quinta-feira, 30 de abril de 2015

CÉREBRO É PROGRAMADO PARA ODIAR DIETAS, INDICA ESTUDO...

FONTE:, (noticias.uol.com.br).


Uma pesquisa sugere que o cérebro humano foi programado para 'odiar' dietas. Segundo cientistas americanos no Campus de Pesquisa Janelia Farm, do Instituto Médico Howard Hughes, células do cérebro sensíveis à fome, conhecidas como neurônios AGRP, são as responsáveis pelo horror à dieta.

Os pesquisadores fizeram experiências que mostraram que estes neurônios são responsáveis pelas sensações desagradáveis associadas à fome, que tornam os petiscos irresistíveis.

Segundo o líder do grupo de pesquisa, Scott Sternson, as emoções negativas associadas com a fome podem transformar a dieta e a perda de peso em uma tarefa muito difícil, e a explicação pode estar nestes neurônios.

Em um ambiente no qual a comida está sempre disponível, os sinais difíceis de ignorar enviados por estes alimentos podem parecer irritantes para quem está de dieta, mas, do ponto de vista da evolução dos humanos, estes sinais podem fazer sentido.

Para os primeiros humanos - e para animais selvagens - a busca por alimentos e água podia significar a entrada em um ambiente arriscado, algo que só poderia acontecer se o humano ou animal recebesse um estímulo.

"Suspeitamos que estes neurônios estão impondo um custo por você não lidar com suas necessidades fisiológicas (como a fome)", afirmou Sternson.

Os neurônios AGRP não levam um animal diretamente a comer, mas ensinam o animal a responder a pistas sensoriais que sinalizam a presença de comida no ambiente.

"Acreditamos que estes neurônios são um sistema motivacional muito antigo que obrigam o animal a satisfazer suas necessidades fisiológicas", afirmou Sternson.

A equipe do cientista americano também demonstrou que existe um grupo diferente de neurônios especializado em gerar sensações desagradáveis de sede.

As descobertas foram publicadas na revista especializada Nature.

Desagradável.

A fome afeta quase toda célula do corpo e vários tipos de neurônios são dedicados a fazer com que um animal se alimente quando seus níveis de energia estiverem baixos.

Mas, segundo Sternson, até agora, o que os cientistas sabiam sobre estes neurônios não combinava totalmente com que todo mundo já sabia: fome é desagradável.

"Havia uma previsão anterior de que haveria neurônios que fazem você se sentir mal quando está com fome ou sede. Isto faz sentido de um ponto de vista intuitivo, mas todos os neurônios analisados pareciam ter o efeito oposto", afirmou o cientista.

Em estudos anteriores, os pesquisadores descobriram que os neurônios que promovem a alimentação o faziam aumentando os sentimentos positivos associados à comida. Em outras palavras: fome faz a comida ter um gosto melhor.

Alguns cientistas começaram a suspeitar de que a ideia sobre um sinal negativo no cérebro motivando a fome poderia estar errada.

Mas o conhecimento deles sobre o sistema era incompleto. Os neurônios AGRP, localizados em uma área do cérebro conhecida como hipotálamo, estavam claramente envolvidos nos comportamentos de alimentação.

Sabores e sinais.

Quando falta energia no corpo, os neurônios AGRP ficam ativos e, quando estes neurônios estão ativos, os animais se alimentam. Mas ninguém tinha investigado a estratégia destes neurônios para gerar esta motivação.

Os pesquisadores então tentaram descobrir como isto funciona a partir de uma série de experimentos comportamentais. No primeiro experimento, os cientistas ofereceram a camundongos bem alimentados dois tipos de gel com sabor, um de morango e outro de laranja.

Nenhum gel continha nutrientes, mas os camundongos experimentaram os dois.

Então os cientistas manipularam os sinais de fome nos cérebros dos animais ao ligar os neurônios AGRP enquanto eles comiam um dos dois sabores. Em testes seguintes, os animais evitaram o sabor associado com o sinal falso de fome.

Em outra experiência, os cientistas desligaram os neurônios AGRP enquanto os animais famintos consumiam um sabor em particular. Os animais desenvolveram a preferência pelo sabor que levou à desativação dos neurônios AGRP, sugerindo que eles foram motivados pelo desligamento do sinal desagradável enviado pelas células.

Os cientistas também observaram em outras experiências que os camundongos também aprenderam a procurar lugares onde os neurônios AGRP tinham sido silenciados e evitar os lugares onde estavam quando estes neurônios estavam ativos.

Visão da comida.

Os cientistas também usaram um microscópio minúsculo para examinar dentro dos cérebros dos camundongos famintos e monitorar a atividade dos neurônios AGRP.

Como esperado, as células ficaram ativas até que os camundongos encontrassem comida.

O surpreendente, segundo Sternson, é que os camundongos não tinham necessariamente que comer para aquietar os neurônios. Assim que o animal via o alimento, ou mesmo recebesse um sinal de que iria se alimentar, a atividade destes neurônios parava. E a atividade permanecia baixa enquanto o animal estava comendo.

Os cientistas também fizeram experiências relacionadas à sede, manipulando neurônios ligados a esta sensação, encontrados em uma região do cérebro conhecida como órgão subfornical.

E o comportamento dos camundongos foi parecido: eles evitavam lugares onde estes neurônios estavam ativos indicando que as células geravam uma sensação negativa.

