, mas eles (os obesos) não estão tendo brancos ou amnésia", disse à BBC Lucy Cheke, da Universidade de Cambridge.

"Mas se eles têm uma memória mais fraca de uma refeição recente, com um impacto menor em suas mentes, então eles podem ter uma habilidade menor de regular o quanto vão comer depois."

Fome e memória.

Os hormônios ligados à fome têm um papel muito importante na quantidade de comida que consumimos, mas cientistas já reconhecem que a memória também tem sua importância no processo.
Pesquisas já indicaram, por exemplo, que pessoas que assistem televisão enquanto se alimentam comem mais ou sentem fome mais rápido depois de comer.

E que pessoas que sofrem de amnésia acabam fazendo várias refeições em um período curto de tempo.

"Ainda é muito cedo para falar em conselhos (para a população), mas certamente estamos começando a observar os mecanismos que a obesidade usa para se perpetuar", disse Cheke.


"Concentrar-se no que você está comendo já é uma mensagem (para as pessoas) há muito tempo, mas pode ser um pouco mais difícil se você está acima do peso. Esperamos que, sabendo o que está acontecendo, possamos desenvolver formas de ajudar as pessoas", concluiu a pesquisadora.

JOVEM MATA OS PAIS E AS IRMÃS, DE 18 E 6 ANOS, NOS ESTADOS UNIDOS...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).
Greg Stanton, prefeito da cidade de Phoenix, declarou que a morte da família foi uma "incrível tragédia".
Um jovem matou os pais e as duas irmãs em Phoenix, no Arizona, nos Estados Unidos. Alex Buckner, de 26 anos, matou os pais, Vic e Kim Buckner, e as duas irmãs, Emma, 6, e Kaitlin, 18. Alex também morreu na tragédia.
Segundo a imprensa americana, a polícia de Phoenix e o Corpo de Bombeiros foram informados, através de uma ligação de emergência, durante a madrugada, que havia um incêndio em uma casa. 
"Quando os oficiais chegaram e tentaram apagar o fogo e resgatar as pessoas que estavam dentro, alguém começou a disparar do segundo andar", disse sargento Trent Crump à Agência Efe. Os corpos foram encontrados assim que o incêndio foi controlado.

Greg Stanton, prefeito da cidade de Phoenix, declarou que a morte da família foi uma "incrível tragédia" de "inexplicável violência". Ele agradeceu o trabalho feito pelos policiais e bombeiros.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

TOMAR AAS QUANDO ESTIVER INFARTANDO E TOSSIR A CADA DOIS SEGUNDOS É EFICAZ?...

FONTE: Elioenai Paes - iG São Paulo, TRIBUNA DA BAHIA.


Grande parte das recomendações populares se mostram falsas, mas será esse o caso de tomar AAS e tossir bastante quando se percebe um infarto? Especialistas esclarecem dúvidas.

