quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

AGRADECIMENTOS...


                           

Hoje último dia de 2014, quero de coração agradecer a você leitor e colaborador deste espaço que esteve conosco ao longo dos 365 dias do ano, esperando que possamos nas graças de DEUS estarmos juntos outra vez no ano que inicia.

Tivemos ao longo do ano que finda muitas alegrias e também tristezas, mas conseguimos superar a tudo com a ajuda de DEUS nosso criador e que ELE esteja nos protegendo mais uma vez e que antes do encerrar de 2014 aproveitemos as últimas horas deste dia para agradecermos ao PAI por tudo que superamos.

Tenha um final de ano de paz e realizações e que no novo ano tenhamos saúde, alegrias e realizações e que nos preparemos para as dificuldades que com certeza encontraremos pela frente.

Espero que estejamos juntos no próximo ano.

Abraços a todos.


FELIZ ANO NOVO.

FELIZ NOVO ANO...

                                     

FELIZ 2015...

                                  

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

CANTORA SENILVADA MENEZES APRESENTOU-SE NA IGREJA EVANGÉLICA VIDA NOVA EM CRISTO...


Como havia prometido anteriormente o Pastor/Presidente da Igreja Evangélica Vida Nova em Cristo Renildo Andrade,  a noite de natal (25) foi marcada com uma grande culto evangélico tendo como ministrante da palavra a cantora gospel Senivalda Menezes.





Além de ministrar a palavra, a cantora louvor seus antigos e mais recentes sucessos e ainda contou testemunhos de vida que passou, dentre eles o sequestro que sofre no interior da Bahia o que a levou a ficar mais de doze horas em poder de assaltantes o que a levou a entrar mais firme na caminhada em busca de JESUS.









Filha de uma família humilde da cidade de Gandu, Senivalda disse que teve em sua mãe a grande incentivadora para seguir a carreira de cantora e que as dificuldades encontradas ao longo da vida o fizeram pensar por diversas vezes e encontrou no PAI o caminho que segue há mais de dezesseis anos.

Apesar de ser uma noite onde as pessoas procuram estar mais ao lado da família, a Igreja Evangélica Vida Nova em cristo estava com as dependências completamente tomadas por membro de outras Igrejas que foram ouvir a palavra.

        
O Pastor/Presidente Renildo Andrade conduziu os trabalhos da noite de natal e foi muito eloquente em suas colocações.

ATITUDE NO LAR...

                  

                              Atitude no Lar - Reflexão Espírita.

Certa vez, uma criança de sete anos perguntou à sua mãe, que era famosa apresentadora de programa de tv:
Mãe, por que na tela da televisão você sempre aparece sorrindo e feliz e em casa está sempre séria e nervosa?
A mãe, pega de surpresa, respondeu:
É porque na televisão eu sou paga para sorrir.
E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:
Mãe, quanto você quer ganhar para sorrir também em nossa casa?
                                               * * *
A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflexão.
Por que não sorrir no melhor lugar do mundo, que é o nosso lar? Por que não dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?
Você já parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?
Girando, ele irriga toda a grama à sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que está próxima do irrigador, está seca.
O irrigador molha a grama que está distante de si, mas não consegue molhar a grama que está mais próxima.
Será que em nossa família estamos agindo à semelhança do irrigador de grama?
Se estamos, é hora de mudar com urgência. Verifiquemos que, quando um amigo vem à nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.
Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele está, o que tem feito.
Somos extremamente simpáticos. Nosso rosto é a própria expressão da alegria e da camaradagem.
Batemos carinhosamente em suas costas. Olhamos com respeito e amizade nos seus olhos. Sorrimos e sorrimos muito.
Toda nossa atenção, durante o tempo em que ele está conosco, é para ele. Deixamos as nossas atividades habituais, largamos o jornal, deixamos de assistir o programa de televisão de que tanto gostamos.
Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo até à porta, ficamos acenando até ele desaparecer na rua.
Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa família.
Como que num passe de mágica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.
Vamos ler nosso jornal em silêncio e que ninguém nos perturbe. Passamos a ser outra pessoa.
Junto ao amigo somos pessoas simpáticas e sorridentes. Junto à nossa família somos antipáticos e exigentes. Por quê?
Será que os nossos amores não merecem a nossa atenção e o nosso carinho?
                                              * * *
Se você se deu conta que está agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situação.
Ainda hoje, enquanto você está com seus filhos, sua esposa, seus pais, seja alegre.
Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto você está na escola, no trabalho, na rua?
Eles estão com algum problema? Gostariam de contar?
Sorria. Conte histórias de bom conteúdo. Relate fatos de sua experiência. E sorria.
Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.
Agindo assim, a casa se transformará em um lar.
E ainda hoje todos serão mais felizes.

                                Redação Momento Espírita.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel.

SAIBA COMO EVITAR OU DIMINUIR OS EFEITOS DA RESSACA NA FESTA DO RÉVEILLON...