E, novamente, as descobertas correspondiam às experiências comuns.

"Há uma qualidade motivacional parecida entre a fome e a sede. Você quer que as duas acabem", disse Sternson.

APÓS REALIZAR EXAME, MULHER DESCOBRE QUE TEM DUAS VAGINAS...

FONTE:, (redacao@gmail.com), CORREIO DA BAHIA.
Jovem de 22 anos descobriu a anomalia quando fazia um exame simples nos rins.
       


A americana Cassandra Bankson, de 22 anos, famosa pelos tutoriais de maquiagem no YouTube, descobriu que tem duas vaginas ao realizar um exame simples nos rins. Cassandra tem duas vaginas e um rim. "Há abertura de apenas uma vagina, mas dentro há outra vagina, dois úteros, dois colos do útero e duas trompas de falópio", disse Cassandra, em reportagem do "Daily Mirror".
"Fiquei chocada, e o médico me explicou que é como se eu tivesse um nariz interno", acrescentou ela.Cassandra não está impedida de ter filhos, mas a anomalia pode implicar problemas de saúde.
"Desde jovem eu ia a médicos porque sangrava por 28 dias, como se tivesse duas menstruações por mês. Eles nunca suspeitaram que tenho uma segunda vagina", disse a americana.

DIVÓRCIO É NOCIVO AO CORAÇÃO DAS MULHERES, MOSTRA PESQUISA...

FONTE:, Nicholas Bakalar, (noticias.uol.com.br).
O divórcio talvez esteja relacionado a aumento do risco de ataques cardíacos, especialmente em mulheres. Os pesquisadores estudaram uma amostra representativa em nível nacional de 15.827 pessoas, de 45 a 80 anos, que eram ou tinham sido casadas. Publicado no periódico Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, o estudo iniciou em 1992, e os participantes foram entrevistados a cada dois anos até 2010. Aproximadamente um terço dos participantes tinha se divorciado ao menos uma vez na vida.
Durante o acompanhamento, 1.211 participantes (aproximadamente oito por cento) foram vítimas de ataque cardíaco. Após o controle das variáveis idade, raça, etnia, obesidade, hipertensão, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e outros fatores de saúde e estilo de vida, os pesquisadores descobriram que o risco de sofrer um ataque cardíaco era 24 por cento maior para as mulheres que foram divorciadas ao menos uma vez em comparação com as que foram sempre casadas. O risco era 77 por cento maior para as que foram divorciadas por duas vezes e 35 por cento maior para as que se casaram de novo.

Entre os homens, o risco foi aproximadamente 30 por cento maior apenas entre os que foram divorciados mais de uma vez.


"O divórcio não é um fator de risco tradicional, como o tabagismo e a pressão arterial alta. Todavia, esperamos que médicos e enfermeiras e o público em geral entendam melhor como o estresse do divórcio pode afetar suas vidas", afirmou Matthew E. Dupre, principal autor do estudo e professor adjunto de Sociologia da Universidade Duke.

POSTOS DE SAÚDE INICIAM NA SEGUNDA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA GRIPE...

FONTE: Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil, TRIBUNA DA BAHIA.


Devem ser vacinadas crianças na faixa etária de 6 meses a menores 5 anos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores em saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas - mulheres até 45 dias após o parto -, presos e funcionários do sistema prisional.

           

A Campanha de Vacinação contra a Gripe começa na segunda-feira (04.05) e vai até o dia 22 de maio em todo o país. Serão disponibilizadas 54 milhões de doses para a imunização de 49,7 milhões de pessoas.
Devem ser vacinadas crianças na faixa etária de 6 meses a menores 5 anos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores em saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas – mulheres até 45 dias após o parto –, presos e funcionários do sistema prisional. É importante levar aos postos de saúde o cartão de vacinação e um documento de identificação.
Também serão imunizadas pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis ou com condições clínicas especiais. Neste caso é preciso levar, também, uma prescrição médica especificando o motivo da indicação da dose.
Pacientes cadastrados em programas de controle de doenças crônicas no Sistema Único de Saúde (SUS) devem se dirigir aos postos em que estão cadastrados para receber a dose, sem a necessidade da prescrição médica.
A meta do governo é vacinar 80% do público-alvo, totalizando 39,7 milhões de pessoas. Foram mobilizados 240 mil profissionais que atuarão em 65 mil postos de vacinação, além de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas após a vacinação para criar os anticorpos que geram a proteção contra a gripe, a orientação é realizar a imunização no período de campanha para garantir a proteção antes do início do inverno.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou que apesar da definição de grupos, a estratégia da campanha consiste em uma espécie de proteção coletiva já que a imunização dessas pessoas faz com que a circulação do vírus seja atenuada.
"É um segmento da população brasileira mais vulnerável. Nosso objetivo é evitar complicações e reduzir ao máximo as internações e os óbitos", explicou Chioro.
A previsão, segundo ele, é que postos de saúde em todo o país funcionem também no dia 9 de maio, um sábado, o chamado Dia D de mobilização nacional para facilitar o acesso dos que não conseguem se dirigir às unidades em dias de semana.
"A vacinação é extremamente segura. Há um alerta apenas para pessoa com alergia a ovo de forma severa e que devem procurar o médico para ter orientação adequada", ressaltou.
Após a aplicação da dose podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema –  sinal clínico, presente em várias patologias, caracterizado por uma coloração avermelhada da pele ocasionada por vasodilatação – e enrijecimento. Os efeitos costumam passar em 48 horas.
A vacina foi adquirida em parceria com o Instituto Butantan e um laboratório privado. Foram investidos R$ 487,6 milhões na aquisição das doses para a campanha deste ano.
A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, ao tossir ou ao espirrar. A doença também pode ser transmitida pelas mãos e objetos contaminados.