De tempos em tempos, alguma recomendação popular intriga e a pergunta fica no ar: será que funciona? Grande parte delas é falsa e chega até a oferecer risco à saúde. Seria esse o caso da crença de muita gente de que, quando alguém perceber que está infartando, deve tomar comprimidos de ácido acetilsalicílico (AAS), começar a tossir a cada dois segundos e correr para o hospital?
Quando se fala do AAS, essa informação procede, sim. Os especialistas explicam que o AAS é um excelente prolongador de vida. O cardiologista do Instituto do Coração de São Paulo (Incor) Alexandre Soeiro conta que o medicamento é fundamental no tratamento do infarto e que diminui as taxas de mortalidade quando administrado nas doses de 200 a 300 mg (o equivalente de dois a três comprimidos de AAS infantil). “No entanto, a avaliação médica é fundamental para saber se é um infarto ou se há outro diagnóstico envolvido”, conta.
O cardiologista do Hospital do Coração (HCor) César Jardim explica que estudos mostraram que o AAS é capaz de reduzir a mortalidade em até 25%. “É de fato comprovado que o medicamento traz benefícios, e há clássicos estudos na literatura cardiológica que demonstram que, quando se tinha o uso do AAS na fase inicial do infarto, isso fez uma diferença de 25% na mortalidade. Foi o pontapé inicial do que está consolidado”, recomenda ele.
César Jardim conta que, quando um paciente chega ao pronto-socorro tendo um infarto, a primeira coisa que o médico vai fazer é realmente ministrar o AAS para essa pessoa. “É uma conduta aceita e estabelecida em qualquer hospital, em qualquer lugar do mundo. Por outro lado, precisamos ter um pouco de cuidado para o paciente usar em casa, porque ele pode achar que está tendo um infarto e não está”, conta ele, se referindo aos sinais difusos desse evento cardiovascular. “No entanto, se ele tomar AAS, não vai atrapalhar”, reflete.
Dosagem baixa.
Nas doses de 200 a 300 mg o AAS não tem efeitos antitérmicos em adultos. “Nessa dose baixa não funciona como analgésico e antitérmico [como no caso do AAS adulto, que é de 500 mg]. É um antiagregante plaquetário. Ele muda e deixa o sangue menos viscoso”, diz Jardim.
Soeiro, no entanto, lembra que o AAS não deve ser consumido indiscriminadamente, já que, como qualquer medicamento, pode haver efeitos colaterais.
Heron Rached, cardiologista do Hospital Bandeirantes, diz que é importante que a população faça check-ups regulares para avaliar o risco de infarto. “Paciente que já infartou uma vez, tem possibilidade de ter outro infarto, então ele já faz uso da medicação [AAS]”, diz ele. “O ideal é fazer avaliação do risco, se tem diabetes, é fumante, entre outros”, recomenda.
Tossir e deitar.
Já quando se fala da recomendação de tossir a cada dois segundos para interromper um infarto, a avaliação dos profissionais é outra: ela não procede, segundo os cardiologistas.
Entretanto, segundo César Jardim, em alguns casos muito específicos, forçar uma tosse poderia ajudar. “São situações específicas que só o médico percebe, como quando há alguma alteração do ritmo, em que vai ter um reflexo vagal. É uma questão muito técnica”, diz ele, ressaltando que a pessoa que está infartando não conseguirá perceber isso.
“O infarto pode acontecer de muitas maneiras, evoluir de formas diferentes. Alguns têm muita dor, alteração de pressão, arritmias cardíacas, uma série de situações. E, só em algumas situações específicas de alguns distúrbios do ritmo, a tosse poderia trazer algum benefício”, completa.
O cardiologista do Incor explica que tossir, ao menos, não fará nenhum mal a quem está infartando.
Se tossir não traz riscos, o mesmo não se pode falar de deitar e dormir. Os profissionais também categóricos: é proibido deitar, dormir e deixar de ir ao hospital quando se está infartando.

“Na verdade, o paciente não deve deitar para dormir, justamente porque deve ir ao hospital mais próximo”, brinca Alexandre Soeiro. “Quanto ao movimento de deitar em uma cama dentro do hospital, por exemplo, não existe nada relacionado a isso”, tranquiliza.

MÃE SALVA MENINO DE COBRA DE 3 METROS QUE TENTAVA DEVORÁ-LO...

FONTE:, (www.msn.com).


Mulher foi acordada pelos gritos do garoto em Macksville, na Austrália; não venenosa, cobra mata por estrangulamento.

A ação rápida de uma mãe evitou que o filho fosse devorado, enquanto dormia, por uma gigantesca cobra que invadiu seu quarto em uma cidade australiana, na última quinta-feira (18). De acordo com o tabloide britânico "Daily Mail", a mãe do menino foi acordada pelos gritos de dor da criança e, ao entrar no quarto, o encontrou deitado na cama e sangrando enquanto uma píton de três metros mordia a sua cabeça.
A criança, que dormia na parte de cima de um beliche, segundo informou o portal "IG", também despertou com as diversas mordidas do réptil, que, assim como a sul-americana sucuri (ou anaconda), não é venenosa e mata a vítima por estrangulamento. O caso aconteceu na pequena cidade de Macksville, norte do estado de Nova Gales do Sul, na Austrália. O animal também chegou a morder as mãos do garoto antes de ser morta por um amigo da família.
Casos do gênero não são incomuns na Austrália, onde algumas das mais letais espécies de répteis, animais marinhos e aracnídeos do mundo são encontradas. Gêneros da píton também podem ser encontrados na África tropical, Índia, Paquistão, sul da China, além de ilhas do Pacífico.

Ainda segundo o "IG", em fotos que circularam no Facebook, é possível ver o rosto ensanguentado da criança e o homem exibindo a píton, bem mais alta do que ele. As imagens geraram mais de 2 mil compartilhamentos ou curtidas na rede social em menos de 24 horas.

CONTROLE A SUA ANSIEDADE EM 5 PASSOS...

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA.

Quando a ansiedade é persistente, o mais adequado é procurar por um especialista.