FONTE: iG São Paulo, TRIBUNA DA BAHIA.
A festa pode ter sido boa o suficiente para a contagem de copos consumidos ter sido completamente esquecida, mas no dia seguinte a ressaca cai como uma conta a pagar, seja no nível da dor de cabeça, na taxa de enjoo, ou no índice de boca seca. No fim, a noite já não parece ter sido assim tão compensatória. O corpo vai responder a cada exagero da bebida.
A medida mais fácil para evitar este mal esta é beber menos. Para conseguir a proeza valem estratégias simples como eleger a bebida de menor teor alcoólico, reduzir o tamanho do copo, ou simplesmente intercalar copos de água e drinks. Também vale prestar atenção na alimentação: nada de ingerir álcool com estômago vazio, ou passar horas de bebedeira sem comer nada.
Agora, se o estrago já foi feito, o que interessa é saber como diminuir essas sensações ruins. A nutricionista e bióloga Adeilda de Morais, especializada em educação nutricional, explica que “o mais importante é repor os líquidos perdidos, para assim recuperar os sais minerais, vitaminas, cálcio, potássio e magnésio que se foram com a urina excessiva”.
Para tanto, ela recomenda a ingestão de água pura e água de coco. Algumas frutas e sucos são verdadeiras bençãos para quem já está jurando que nunca mais vai por uma gota de álcool na boca. É importante reidratar o corpo e principalmente o cérebro.

No fim da festa, lá vem ele... O mau humor não é obrigatório na ressaca, mas não é raro ficar em clima de poucos amigos quando se sente dor de cabeça, náusea e boca seca, concorda? Para dar uma levantada no ânimo, a melhor pedida é comer uma simples banana. Além de ser fonte de potássio, ela é riquíssima em vitamina B6, que age na serotonina, um neurotransmissor que melhora o humor e ajuda a diminuir dores do corpo.

SALÁRIO MÍNIMO SERÁ R$ 788 A PARTIR DE JANEIRO...

FONTE: CORREIO DA BAHIA, Da Redação, com agência (redacao@correio24horas.com.br).

Com isso, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27 e o valor horário, a R$ 3,58
O governo federal editou decreto para regulamentar a Lei nº 12.382, de 25 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre o valor do salário mínimo. Segundo a norma, a partir de 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo, que atualmente é de R$ 724,00, será de R$ 788,00.

Com isso, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 26,27 e o valor horário, a R$ 3,58. O decreto está publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (30).
Queria arredondar para R$790.
O relator do projeto de lei do orçamento de 2015, senador Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou, início do mês, que o valor do salário mínimo previsto para vigorar no ano que vem seria arredondado para R$ 790. O estabelecido na proposta orçamentária encaminhada pelo Executivo era de R$ 788,06.
Esse incremento, disse Jucá, teria impacto de R$ 1,2 bilhão nas contas do governo. “É exatamente para facilitar a vida dos trabalhadores, das empresas e para garantir um ganho real no reajuste”, afirmou Jucá.
O valor do salário mínimo brasileiro é calculado a partir de uma forma que leva em conta a inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

ESTUDO INDICA QUE CHOCOLATE AMARGO REDUZ RISCO DE INFARTO...

FONTE: , Em Washington, (noticias.uol.com.br).

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Louisiana, nos Estados Unidos descobriu que o chocolate amargo reduz o risco de infarto porque tem efeitos antiinflamatórios.

Os resultados deste trabalho foram apresentados no 247º Encontro da Sociedade Americana de Química realizado esta semana em Dallas. Segundo o diretor da pesquisa, John Finley, ele também será publicado na revista Journal of Agricultural and Food Chem.

Finley detalhou que quando os componentes do chocolate preto são absorvidos pelo corpo "diminuem a inflamação do tecido cardiovascular e reduzem o risco de infarto em longo prazo".

Para realizar esta pesquisa, os cientistas simularam a digestão do cacau em pó, contido neste tipo de chocolate, em um modelo de tratamento digestivo. Esse modelo foi criado empregando diferentes tubos de ensaio, e, depois, os cientistas submeteram os materiais não digeridos à fermentação anaeróbica (sem oxigênio) usando bactérias humanas.

Segundo Finley, o cacau em pó contém vários polifenóis e antioxidantes, como catequinas e epicatequinas, assim como fibras, que são escassamente digeridas no estômago, mas que são absorvidos ao passar ao cólon.

"Em nosso estudo descobrimos que a fibra é fermentada e que os polímeros polifenóis são metabolizados e se transformam em moléculas menores, mais fáceis de absorver. Estes polímeros menores têm ação antiinflamatória", ressaltou Finley.


O diretor da pesquisa também explicou que os benefícios para a saúde do chocolate amargo podem ser acentuados se sua ingestão for combinada com a de alimentos prebióticos (carboidratos que se encontram, por exemplo, no alho) ou de frutas.

CONSUMO DE FAST FOOD PODE COMPROMETER O APRENDIZADO INFANTIL...

FONTE: iG São Paulo, TRIBUNA DA BAHIA.