Os sintomas da gripe incluem febre, tosse ou dor na garganta, além de dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por sintomas como falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

CUIDADOS COM O CONSUMO DE AÇÚCAR NA ALIMENTAÇÃO INFANTIL...

FONTE:, (www.msn.com).
O açúcar em excesso é um perigo, e não é só para os dentes. O consumo exagerado de açúcar na infância pode favorecer o ganho de peso excessivo. Também existem fortes evidências de que muito açúcar na dieta aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, gota, fígado gorduroso e alguns tipos de câncer. Outra preocupação é o aumento da hiperatividade com redução na capacidade de concentração e irritabilidade. O alto consumo de doces, balas e refrigerantes pode aumentar a concentração de insulina e adrenalina no sangue, que em excesso provocam ansiedade, excitação e dificuldade de concentração nas crianças. 
Segundo as recomendações da cartilha Dez passos para a alimentação saudável - guia alimentar para crianças menores de dois anos do Ministério da Saúde, crianças desta faixa etária não devem consumir açúcar refinado e alimentos preparados com o mesmo. É neste período que os hábitos alimentares estão sendo formados e, na maioria dos casos, acompanharão seu filho para o resto da vida. 
A Organização Mundial de Saúde lançará em breve uma recomendação de ingestão de açúcares para crianças a fim de evitar o ganho de gordura corporal e as cáries dentárias. Tudo indica que a recomendação será de não ultrapassar 10% da energia total de açúcar. Isso significa que uma criança de 2 anos de idade com 13 kg deve consumir 1300 calorias por dia sendo 16g de açúcares. Caso ela ingira 200ml de achocolatado, que contem 29g de açúcares, irá ultrapassar a recomendação! 
Dentro deste valor encontram-se não apenas a sacarose, mas também açúcares naturalmente presentes em frutas, mel e sucos, como a frutose e a glicose. Também inclui aqueles açúcares adicionados aos produtos industrializados e preparações caseiras. Você acha que seu filho costura ultrapassar as recomendações? 
O açúcar naturalmente presente nos alimentos, como frutas, raízes, cereais e verduras faz parte de uma alimentação saudável. Pois, fornecem energia e ao mesmo tempo nutrem a criança com proteínas, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e compostos bioativos. Para as atividades do dia a dia, correr, jogar bola e estudar, as crianças necessitam de muita energia! 
A atenção dos pais devem estar nos produtos industrializados, pois a maior parte do açúcar consumido hoje está "escondido" nos alimentos processados. Por exemplo: 1 copo de 200ml de suco de laranja de caixinha contém 9 gramas de açúcares, 1 lata de 350ml de refrigerante tipo cola contém 37 gramas e 200ml de achocolatado tem 29g de açúcares.  
A indústria utiliza diversos tipos de açúcar, especialmente sacarose, xarope de glicose e xarope de milho, que são desnecessários para a saúde e prejudicam o metabolismo dos carboidratos e também das gorduras, elevando rapidamente a glicose no sangue e favorecendo o acúmulo de gordura corporal e sanguínea. 
Como fazer para encontrar o equilíbrio no dia a dia? A seguir, algumas dicas para reduzir o consumo de açúcar da alimentação de seu filho: 
           
1 - Nos primeiros meses de introdução dos alimentos (6 aos 12 meses de vida) não dê alimentos açucarados (banana amassada com açúcar ou mel ou geleia, por exemplo) ao bebê. Nesse período a criança está descobrindo os sabores e os alimentos devem ser ofertados com seu sabor original, sem acréscimo de açúcar ou sal. 
2 - Não dê refrigerantes ao seu filho. São ricos em açúcar, sal, aditivos químicos e cafeína (com exceção de alguns) contribuindo para o aparecimento de dislipidemias, hipertensão e diabetes. Se seu filho adora refrigerante, limite o consumo para eventos como festas de aniversário dos amiguinhos e nos demais dias ofereça suco natural caseiro. 
3 - A ingestão habitual de balas, doces, biscoitos açucarados, geleias, sucos industrializados, refrigerantes e achocolatados, mantém moléculas de açúcares na boca que favorecem a proliferação de bactérias, a formação de cáries e a inflamação das gengivas. Caso seu filho coma doce, escove imediatamente os dentes para evitar a formação de cáries dentárias. 
4 - Evite sucos de frutas industrializados, são concentrados em açúcar mesmo quando não foram adoçados. Prepare sucos e refrescos em casa com fruta in natura e água filtrada. 
5 - Ofereça água como principal fonte de hidratação, para que seu filho crie o hábito de consumir líquidos sem sabor e reduza o consumo de sucos e refrigerantes. 
6 - Ofereça frutas frescas como sobremesa e evite doces que contenham chocolate e cremes. Caso ele não aceite bem a fruta in natura, tente aquecê-la para torná-la ainda mais doce e palatável.  

7 - Lembre-se de que o mel é um açúcar semelhante à sacarose e deve ser usado com moderação. 