Acúmulo de tarefas, uma entrevista de emprego, o nascimento de um filho, uma mudança de residência. Diariamente precisamos lidar com diversos acontecimentos que geram expectativa, insegurança, inquietação e até mesmo medo. Todas essas sensações podem causar ansiedade.
“Passar por momentos que nos deixam ansiosos é normal. Porém, quando a ansiedade atrapalha, com frequência, nossas atividades diárias , é o momento de ficar atento”, alerta a gerente médica da unidade MIP (Medicamento Isento de Prescrição) do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Dra. Talita Poli Biason.
Quando a ansiedade é persistente, o mais adequado é procurar por um especialista. “O transtorno, em algumas situações, pode até causar sintomas físicos como taquicardia e alteração da pressão arterial. Por isso, é importante uma avaliação médica que identificará o melhor tratamento”, descreve a Dra. Talita.
De acordo com a gerente médica da unidade MIP do Aché Laboratórios Farmacêuticos, algumas mudanças no cotidiano auxiliam na redução da ansiedade. Confira as dicas da Dra. Talita Poli Biason:

Controlando a ansiedade.

Pratique exercícios físicos: Realizar atividades físicas regularmente libera substâncias chamadas endorfinas, podendo auxiliar na redução dos sintomas da ansiedade e trazer ainda sensação de bem-estar. Além disso, beneficia a saúde cardiovascular;

Cuide do cardápio: Investir em uma alimentação saudável e variada auxilia na promoção de sensação de bem-estar geral do organismo;

Mantenha uma boa noite de sono: Evite deixar aparelhos eletrônicos ligados, pois podem dificultar a indução ao sono. O ideal é deixar o ambiente silencioso e agradável. Dormir cerca de 8 horas por dia favorece a saúde e melhora o desempenho no cotidiano.

Evite a ingestão de bebidas alcoólicas: O álcool tem efeito estimulante sobre o sistema nervoso central e pode, em algumas pessoas, gerar mais nervosismo e ansiedade. Se for consumir bebidas alcoólicas, faça com moderação.

Tenha momentos de lazer: Atividades com a família ou amigos ajudam a reduzir os sintomas da ansiedade e contribuem para o equilíbrio do corpo e da mente.

Tratamento.
O tratamento dos transtornos de ansiedade já instalados irá variar conforme a gravidade dos sintomas. “A orientação é que o indivíduo procure um médico para que o mesmo avalie o grau dos sintomas. Diante disso, será possível determinar o tratamento que o paciente necessita”, explica a Dra. Talita.

Medicamentos fitoterápicos, como os que contêm Passiflora incarnata L., são recomendados para amenizar casos mais leves de ansiedade, promovendo efeitos calmantes e ansiolíticos; psicoterapia e outros tipos de medicação também podem ser indicados. “O tratamento da ansiedade é individualizado. Em geral, pode ser recomendada a psicoterapia isolada ou associada a medicamentos”, conclui a médica.

SAIBA COMO ARRANCAR O DENTE DE LEITE SEM CHORORÔ...

FONTE:, (www.msn.com).


O surgimento dos primeiros dentinhos pode ser sinônimo de preocupação para os pais. Nessa etapa, o bebê enfrenta uma série de desconfortos para se alimentar e sofre com a sensibilidade na cavidade oral. Porém, os cuidados com a saúde bucal não são dispensados quando a dentição de leite termina de se formar, já que por volta dos seis anos, os dentes começam a amolecer e cair. Durante todo esse processo, a orientação do odontopediatra é importante tanto para a higiene da boca quanto para a retirada do primeiro dente decíduo, o de leite.

Embora não seja possível perceber, os dentes permanentes ficam na mandíbula e maxila – abaixo do dente de leite – esperando o momento certo para crescerem. Para que eles possam se desenvolver, a raiz do dente de leite começa a ser reabsorvida até desaparecer. Isso faz com que o decíduo fique frouxo, pois não há mais uma sustentação no osso, somente na gengiva, que é um tecido mole.

Saber quando o dentinho já não tem mais raiz é o fator mais importante para retirá-lo sem deixar traumas. “Durante a infância, a boca é o órgão do prazer. Quando você invade esse espaço fazendo algo traumático, essa criança vai ser um mau paciente no dentista, vai sempre se sentir invadida e com medo”, ressalta a especialista em saúde coletiva em odontologia, Eliane Isfer Bittencourt (CROPR 1991).

Não existe uma fórmula única e infalível para arrancar o dente de leite, pois cada criança reage de uma forma. Enquanto algumas preferem que os pais usem uma gaze para retirá-lo, outras ficam assustadas, já que a bandagem pode remeter ao sangue ou aos ferimentos. Porém, alguns cuidados são indispensáveis. Estar com as mãos bem higienizadas é o primeiro passo, pois previne infecções. Em seguida, é preciso garantir que ele está preso somente à gengiva e ficar atento à forma de puxar o dente. Conforme Eliane, o ideal é sempre puxá-lo em direção aos lábios, de forma que ele siga a curva de erupção, se desprenda facilmente do tecido mole e não corra riscos de ser fraturado.