            

A relação entre fast food e obesidade infantil não é nenhuma novidade. Um estudo da Universidade de Ohio revelou, porém, que os prejuízos desses alimentos não atingem apenas o físico e a saúde nutritiva das crianças. De acordo com a pesquisa, quanto maior o consumo de fast food, menor o desenvolvimento educacional e pedagógico dos pequenos.
A análise levou em conta crianças matriculadas entre a 5ª e 8ª série do Ensino Fundamental, quando são lecionadas disciplinas como matemática, ciências e redação, nos Estados Unidos. Elas tiveram que responder questões sobre a frequência com quem se alimentaram de fast food semanalmente, independentemente de estarem em “semana de prova” ou não.
Ao cruzar essas informações com o histórico escolar dos entrevistados, os pesquisadores descobriram que os que comeram algum tipo de fast food pelo menos uma vez ao dia tiveram um baixo desempenho nas disciplinas em questão. Essa deficiência foi detectada com maior intensidade em matemática.
“Essas descobertas mostram que o consumo de fast food tem relação com baixo desenvolvimento educacional e, consequentemente, com a obesidade infantil. O problema não está, porém, nas famílias que ocasionalmente consomem esses alimentos, ao contrário daquelas que transformam isso em rotina”, pondera Kelly M. Purtell, autora da pesquisa.
Segundo ela, a explicação está na carga de nutrientes desses alimentos. Os fast food não possuem todas as vitaminas e minerais necessários para o aprendizado efetivo das crianças. Além disso, eles são ricos em gordura e açúcar, o que também compromete o desenvolvimento intelectual na infância. Outros fatores podem contribuir para esse quadro, como a educação dos pais, renda familiar, insegurança alimentar e o hábito de assistir à televisão durante as refeições.

De acordo com os pesquisadores, um caminho é tornar o fast food menos acessível para as crianças. Taxas específicas, por exemplo, tornariam esse tipo de alimento mais caro e, por isso, menos atrativo para as famílias. Outro ponto seria transformar o ato de cozinhar em algo mais prazeroso e atraente para adultos e crianças, que culminaria na redução do consumo de fast food.

ÁGUA MINERAL É SEMPRE MELHOR DO QUE DA TORNEIRA? VEJA MITOS E VERDADES...

FONTE: Camila Neumam, do UOL, em São Paulo (noticias.uol.com.br).

                                     

Tomar dois litros de água por dia faz bem à saúde. VERDADE: Beber dois litros é indicado de maneira geral, mas depende da perda de líquidos que cada um tem por dia. Um atleta tende a perder mais, portanto é possível que seja indicada uma ingestão diária maior. O corpo de um adulto tem ao menos 45 litros de água; 30 litros circulam pelas células e o restante pelo sangue, no transporte de nutrientes. Parte considerável desta água é eliminada pela urina e pelo suor, portanto precisa ser reposta para evitar desidratação e problemas como cálculo renal ou cálculo na bexiga, pelo excesso de sódio geralmente diluído pela água.

Com a crise hídrica se espalhando pelo país, fica a dúvida se o uso de reservas alternativas, como o volume morto do Sistema Cantareira, em São Paulo, ou a coleta de água em bicas tem uma qualidade inferior à do líquido que antes saía das torneiras de casa.

No Estado de São Paulo, onde há escassez em várias regiões, moradores relatam a chegada de água com cor de barro e gosto acentuado. Nestes casos, é aconselhável trocar o consumo desta água por água mineral? O filtro que temos em casa é capaz de deixar a água mais palatável ao consumo? Qual é a diferença entre estes tipos de água e qual é a melhor opção para a saúde? 

Segundo especialistas consultados pelo UOL, em cidades onde há estações de tratamento de água e de esgoto, a água que chega às residências é potável, portanto, pode ser consumida de forma tão segura como a água do filtro ou água mineral. Onde não há sistema de tratamento, a água deve ser captada e fervida por 15 minutos antes de ser consumida. A água mineral, como o nome já diz, é fonte de minerais benéficos à saúde, ao passo que filtros e purificadores têm a função de eliminar os possíveis resíduos que vêm da rua, e diminuir o gosto da água.

portaria 2.914, de 12 de dezembro de 2011, do Ministério da Saúde, elenca os procedimentos de controle de qualidade da água potável para o consumo humano e assegura que ela pode ser usada para beber, cozinhar e para higiene pessoal.

Água de beber

Para ser considerada potável, a água deve apresentar quatro características: ser insípida (não ter gosto), inodora (não ter cheiro), incolor (não ter cor) e ser desprovida de microrganismos que causam doenças, como os coliformes fecais.

A água potável vinda da rua pode ser bebida, mesmo apresentando o conhecido 'gosto de torneira', fruto do cloro usado no tratamento e dos metais presentes na água.

"A água da torneira é potável. Se você tiver certeza que a caixa d'água está limpinha, sempre bem cuidada, pode beber tranquilamente. A água tratada pode ter gosto característico pelo excesso de cloro ou às vezes do próprio manancial", diz Edson Aparecido Abdul Nour, professor da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.

Segundo o especialista em água de reúso, 500 microorganismos a cada cem mililitros de água reservada em uma caixa d'água limpa é um indicativo de água de boa qualidade.
"A água da rua obedece a legislação, mas depois que ela entra em casa, o morador é o responsável por sua qualidade", diz.

E na época de seca?

Já no período que envolve a época de seca, a qualidade da água pode realmente ser prejudicada, explica o especialista Edson Abdul Nour.

Isso porque em época de escassez de água a vazão dos rios diminui, mas a entrada de esgoto, mesmo tratado, continua a mesma, aumentando a concentração de poluentes e contaminantes nas águas.

No início das chuvas, essas águas 'lavam' a sujeira depositada nos rios, causando impacto na qualidade da água.