GOLEIRO DO BAHIA É CONVOCADO PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).
A jovem promessa tricolor, o goleiro Jean, está entre os 26 convocados para o mundial sub-20 da Nova Zelândia.
Jovem promessa do Bahia, o goleiro Jean está entre os 26 convocados pelo técnico da seleção brasileira sub-20,  Alexandre Gallo, para a disputa do Mundial da Nova Zelândia, que acontece entre 30 de maio e 20 de junho. A convocação aconteceu na sede da CBF, na quarta-feira (29).


A delegação se apresentará em Atibaia, São Paulo, no dia 11 de maio para o período de preparação. No dia 16, a equipe embarca para a Austrália com 21 jogadores, onde realizará a etapa final de treinamentos antes dedo início da competição.

O Brasil fará sua estreia no dia 31 de maio, contra a Nigéria. A seleção está no Grupo E, juntamente com Nigéria, Hungria e Coreia do Norte. A equipe canarinho vai em busca do hexacampeonato mundial Sub-20. O Brasil conquistou os títulos nos anos de 1983, 1985, 1993, 2003 e 2011.

RETENÇÃO DE LÍQUIDO É COMUM, MAS TEM SOLUÇÃO...

FONTE:, (disneybabble.uol.com.br).

Grávidas ou não, mulheres costumam sofrer bastante com o inchaço do corpo.


Responsável pelo incômodo diário de boa parte da população feminina brasileira, o inchaço é mais comum do que se imagina. A retenção de líquido, como é chamada clinicamente, afeta muita gente e, contrariando o senso comum, nem sempre está ligada à idade ou tipo físico da mulher.
“A mulher não precisa estar necessariamente acima do peso para apresentar inchaço em algum período do mês”, tranquiliza a endocrinologista e clínica geral Giulianna Pansera. A boa notícia é que o problema pode ser tratado, aliviado e até prevenido.
Mas por que as mulheres sentem mais esse incômodo que a turma masculina? Pode-se dizer que, sim, os hormônios são os vilões da história.
“As variações hormonais são muito mais frequentes nas mulheres e causam esse inchaço, principalmente no período pré-menstrual e durante a gestação, quando encontram-se em níveis superaltos”, explica.
Apesar disso, algumas atitudes do cotidiano acabam dando um empurrãozinho para aumentar esse desconforto, como a má alimentação e o sedentarismo.
O que há por trás.
O que você ingere está diretamente ligado à retenção de líquido que tem. Então, faça um favor ao seu corpo e esqueça alimentos ricos em sódio, produtos industrializados, embutidos, bebidas enlatadas, temperos prontos. Ou seja, tudo o que é artificial.
“Quem come muita gordura e açúcar tem propensão de ficar mais inchada. Pessoas que não praticam atividade física frequente tendem a reter mais líquidos também”, alerta a endocrinologista Giulianna Pansera.
A blogueira Pat Perri, de 39 anos, lida com o inchaço quase que cotidianamente, desde seus 10 anos.
“Tirando a fase da menstruação, também retenho líquido no verão, quando os dias são muitos quentes, ou se fico muito sentada. Outra alteração que noto é quando consumo alimentos com sódio. Não sou acostumada a me alimentar dessa maneira mas, quando acontece, já sinto a diferença no corpo todo”, conta.
Além do desconforto ao andar, deitar ou sentar, o inchaço também chega a refletir na balança. “Na fase menstrual, por exemplo, chego a ‘engordar’ até 3 kg”, diz Pat.
O que ajuda.
Além de cuidar da alimentação e da movimentação diária do corpo, alguns cuidados podem ser incorporados no seu dia a dia, para aliviar o desconforto causado pela retenção líquida.
A endocrinologista Giulianna Pansera lista atitudes simples que você pode adotar a partir de agora.
o    Tomar (no mínimo) 2 litros de água por dia. “Isso estimula o funcionamento dos rins e a eliminação do excesso de líquido e toxinas”, explica Giulianna.
o    Praticar pelo menos 30 minutos diários de atividade física. Mas, calma lá, não precisa virar “rata” de academia ou atleta, não. “Faça uma caminhada todos os dias que você logo nota a diferença”, garante a médica.
o    Evitar alimentos ricos em sódio, embutidos, temperos prontos. Já falamos sobre isso, mas não custa nada bater na mesma tecla. Sabe a tabela nutricional impressa na embalagem dos produtos? Em vez de olhar só as calorias, vale conferir o quanto de sódio e açúcar cada alimento carrega. Você vai se surpreender!
o    Evitar sucos que não sejam naturais. Em substituição, a médica sugere apostar no chá verde todos os dias. “Ele tem propriedades excelentes para a saúde e, uma delas, é ser diurético”, avisa.
o    Fazer drenagem linfática pelo menos duas vezes por semana: “Isso pode ajudar bastante a diminuir a retenção”, diz.
Inchaço na gravidez.
O edema durante a gestação merece atenção. Afinal, esse incômodo é bastante frequente no dia a dia das futuras mamães e, em boa parte dos casos, previsto.
“As grávidas têm alterações hormonais intensas que causam um aumento do volume sanguíneo e também da retenção hídrica. Além disso, com o aumento do útero dentro da cavidade abdominal, ocorre uma compressão dos grandes vasos, dificultando o retorno venoso do sangue dos membros inferiores para o coração”, explica a médica.
Mayara Pereira, de 28 anos, percebeu as alterações no corpo logo no início da gestação. “Já tinha problema com inchaço antes de engravidar, mas agora sinto a retenção mais forte”, conta a bancária, que sente mais desconforto nos pés e mãos.
Para evitar essa sensação, a endocrinologista chama atenção ainda mais para a alimentação e para os exercícios físicos leves nesse momento da vida da mulher.
Se a gestante trabalha sentada, por exemplo, é aconselhável levantar e fazer caminhadas de 5 minutinhos. Assim, ajuda o corpo a reativar a circulação sanguínea.
“As grávidas que têm uma tendência maior à retenção devem ficar longe dos sapatos de salto e de bico fino”, alerta a médica. E é justamente o que Mayara eliminou já nos primeiros meses.
“Desde o início não conseguia usar alguns sapatos. Precisei investir em palmilhas mais confortáveis e um número maior que o meu”, conta a futura mamãe de Arthur.
Para aliviar as tensões da retenção de líquido, a bancária toma bastante água, aposta em drenagem linfática e usa o método tradicional de colocar os “pés para cima e as mãos para baixo”. “Assim melhora a dormência”, diz ela, aos 8 meses de gestação.
Mesmo muito comum durante a espera do bebê, o inchaço nem sempre deve ser tratado como apenas uma retenção líquida pelas grávidas. É sempre bom ficar de olho nos detalhes.
“Se o inchaço atingir o rosto e os olhos é um sinal de alerta. Aí é aconselhável procurar um médico e sempre monitorar a pressão arterial”, avisa Giulianna.
A fiscalização do peso extra também é obrigação para quem tem tendência em reter líquido. Evitar engordar mais do que o normal durante a gestação é uma boa estratégia para fugir do inchaço.
Atenção para medicações.
Repetindo, nem sempre o inchaço deve ser visto como uma mera retenção de líquido cotidiana causada por fatores externos ou hormonais. Giulianna Pansera alerta sobre o uso de medicamentos ingeridos de forma crônica.