Caso o dente seja puxado em direção à língua, pode acabar quebrando e deixando algum pedacinho preso na gengiva. Dependendo do grau da lesão, pode ser necessária uma pequena cirurgia para retirar o restante do dente. Para evitar problemas como esse, esqueça as técnicas antigas e radicais para arrancar o decíduo. Nada de amarrar uma ponta de um fio no dente e a outra na maçaneta da porta, por exemplo. 

Dicas.
Assim que o dentinho começar a amolecer o ideal é que os pais comecem a incentivar a criança a tirá-lo. Recomenda-se que, diariamente, ela massageie a área da gengiva próxima ao dente mole. Isso fará com que ele se desprenda com mais facilidade, além de mostrar aos pequenos que eles são responsáveis por cuidar da cavidade oral.

Utilizar pomadas anestésicas específicas para a boca pode ajudar a tranquilizar a criança, além de deixar a gengiva amortecida e dormente. Antes de retirar o dente, o ideal é passá-la na região e massagear por alguns minutos.


Movimentar, lenta e cuidadosamente, o dente de um lado para o outro ou para frente e para trás pode ajudá-lo a se desprender da raiz. Mas é preciso tomar muito cuidado para que ele não quebre. Lembre-se de sempre puxá-lo de forma que siga a curva de erupção. 

USO EXCESSIVO DE REPELENTE PODE CAUSAR CONVULSÕES. ARRITMIA E ATÉ LEVAR AO COMA...

FONTE: Milena Carvalho - iG São Paulo, TRIBUNA DA BAHIA.


Especialista faz alerta para o abuso do produto, mas ressalta que há poucos casos graves registrados na literatura científica.



Passar repelente ainda é uma das principais recomendações dos médicos para a proteção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya. O que poucos sabem, no entanto, é que o uso excessivo do produto pode causar uma série de problemas – alguns deles tão graves que chegam a ser impensáveis. 
É o que afirma ao iG o médico toxicologista Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Tecnológica (CEATOX) do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, que enumera como possíveis consequências do abuso de repelentes alergia, irritabilidade, intoxicação e, em casos mais graves, convulsões, arritmia e até coma.
“Usualmente, existe uma grande chance de a pessoa ter problemas como irritação, principalmente, devido ao abuso. Mas existem casos de complicações sérias", diz Wong. "São poucos, é infrequente, mas já aconteceu."
A literatura científica mostra que, quando ocorrem, as complicações são devido ao abuso dos produtos com a substância DEET (dietiltoluamida), matéria-prima que compõe os principais repelentes à venda no mercado. As crianças são as maiores vítimas dos casos graves. 
Três vezes por dia basta.
Os repelentes com DEET têm efetividade por entre 6 e 8 horas, e aqueles com icaridina, outra substância conhecida contida em alguns produtos, duram aproximadamente 10 horas. Por isso, Wong alerta que, ao contrário do que muitos pensam, passá-los três vezes ao dia é suficiente para que a pessoa esteja protegida. “Tem gente que entra na piscina, por exemplo, e aí toda vez que sai da água passa de novo", exemplifica ele. "Não se pode criar pânico.”
Outro abuso ocorre em decorrência do desespero de alguns pais, consequência da explosão de casos das doenças relacionadas ao Aedes no Brasil. Com o temor de contaminação dos filhos, alguns deles podem acabar tomando decisões erradas, como passar o produto naqueles que ainda não têm idade para isso – os repelentes são proibidos para bebês de até 6 meses.
Importante mesmo é seguir as instruções.
Integrante do Conselho Regional de Química e diretora administrativa da Associação Brasileira de Cosmetologia, a engenheira química Enilce Oetterer minimiza os problemas causados pelos produtos, enfatizando que todos eles são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para ela, a ardência na pele e a irritabilidade são as complicações mais sérias do uso excessivo de repelentes. No entanto, o grau de alergia varia de pessoa para pessoa. 
Assim, para evitar qualquer contratempo, o mais aconselhável é seguir passo a passo o modo de uso destacado no rótulo da embalagem, evitar o uso prolongado dos produtos e não passá-los em mucosas. Também é importante muito cuidado com repelentes caseiros que contenham produtos como citronela, óleos e outras químicas. 

“Dependendo da concentração, ou pode ter pouca eficácia ou causar muito alergia", explica Enilce. "A pessoa acredita que está protegida, mas acaba se prejudicando.”