"Épocas de seca ou de início das chuvas podem alterar a qualidade da água e deixar um gosto residual, mesmo sendo tratada. O sabor é controlado, mas há pessoas que são mais sensíveis do que outras", diz.

Água não tratada causa doenças.

Em locais onde a água não é tratada, os moradores ficam mais suscetíveis a beber água de má qualidade e, consequentemente, a contrair bactérias como a Salmonella, que causa a febre tifoide, e Escherichia coli, que causa diarreia, infecção urinária e colite, além de doenças como o cólera e toxoplasmose, de acordo com a infectologista Heloísa Ramos Lacerda, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia.

"Há maior risco de contrair principalmente infecções gastrointestinais pelo contato com bactérias ou protozoários. E o risco de contrair dengue pelo armazenamento de água [onde as larvas do mosquito Aedes aegypti se reproduzem]", afirma Lacerda.

Embora o governo seja responsável pela qualidade da água que chega às residências, que deve respeitar o padrão estabelecido na legislação brasileira, 23,8 milhões de lares brasileiros não contam com saneamento básico, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013, divulgado em setembro deste ano.

Água mineral versus água potável.

Diferentemente da água potável que suscita muitas dúvidas, a água mineral é considerada confiável por ser retirada de fontes naturais e ter função medicamentosa, isto é, minerais que fazem bem à saúde. Porém, algumas amostras também passam por testes de qualidade que avaliam se a quantidade de minerais em sua composição é indicada para consumo humano e se ela está livre de organismos que causam doenças, de acordo com a legislação brasileira.

"A água mineral tem diferentes componentes, incluindo minerais como o ferro e o magnésio. A água mineral benéfica à saúde tem que ter 500 miligramas de minerais por litro", afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).

É o decreto-lei 7.841, de 8 de agosto de 1945, da Presidência da República, que dispõe as normas para a extração e o comércio deste tipo de bebida desde então.

Depois de retirada da fonte, a água mineral deve ser diretamente engarrafada e armazenada em local fresco e arejado para se manter segura para o consumo. A água mineral em si não tem prazo de validade, mas a forma como ela é estocada pode fazer o líquido ser contaminado e se deteriorar. 

"O consumidor tem que avaliar se a água está bem armazenada, se a garrafa não parece gasta. O recomendável é que ela fique longe do sol porque isso afeta a qualidade do líquido e, se houver alguma contaminação, pode desenvolver algas dentro do frasco, diz Nour.

Uma das desvantagens da água mineral em relação à água potável é a falta de flúor em sua composição, embora haja água mineral fluoretada. O flúor é um forte aliado na redução da incidência de cáries.

Apesar de terem o mesmo poder de hidratação das águas minerais não gasosas, as que contêm gás têm dióxido de carbono, composto químico capaz de aumentar o risco de osteoporose.

A água mineral também tem sódio que em quantidades maiores do que o recomendado (200 miligramas por litro), aumenta o risco de várias doenças.

"O dióxido de carbono composto na água tende a competir com o cálcio, diminuindo sua absorção no organismo e aumentando o risco de osteoporose", diz Lara Neto.


"Se tiver sódio em excesso na água, seu consumo pode aumentar o risco de desidratação, hipertensão, cálculo renal ou de bexiga e problemas cardíacos", diz Nour.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

MENSAGEM DE ANO NOVO...

        
Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna bem mais simples do que parece.

Construir o próprio patrimônio, chegar a lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.

O engraçado é que você cresce e maioria desses desejos permanece com você por muito tempo.

Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda a uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer?

Astronauta, médico, bombeiro.

Saber essa resposta, não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras. É através dela que o seu futuro começa a ser desenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.

Comigo não foi diferente, assim como você, eu queria o improvável, o surpreendente, o inovador, fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar, ser o descobridor de uma nova era, ou quem sabe, de um novo tempo.

Na verdade eu queria mesmo era realizar os meus desejos, assim como numa brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável: o trabalho dos sonhos, a família perfeita, e porque não, viajar pelo espaço.

Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo, comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente. Servi a aeronáutica, vendi jornais, verduras e picolé, trabalhei como ajudante na construção civil, fui operador de produção, pintor e até artesão.

O meu primeiro patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal para adquiri-lo.

Talvez todas essas funções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência suficiente para crescer com humildade, amadurecer, ter responsabilidades, experimentar a minha capacidade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivia.

E você, tem sonhado com o que? Quais os seus planos para chegar lá? Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador, não lamente a sua sorte, não tenha vergonha do que faz, posso te dar um conselho, sonhe, experimente, faça o novo, busque a concretização dos se sonhos todos os dias, escolha fazer o que você gosta, não apenas aquilo que lhe traz dinheiro, ele virá naturalmente através de seus esforços. Seja fiel aos seus valores, faça com amor e seja o melhor naquilo que faz, lembre-se você é o único responsável pelo seu êxito, coloque-se sempre em primeiro plano, ame o próximo, na mesma proporção que se ama, somos todos capazes de ser e fazer, não deixe que façam por você, erre e erre de novo, e através do seu erro ganhe experiência, não seja tão duro com você mesmo.

E quando tudo parecer difícil volte a ser criança novamente, sem nenhum medo de responder aquela simples pergunta, o que você quer ser quando crescer.
                                           Autor desconhecido.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel.