Anticoncepcionais orais e corticoides, por exemplo, favorecem essa retenção. “Algumas doenças, como o hipotireoidismo, podem gerar até 5 kg a mais no corpo. Por isso, é importante sempre procurar um médico para investigar bem as causas do inchaço”, diz.

DOENÇA MISTERIOSA QUE ATINGE CIDADES BAIANAS É IDENTIFICADA COMO 'ZIKA VIRUS'...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).

O Zika Vírus nunca foi detectado no Brasil ou na América Latina e é transmitido pela picada do mosquito aedes.
O vírus que apresenta sintomas semelhantes aos da dengue e tem assustado a população baiana foi identificado por dois pesquisadores do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia (Ufba). O chamado "Zika Virus" atingiu moradores de diversas cidades do estado, a exemplo de Camaçari, Salvador e Feira de Santana.
A descoberta foi feita pelos pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi, após a análise de amostras de sangue de pacientes de Camaçari, por meio de uma técnica chamada RT-PCR. O Zika Vírus é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti, aedes albopictus e outros tipos de aedes.
Segundo Gúbio, o Zika Vírus causa um quadro muito parecido com o da dengue, em que o paciente pode apresentar sintomas como febre, diarreia, dores e manchas no corpo. Porém, este novo vírus é mais fraco e os sintomas mais brandos. "Zika Vírus não é tão grave quanto Dengue ou Chikungunya, não leva o paciente à morte. O quadro parece alérgico, é mais tranquilo e o tratamento é o mesmo", explica o pesquisador. Além destes sintomas, o paciente pode apresentar sinais de conjuntivite.
O Zika Vírus nunca foi detectado no Brasil ou na América Latina. "Quando você dá um diagnóstico, o paciente já vai mais tranquilo para o hospital", diz Gúbio. "É muito importante para nosso grupo ter descoberto este vírus pela primeira vez no Brasil", comemorou.  As pesquisas contaram com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) que disponibilizou recursos através do Programa de Apoio à Pesquisa para o SUS (PPSUS).
Estudos.
Exames já haviam descartado que se tratasse de dengue, febre chikungunuya, rubéola e sarampo. Outras duas viroses possíveis para a doença misteriosa eram o parvovírus e a roséola. A roséola é uma infecção viral infecciosa bastante comum, que causa febre e erupções cutâneas (manchas vermelhas na pele), especialmente em crianças. O parvovírus do tipo B19 também é mais comum em crianças e adolescentes.

No final de março, a Embasa apresentou relatório que mostra que não houve alteração na qualidade da água na cidade. Representantes da Coordenadoria do Meio Ambiente da Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedur) também apresentaram dados que demonstram que não foi detectado nada fora do normal no ar do município nos últimos dois meses.

OEA ALERTA SOBRE "ALTO NÍVEL" DE USO DE DROGAS ENTRE ADOLESCENTES NA AMÉRICA...

FONTE:, (noticias.uol.com.br).

O uso de drogas entre os adolescentes na América está em um "nível elevado", advertiu um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização dos Estados Americanos (OEA), em um cenário marcado pelo crescimento no consumo de heroína. De acordo com o "Relatório sobre o uso de drogas nas Américas 2015", a conclusão mais importante é "o alto nível de uso de drogas entre adolescentes (...) com uma percepção muito baixa sobre o risco do uso ocasional destas substâncias".

O documento de 217 páginas destaca que o elevado uso de drogas entre adolescentes e a baixa percepção de risco "estariam associados a uma alta percepção de facilidade de acesso às drogas, bem como uma grande variedade delas".

No caso da maconha, o documento afirma que o consumo entre jovens de idade entre 13 e 17 anos cresceu em todos os países do continente no ano passado, com o Chile em primeiro lugar. A única exceção a essa regra foi o Peru.

Para a Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas (CICAD), um dos problemas mais importantes no caso da maconha é a combinação de uma baixa percepção de risco e uma elevada percepção de acesso: 6 em cada 10 jovens de idade entre 13 e 17 anos acham que é fácil obter maconha.

No que diz respeito às drogas derivadas da folha de coca, o estudo dividiu as estatísticas em três variantes: o consumo de cocaína, de pasta base e de crack.

Neste sentido, a CICAD observou que, embora a cocaína "tenha uma utilização bastante transversal entre os países das Américas, a utilização de pasta base de cocaína é mais concentrada na América do Sul, enquanto o crack é mais consumido na América Central, América do Norte e no Caribe".

O consumo de cocaína entre "estudantes do ensino médio é maior na América do Sul do que no restante das subrregiões", mostrou o estudo.

Para a entidade, o continente deve passar a dar mais atenção ao avanço da heroína, cujo consumo "parecia estar concentrado somente" na América do Norte.

"Nos últimos tempos, essa realidade mudou e em alguns países da América Latina e do Caribe foram identificados episódios de consumo e procura incomum por tratamento para o vício em heroína", ressaltou o documento.

De acordo com a CICAD, trata-se de "um problema em vias de acontecer", que "exige um acompanhamento e uma abordagem específica e abrangente" para impedir seu desenvolvimento no futuro.

MEGA-SENA ACUMULA E PODERÁ PAGAR R$ 33 MILHÕES; VEJA AS DEZENAS...

FONTE: Do UOL, em São Paulo (noticias.uol.com.br).

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.699 da Mega-Sena, realizado  quarta-feira (29), em Osasco (SP). Com isso, o prêmio acumulou pela terceira vez, e o valor de R$ 11.300.621,45 poderá chegar a R$ 33 milhões no próximo concurso, no sábado (2).

As seis dezenas da sorte sorteadas ontem a noite foram: 01 - 06 - 10 - 30 - 33 - 38.

A quina foi acertada por 189 apostadores, que levarão R$ 12.999,07 cada, enquanto a quadra premiou 9.424, que vão receber R$ 372,42 cada um. A arrecadação total do concurso foi de R$ 41.964.382,50.

A última vez em que a Mega-Sena teve um vencedor foi no dia 18 de abril, quando um apostador de Diamantina (MGlevou o prêmio de R$ 32,9 milhões. Na quarta da semana passada (22), o prêmio de R$ 3 milhões acumulou e chegou a R$ 6 milhões no sorteio seguinte, no último sábado (25), quando acumulou novamente.

Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana –às quartas-feiras e aos sábados. A aposta pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso em qualquer lotérica do país.

Reajuste na aposta.

O Ministério da Fazenda autorizou a Caixa Econômica Federal a reajustar os preços das apostas das loterias Mega-Sena, Lotofácil, Quina e Dupla-Sena, além das loterias de prognóstico esportivo Loteca e Lotogol.


De acordo com o decreto publicado na edição da quarta-feira (29) do Diário Oficial da União, o valor da aposta mínima (de seis números) da Mega-Sena passará de R$ 2,50 para R$ 3,50 (alta de 40%) a partir do dia 24 de maio.

ANEURISMA CEREBRAL PODE CAUSAR DESDE DOR DE CABEÇA ATÉ PARALISIA...

FONTE:, (www.msn.com).

Os aneurismas cerebrais são dilatações normalmente saculares de troncos de artérias cerebrais ou seus segmentos mais distais, de natureza congênita, podendo permanecer assintomático durante toda vida do indivíduo ou apresentar sintomas decorrentes de seu crescimento ou de sua ruptura.
As sequelas de um aneurisma cerebral dependem primeiro do tamanho, mas especialmente da localização deste aneurisma. Cabe ressaltar, entretanto, que não são todos os aneurismas que cursam com sequela, uma vez que poderão ser tratados (cirurgicamente) em sua fase assintomática.
                   

Aneurismas da circulação anterior e/ou posterior podem se manifestar com cefaleia (dor de cabeça) de forte intensidade e instalação súbita, alterações da consciência, rigidez de nuca e alterações da movimentação ocular. Existem casos mais graves nos quais pode ocorrer uma paralisia completa da movimentação voluntária do pescoço para baixo (membros superiores e inferiores). Paralisias de um lado do corpo, alterações visuais, de coordenação ou transtornos de linguagem também podem ocorrer.
Assim, percebe-se que a manifestação clínica e sequela decorrente de um aneurisma cerebral que rompeu podem ser significativas. O segredo nestes casos é suspeitar desta condição antes do rompimento do aneurisma, tratá-lo cirurgicamente, e, se necessário, seguir uma rotina de reabilitação multiprofissional.

Hoje contamos com recursos bastante assertivos para o diagnóstico precoce de aneurismas cerebrais, pesquisados rotineiramente no contexto de doença renal policística, familiares com pelos menos duas gerações com aneurisma, em cefaleias de instalação súbita ou associadas ao exercício, além de outras situações específicas. Na dúvida, deve-se procurar o médico para melhor esclarecimento.