CONHEÇA OS PREJUÍZOS QUE O CONSUMO DE AÇÚCAR PROVOCA NO SEU ORGANISMO...

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA.

O consumo de açúcar vem crescendo a cada ano, sendo considerado uma droga estimulante, que por ser lícita, pouco se discute sobre os prejuízos à saúde humana. Seu consumo exacerbado vem trazendo consequência alarmante para a saúde da população chegando a ser considerado um problema de saúde publica atualmente, por gerar uma série de desequilíbrios sistêmicos.
A dependência química do açúcar ocorre fortemente por gerar alta sensação de prazer, estimulando neurotransmissores cerebrais. Essa sensação boa gera um vicio, pois dura pouco tempo e nos faz querer sempre mais dessa substância.
Como explica nutricionista funcional Andrezza Botelho o açúcar refinado não traz beneficio algum ao organismo, por não conter nenhum nutriente, apenas calorias vazias.
Essa energia toda em excesso é armazenada na forma de gordura, através do hormônio chamado insulina, que quando super estimulado ou secretado constantemente leva à resistência à insulina ou Diabetes propriamente dito.
O açúcar é apenas um alimento calórico, de baixa qualidade nutricional, que não oferece benefícios para o organismo. Ele rouba nutrientes, podendo alterar o meio digestivo no estômago, prejudicar a absorção de vitaminas e minerais, interferir na digestão e na absorção intestinal, além de facilitar o aumento da excreção de alguns nutrientes dentro do organismo.
Além disso, o açúcar é alimento de fungos e más bactérias. Quando há um aumento desses elementos, você acaba mantendo um pH ácido no intestino, o que prejudica a absorção de nutrientes essenciais para o bom funcionamento orgânico.
Também traz prejuízos ao intestino, pois é o alimento preferido das bactérias patogênicas, fazendo essa colônia crescer rapidamente, diminuindo assim a colônia “boa”, e acabando com a flora intestinal saudável, ocasionando má absorção de nutrientes importantes; deficiência do sistema imunológico; entrada de toxinas pelos capilares levando a uma série de desequilíbrios no organismo e doenças como câncer (também serve de alimento para células cancerígenas, promovendo o crescimento de tumores).
Outros malefícios são o aparecimento de diabetes, o aumento de cáries, infecções e osteoporose, relacionados à perda lenta e constante de cálcio e magnésio que esse alimento acarretar; lesão nas paredes dos vasos sanguíneos; obesidade; envelhecimento precoce (aumento de radicais livres); hiperatividade; ansiedade; dificuldade de concentração e irritabilidade.
Para a nutricionista Andrezza Botelho, é fundamental o uso controlado e limitado desse alimento, para garantir a qualidade e o equilíbrio do corpo.
Através de trocas inteligentes como o uso de açúcar mascavo, açúcar de coco e até o demerara podemos ingerir alguns nutrientes interessantes, mas mesmo assim o consumo tem que ser muito consciente e equilibrado para garantirmos a saúde física e mental, evitando assim o aparecimento de doenças silenciosas e danosas, que acabam levando grande parte da população à morte logo após a sua descoberta.
O açúcar rouba energia do cérebro, facilita a síndrome metabólica que é geradora de problemas cardiovasculares e da gordura abdominal, hipoglicemia reativa, distúrbios de concentração, fadiga crônica, e ainda destrói alguns nutrientes.
Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), feito com ratos de laboratório, mostrou que uma dieta com elevada dose de açúcar deixa o cérebro mais lento, prejudicando a memória e a aprendizagem.
De acordo com o estudo, o consumo excessivo pode interferir na capacidade da insulina de regular como a célula usa e armazena açúcar, o que é necessário para o processamento de pensamentos e emoções.

Além disso, o alto consumo de açúcar aumenta a formação de radicais livres, que em excesso podem causar efeitos deletérios no organismo, gerando o estresse oxidativo, ou seja, os radicais livres alteram o funcionamento das nossas células favorecendo o envelhecimento celular.

ALUCINÓGENO PODE SER ALTERNATIVA CONTRA DEPENDÊNCIA DE CRACK, APONTA ESTUDO...

FONTE: Carlos Minuano, Do UOL, em São Paulo (noticias.uol.com.br).


Uma mulher afirma ter revivido todas as overdoses que teve na vida, um homem diz ter visualizado a própria morte, outras pessoas relatam reviver traumas de infância esquecidos. Esses são depoimentos de pacientes com problema de dependência química, que experimentaram ibogaína. A maioria descreve a experiência como assustadora, mas também transformadora. Entre os 75 pacientes com dependência de diferentes drogas, como cocaína, crack e álcool, 55% dos homens e 100% das mulheres ficaram livres do vício por um ano ou mais.

Conduzido pela Unifesp (Universidade Federal de S. Paulo), o estudo inédito fez uso da ibogaína, substância alucinógena, extraída de uma planta africana. A pesquisa chegou a ser noticiada pela Royal Pharmaceutical Society, do Reino Unido e publicada pelo britânico The Journal of Psychopharmacology. Entre 2005 e 2013, os pesquisadores administraram o cloridrato de ibogaína, importado do Canadá, e ministrado em cápsulas. No total, 62% permaneceram abstinentes. "É um resultado extraordinário neste campo", diz Eduardo Schenberg, doutor em Neurociências (USP), que participou do estudo, juntamente com o psiquiatra Dartiu Xavier. Segundo ele, a maioria dos tratamentos convencionais não chega a 30% de sucesso. "Alguns ficam abaixo dos 10%", diz.

Dados mostraram que 72% dos pacientes eram "poliusuários", ou seja, faziam uso de álcool, cigarros, maconha, cocaína e crack. "Este é um dos pontos mais inovadores, pois revela eficiência e segurança do uso clínico, médico e hospitalar da ibogaína no tratamento de usuários abusivos destas substâncias", comenta Schemberg.

Parte dos pacientes tomaram ibogaína há mais de dois anos, outros há poucos meses. De acordo com o neurocientista, 25% dos pacientes tomaram ibogaína apenas uma vez, 44% tomaram duas vezes, 19% tomaram 3 vezes e uma parcela muito pequena tomou mais de três vezes.

Os intervalos entre as sessões foram, sempre, de ao menos um mês, sendo frequentemente mais longos que isso. "Dez pacientes procuraram, depois da ibogaína, outros tratamentos psicológicos", afirma Schemberg.

Depoimento.
Um dos pacientes que participou da pesquisa da Unifesp é Felipe Cruz, 31. Usuário de crack desde os 17 anos, ele continuou consumindo a droga até a idade de 25. Durante esse tempo foi internado em clínicas e comunidades terapêuticas 19 vezes. "Não conseguia vencer a fissura do crack", diz. "Às vezes, eu ficava duas ou três semanas sem usar, mas logo recaía novamente".

Há seis anos, Felipe usou ibogaína pela primeira vez. "A experiência foi bem intensa", diz. "Tive visões da minha infância que eu havia esquecido, momentos marcantes da minha vida e até coisas que nunca aconteceram. A visão que mais me impactou foi da minha mãe chorando ao lado do meu caixão".

Segundo ele, depois de algumas horas da dose, o efeito foi ficando mais fraco. "É quando começa uma fase importante de perguntas e respostas em que vários questionamentos vêm à tona. É quando a pessoa se pergunta: o que estou fazendo da minha vida?". Hoje, ele coordena um trabalho com dependentes químicos, adolescentes e crianças em uma comunidade terapêutica, no interior de São Paulo.

Clínicas para dependentes.
Embora o interesse em investigar os efeitos da ibogaína existisse desde o início da década de 90, o psiquiatra Dartiu Xavier, principal autor do estudo, conta que tomou a decisão ao observar o crescimento no Brasil o uso da substância em tratamentos para dependência em clínicas brasileiras. "Soube de muitas pessoas que estavam utilizando sem critérios científicos, não sabemos dos riscos desse uso", afirma.

Dezenas de clínicas oferecem o tratamento que, geralmente, dura entre três e sete dias, e pode custar de R$ 3,5 mil a R$ 8 mil. Uma das clínicas ouvidas pela reportagem do UOL, localizada no interior de São Paulo, afirma usar o medicamento importado da África.

Lá, quem aplica a substância é uma dependente química, que se diz curada com a ibogaína. "Após dez internações conheci a ibogaína", diz Camila Patah. "Fiquei impressionada por não sentir mais vontade de usar e quis trabalhar com isso". Ela conta que não usa drogas há dois anos e meio. E há seis meses aplica a ibogaína.

Ela garante que é feita um triagem antes do paciente passar pelo tratamento. "Não podem prescrever para pessoas que têm quadro de esquizofrenia e é preciso fazer um eletrocardiograma", afirma. Segundo ela, 16 pessoas já passaram pelo tratamento com ela.

O que é.
Apesar do uso na recuperação de dependentes químicos, a iboga, arbusto conhecido por botânicos como Tabernanthe iboga, cujo principal alcaloide é a ibogaína, é usada secularmente em rituais xamânicos, principalmente no Gabão e em Camarões, na África Central. A planta pertence à categoria dos alucinógenos clássicos, entre eles, o peiote, a ayahuasca e o LSD.

Proibida.
No Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a ibogaína não é proibida nem consta na lista de substâncias controladas, e pode ser importada para uso pessoal. Entretanto, a agência informou por meio de sua assessoria que, como até o momento não há medicamento registrado no país, o uso terapêutico comercial é considerado clandestino e ilegal.

Os pesquisadores são otimistas com o potencial terapêutico da planta africana, mas advertem que os estudos ainda não são conclusivos sobre a extensão dos seus efeitos, e que o uso da ibogaína deve ser feito com supervisão clínica rigorosa. Há registros de mortes no tratamento não-controlado de dependentes com ibogaína na Holanda, França e Suíça. Nos casos estudados no Brasil não foi observado nenhum caso de efeito colateral grave, nem de mortes. Para Eduardo Schenberg, doutor em Neurociências (USP), isso corrobora a importância do tratamento não ser ilegal.

Segundo o pesquisador, a proibição gera más práticas e riscos aos pacientes. "É fundamental que haja apoio médico profissional em ambiente hospitalar, com substância de boa procedência, dosagem conhecida e bem determinada e triagem adequada dos pacientes", afirma.

Como em qualquer outra prática médica, há contra indicações no uso da ibogaína. A principal é para pacientes com problemas cardíacos. "O eletrocardiograma é um exame que deve ser incluído na triagem de qualquer paciente antes do uso da ibogaína", afirma o médico.