QUAL A DIETA MAIS INDICADA PARA SUA IDADE?...

FONTE:,  (disneybabble.uol.com.br).

Toda fase da vida tem sua beleza e seus desafios – psicológicos e nutricionais. Saiba o que comer e que exercícios praticar para curtir o melhor de cada etapa.


Cada pessoa possui suas próprias necessidades nutricionais, que variam conforme suas atividades diárias, rotina de exercícios e, apesar de muitos se esquecerem, sua idade. Tudo o que você comia sem culpa durante a adolescência terá um impacto maior depois de adulto. Costumamos aprender isso na marra.
É verdade que a preocupação em manter uma dieta equilibrada deve estar presente em todas as faixas etárias, mas à medida que vamos ficando mais velhas, essa reflexão se torna ainda mais importante, já que se pressupõe uma maior predisposição a problemas de saúde conforme os anos vão passando.
“Os hábitos alimentares se modificam ao longo da vida e as necessidades, tanto energéticas quanto de vitaminas e minerais, também”, observa a nutricionista e engenheira de alimentos Alessandra Gaboardi.
Uma alimentação variada, equilibrada em todos os nutrientes e em cada ciclo de vida, proporciona bem-estar, mantém o organismo livre de enfermidades, garante energia e condições para o corpo se desenvolver, crescer e envelhecer.
Nesse contexto, é fundamental saber quais as necessidades nutricionais mais evidentes em cada fase, não é mesmo? Confira algumas dicas:
DE 20 A 30 ANOS.
É a fase em que você faz de tudo: viaja, exercita-se, tem um ou mais trabalhos, sai com suas amigas e não gosta de rotinas. O seu corpo precisa de uma alimentação completa, equilibrada e suficiente para dar energia para todas as suas atividades diárias. “Nessa fase a mulher está em sua plenitude corpórea. É uma década da vida para semear bons hábitos alimentares, ou seja, a prevenção”, destaca Alessandra.
O que comer? Muitos alimentos antioxidantes, como frutas, legumes, leguminosas de cor vermelha, roxa, azul e amarela, que combatem radicais livres e previnem o envelhecimento precoce. E mais importante: não usar a correria do dia a dia como desculpa para mergulhar nos fast food e alimentos industrializados, ricos em açúcar, sal e gordura trans.
Segundo Alessandra, não podem faltar no cardápio diário: três ou quatro cores de verduras e legumes, carnes magras, peixe, carboidratos integrais (arroz, macarrão, pães integrais) e quatro porções de frutas.
Que exercícios praticar? O personal trainner Dodo Mendonça explica que, nessa faixa etária, praticamente todas as atividades físicas podem ser exercidas, respeitando a individualidade biológica de cada um. “Musculação, exercícios aeróbicos, como corridas e natação, além dos esportes coletivos são ótimas maneiras de exercitar-se nessa fase”, diz.
Com o que se preocupar? Esta é a fase feminina mais fértil. “Isso faz com que a mulher tenha uma necessidade maior de ferro para prevenir a anemia ferroptiva”, alerta a nutricionista e professora da Universidade Anhanguera, Carina Ribeiro Xavier. A ingestão de cálcio também é importante como forma de prevenção da osteoporose. Em caso de gestação, há uma necessidade especial à ingestão não só de ferro, mas também de ácido fólico, que serão fundamentais tanto para a mulher quanto para o feto.
DE 30 A 40 ANOS.
O paradoxo família x carreira está mais forte do que nunca. Logo, a correria continua! Equilibrar todos os pratinhos não é fácil e a tentação para a alimentação prática e rápida falará alto. Seja forte! “Por volta dos 30 anos, o metabolismo basal, que é a quantidade de energia que o corpo necessita para se manter vivo, começa a reduzir. Estima-se que ocorra declínio de 4% a 5% a cada década de vida. Nesta fase, as mulheres estão em franca produção mental, mas o estresse aumenta e a imunidade diminui”, destaca Alessandra.
O que comer? Os alimentos antioxidantes seguem como demandas nutricionais importantes. Boas pedidas para o cardápio diário são: amora, mirtilo, morango, feijão vermelho e preto, berinjela, castanha-do-pará, abacate e folhas verde-escuro. Outra preocupação importante é a manutenção da massa muscular por meio da ingestão de proteínas de alto valor biológico como carnes, clara de ovo, queijo e iogurte. “Começar a reduzir a ingestão de sódio também é recomendado”, observa Alessandra.
Que exercícios praticar? A tendência é que a disposição não mude muito em relação à da faixa de 20 a 30 anos. O personal Dodo, portanto, não vê restrições de atividades físicas de forma geral. Elas, inclusive, ajudam a reduzir o estresse e a dar mais ânimo para o dia a dia puxado. Para quem tem dificuldades de administrar uma rotina de exercícios, ele sugere a procura de um profissional especializado para ajudar a escolher e montar o treinamento mais adequado.
Com o que se preocupar? A partir dos 30 anos, as mulheres geralmente começam a perder massa magra e a acumular mais massa gorda. “Alterações de humor e ansiedade, decorrentes dos desafios da vida e também da TPM, não devem ser compensadas com um aumento na ingestão de alimentos calóricos”, frisa a nutricionista Carina.
DE 40 A 50 ANOS.
A maturidade cai como uma luva: você já sabe quem é, onde quer chegar e não tem medo de se reinventar. A manutenção do peso e da aparência física passam a ser uma prioridade e um desafio, já que o metabolismo começa a desacelerar. “Nessa fase, começam as alterações hormonais: a redução do estrogênio pode levar à resistência à insulina, o que leva ao aumento de peso. Alguns sintomas da menopausa começam a surgir e a mulher começa a ter mais dificuldades de emagrecer”, explica Alessandra.
O que comer? A preferência por alimentos ricos em ômega 3, cálcio, vitamina D e proteínas de boa qualidade auxilia na imunidade e na diminuição do risco de osteoporose. A ingestão de frutas, verduras e grãos ajudam a manter a saúde em dia.
Que exercícios praticar? Dodo recomenda os exercícios ao ar livre, que estimulam a exposição ao sol, fundamental para a absorção de vitamina D, além de esportes coletivos. A musculação também é uma boa pedida, mas o personal alerta que é importante evitar exercícios de muito impacto. “Nessa fase, devemos começar a cuidar das articulações com mais cautela.”
Com o que se preocupar? Com a desaceleração do metabolismo, a ingestão calórica tem que ser reduzida em relação às fases anteriores para que a mulher evite ganhar peso. A pré-menopausa deve ser encarada com paciência e cuidado, lembrando que a linhaça pode ser um grande aliado no combate aos sintomas desagradáveis.
DE 50 EM DIANTE.
As alterações hormonais se consolidam e são a principal característica desta etapa. A mulher madura começa a lidar com novos desafios: a tendência a uma menor demanda familiar, a multiplicação dos sinais físicos do envelhecimento e as variações na libido. A maturidade emocional, entretanto, atinge o ápice em uma mulher que já sabe lidar bem melhor com suas ansiedades, frustrações e desejos do que durante a juventude.
O que comer? As práticas adotadas a partir dos 40 anos devem ser seguidas ainda mais à risca. “Aumentar a ingestão de proteínas é fundamental para evitar a perda de massa magra. A essa altura já devemos entender bem o significado de alimentação saudável”, afirma Dodo.
Que exercícios praticar? Atividades de menor impacto devem ser o principal critério de escolha. “Musculação e hidroginástica são ótimas opções, mas precisam ser acompanhadas de perto por um profissional, que deve estar atento as articulações e postura durante o exercício”, alerta o personal.