Schemberg diz que o Brasil pode assumir um papel de liderança no campo das pesquisas de psicodélicos. "O Brasil encontra-se em situação favorável para se tornar líder nesta linha pioneira que pode ajudar muito num problema de grande dimensão". Ele destaca que atualmente não há tratamento farmacológico para dependência de drogas, em especial para os estimulantes como cocaína e crack. "A ibogaína é uma via que deve ser explorada", diz. O especialista, que reside em Londres, planeja realizar um ensaio clínico com a substância nos próximos anos.

MÉDICOS REMOVEM 80 DENTES DE MANDÍBULA DE CRIANÇA DE SETE ANOS...

FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br)

Odontoma é um tipo raro de tumor que afeta a mandíbula ou as gengivas, aumentando número de dentes.
Uma criança de sete anos teve 80 dentes removidos de sua mandíbula superior após ser submetido a uma cirurgia de quase quatro horas de duração. O caso aconteceu na Índia, na última sexta-feira (26), no Hospital Maharaja Yeshwantrao.  
“O paciente tinha nos visitado há cinco dias com abscesso no maxilar superior. Após investigações médicas, foi diagnosticado um caso de odontoma. Planejamos a cirurgia e removemos 80 dentes após a eliminação de abscesso, que é raro em tenra idade”, disse o médico responsável Maheshwari ao “The Times of India”.
Odontoma é um tipo raro de tumor que afeta a mandíbula ou as gengivas que há uma concentração de estruturas parecidas com dentes. 
Este é o segundo caso espantoso registrado na odontologia do país. Em julho, médicos  removeram 232 dentes da boca de um adolescente em uma única operação em Mumbai. De acordo com os dentistas, caso o menino de sete anos procurasse ajuda médica somente na adolescência ele também poderia desenvolver a mesma quantidade de dentes. 

8 VERDADES E MITOS SOBRE INFERTILIDADE...

FONTE: TRIBUNA DA BAHIA.

Planejar filhos está cada vez mais secundário para os casais modernos. Homens e mulheres adiam a maternidade por conta do emprego, por não ter um relacionamento estável e, até mesmo, pela busca do corpo perfeito.
Em 1991, a média de filhos por família era de 2,9. Essa taxa vem caindo anualmente e chegou a 1,7 em 2014, segundo dados do IBGE.
Os índices confirmam que, além do adiamento da decisão, a taxa de fecundidade também caiu em nosso país.
Do outro lado dessa tendência está o relógio biológico, que, infelizmente, não acompanha as mudanças comportamentais e pode ser implacável.
Uma mulher de 35 anos tem 80% mais chances de engravidar do que uma de 40 anos. Por isso, a reprodução assistida é uma realidade presente, e o tema da infertilidade, apesar de bastante abordado, ainda gera muitas dúvidas na população.
A médica Karla Zacharias, especialista em reprodução assistida da Huntington Medicina Reprodutiva, explica que há ainda muitos pensamentos equivocados em relação ao assunto.
“As pessoas têm ideias erradas sobre a infertilidade. Elas se surpreendem ao saber que o comportamento e a alimentação, por exemplo, podem ser fatores determinantes, enquanto medicamentos regulares e fatores psicológicos, geralmente apontados como vilões, podem não ter nenhuma relação direta com o problema.”
A especialista responde às dúvidas mais comuns e explica os mitos e verdades.

Fumar afeta a fertilidade?
Verdade: “Afeta. Nos homens, atinge diretamente a produção dos espermatozóides e, nas mulheres, afeta a qualidade dos óvulos. Pesquisas clínicas comprovam que não só fumar, mas consumir bebidas alcoólicas em excesso, antidepressivos, anabolizantes e outras drogas pode cooperar para a infertilidade. Como incentivo a parar de fumar vale ressaltar que a produção dos espermatozoides pode se normalizar após três meses sem cigarros”.

A alimentação tem alguma relação com manter-se fértil?
Verdade: “Tem relação. Uma dieta balanceada, com adição de alguns alimentos benéficos, pode ajudar o casal. Consumir ômega 3, presente em nozes, ervilhas  e peixes de água fria como salmão e sardinha, por exemplo, ajuda o sistema de reprodução. Em contrapartida, homens que consomem grande quantidade de carne, de alimentos gordurosos e de leite apresentam menor fertilidade, por causa do alto nível de hormônios destes produtos”.

A mulher costuma ser a responsável pela infertilidade do casal?
Mito – “Não. Esse é um dos erros mais comuns. A infertilidade não escolhe sexo e atinge o casal em proporção quase igual. Em 40%, a causa é feminina, mesmo índice da causa masculina. Entre 30% a 40% dos casos de infertilidade são devido ao homem e à mulher, simultaneamente. O preconceito é realmente um problema. Geralmente o homem só procura um especialista depois da parceira, enquanto ele pode ter sido a causa durante todo o tempo”.

A idade da mulher tem relação direta com a infertilidade?
Verdade – “Correto. A mulher começa a perder fertilidade desde seu nascimento. Os melhores óvulos são os primeiros a serem perdidos e, aos 25 anos, mais de 70% deles já foram descartados pelo corpo. Aos 35 anos, a situação fica mais crítica e estima-se uma reserva de apenas 10%. Nesta idade, existe uma queda na qualidade do óvulo, que chega a ser incapacitante a partir dos 40 anos e impeditiva ao redor dos 45 anos”.

Ainda falando sobre a saúde da mulher, o uso prolongado de pílula anticoncepcional reduz as chances de engravidar?
Mito: “Não há relação e é outro equívoco bastante comum. A pílula tem baixo conteúdo hormonal e pode até contribuir com a fertilidade, ao prevenir a endometriose, por exemplo. Depois de suspender o seu uso por três ou quatro meses, a maioria das mulheres retoma sua capacidade normal de fertilidade. O que pode acontecer é esse tempo de recuperação ser um pouco mais longo, mas sem efeito negativo em longo prazo”.

O peso é considerado um agravante para a fertilidade?
Verdade: “Sim e não só para as mulheres. Elas estão sujeitas a mais disfunções hormonais e ovulatórias quando estão acima do peso. Podem até engravidar, mas a obesidade é prejudicial à gravidez. Nos homens, altera o metabolismo e pode afetar os espermatozoides”.

O estresse do dia a dia pode contribuir para a infertilidade?
Mito “Outro erro bastante comum. O que pode ocorrer é que a sobrecarga emocional afete o ciclo ovulatório, embora existam mulheres que enfrentam o estresse e continuam ovulando normalmente. No caso dos homens, o estresse pode provocar falta de libido e disfunção erétil”.


Para quem pretende retardar a gravidez e teme a infertilidade, congelar óvulos é uma boa alternativa?
Verdade: “Sem dúvidas. Há um alto índice de resultados positivos apresentados por tratamentos que usam óvulos congelados. A taxa de sucesso é de cerca de 30%. Vale destacar que o congelamento é muito indicado para casos de doenças que impeçam a paciente de engravidar imediatamente e para quem pretende ter filhos em idade bem avançada. O sêmen congelado também pode permanecer neste estado por anos e ser uma solução”.

BRASILEIRAS FAZEM TRÊS VEZES MENOS MAMOGRAFIAS DO QUE RECOMENDA A OMS...

FONTE: Flávia Villela, Da Agência Brasil, em Brasília (noticias.uol.com.br).

Menos de 25% das brasileiras entre 50 e 60 anos de idade fizeram mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2013, quase três vezes menos do que recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), que é 70% de cobertura anual desse exame em mulheres com mais de 40 anos de idade, enquanto o Ministério da Saúde sugere que essa cobertura comece aos 50 anos.

Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Mastologia, em parceria com a Rede Goiana de Pesquisa em Mastologia. Das mais de 10 milhões de mamografias esperadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) em mulheres entre 50 e 60 anos de idade em 2013, somente 2,5 milhões foram realizadas.

O estudo também revela que, embora haja equipamentos do SUS em número satisfatório, a grande maioria está no Sul e Sudeste e uma pequena parte no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Além disso, as capitais concentram esses mamógrafos, enquanto uma área imensa no interior fica descoberta.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior, a falta de informação sobre a importância da mamografia não é o principal problema, mas sim as distâncias que separam muitas mulheres do local de exames.

"No estado de Goiás, existem regiões em que a mulher precisa andar mais de 300 quilômetros até um mamógrafo do SUS, o que significa um dia inteiro para fazer um exame que deveria levar cerca de três horas para ser concluído", diz o médico, ao ressaltar que, em geral, são mulheres sem sintomas que acabam desistindo do exame. "Ela levaria um dia inteiro para fazer o exame, mais um dia para pegar o resultado, e um terceiro para mostrá-lo na consulta médica. São três dias em que ela deixa de ir ao trabalho ou nos quais precisa se organizar para alguém cuidar dos filhos e da casa", comenta Ruffo.

A frequência de mamografias na Região Norte foi 12% e no Sul, 31,3%. Entre as unidades da Federação, a menor cobertura de mamografias foi no estado do Pará, 7,5% e a maior, em Santa Catarina, 31,3%. O médico Ruffo de Freitas Junior explica que, além da má distribuição de equipamentos pelo país, mesmo em lugares onde há mamógrafos, muitos são subutilizados.

"Boa parte dos mamógrafos que operam pelo SUS acaba ociosa. Por exemplo, aqui na Universidade Federal de Goiás, temos um mamógrafo que funciona pelo SUS e é usado apenas na parte da tarde", diz o médico. Para ele, é preciso melhor gestão para que haja técnicos qualificados e o aparelho funcione o dia inteiro, o que geraria o dobro de mamografias que o aparelho pode e deveria fazer.

Com base no Sistema de Informação para o Controle do Câncer de Mama (Sismama), o estudo rastreou a distribuição de mamógrafos e o número de exames realizados pelo SUS no ano passado e calculou o número de exames esperados, considerando 58,9% da população-alvo, tendo em vista as recomendações do Inca.

"Esse banco de dados do Sismama permite que os epidemiologistas usem dados oficiais para mostrar, por meio de pesquisas, as diferenças que existem em nosso país", diz Ruffo.


Até o fechamento desta reportagem, o Ministério da Saúde não havia respondido ao pedido de entrevista sobre o assunto, nem às perguntas feitas por e-mail pela Agência Brasil.