Com o que se preocupar? A nutricionista Alessandra destaca que a grande preocupação a partir dos 50 anos é o aumento da gordura corporal, principalmente na região abdominal. “O ganho de peso acaba apresentando maior risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares”, salienta.

TER MAIS DE UMA MULHER NÃO FAZ BEM AO CORAÇÃO, SUGERE ESTUDO...

FONTE : *** Jairo Bouer (doutorjairo.blogosfera.uol.com.br).


Vários estudos já mostraram que ser casado pode aumentar a longevidade de um homem. Mas não pense que ter mais de uma mulher pode trazer vantagem extra. De acordo com um estudo feito por pesquisadores do Hospital King Faisal, na Arábia Saudita, polígamos têm quase cinco vezes mais risco de sofrer doenças cardíacas.

Trabalhos anteriores já tinham mostrado que pessoas casadas tendem a sofrer menos estresse e, portanto, apresentam melhores índices de saúde. Mas quase não havia pesquisa sobre o impacto da poligamia, algo que é praticado em algumas regiões do Norte e Oeste da África, do Oriente Médio e da Ásia.

Os resultados foram apresentados no Congresso da Sociedade de Cardiologia da Ásia e do Pacífico, a partir de pacientes atendidos com angina (dores no peito) em cinco hospitais da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes. Ao todo, foram avaliados 687 homens, com idade média de 59 anos. Desses, 56% tinham diabetes, 57% tinham hipertensão arterial e 45%, histórico de doença arterial coronariana.

Dois terços dos pacientes tinham apenas uma mulher; 19% tinham duas, 10% tinham três e 3% tinham quatro esposas. Os polígamos eram, em geral, os mais velhos. Eles também tinham melhor renda e viviam principalmente em áreas rurais.

Os pesquisadores observam que homens com mais de uma mulher precisam garantir o sustento das famílias, o que aumenta a pressão para ter um emprego extra e viajar com mais frequência. Tudo isso pode ter impacto na saúde, informaram os autores do estudo em reportagem do jornal britânico Daily Mail.

A pesquisa mostrou que os homens que praticavam a poligamia tinha um 4,6 vezes maior risco de doença arterial coronariana e um risco 3,5 vezes maior de apresentar estreitamento da artéria principal esquerda. Eles também tinham um risco 2,6 vezes mais elevado de sofrer de doença microvascular coronariana, que afeta as paredes dos pequenos vasos sanguíneos no coração.

Os autores do estudo observam que é preciso analisar com mais profundidade outras variáveis, como o nível de atividade física, a dieta e questões genéticas. Mas, a princípio, tudo indica que ter mais de uma mulher não é só alegria.


Jairo Bouer é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência em psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP. A partir do seu trabalho no Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da USP (Prosex), passou a focar seu trabalho no estudo da sexualidade humana. Hoje é referência no Brasil, para o grande público, quando o assunto é saúde e comportamento jovem, atendendo a dúvidas através de diferentes meios de comunicação.

Sobre o blog.
Neste espaço, Jairo Bouer publica informações atualizadas e opiniões sobre saúde, sexo e comportamento.