sábado, 20 de outubro de 2012

MAIS DE 30% DAS MULHERES TERÃO OSTEOPOROSE APÓS A MENOPAUSA...


FONTE: Agência Brasil, TRIBUNA DA BAHIA.

              

Uma em cada três brasileiras vai desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa, aponta estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso).

Apesar do alto percentual entre a população feminina, apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos já fizeram algum exame para detectar a doença.

Para reforçar a necessidade de prevenção e do diagnóstico precoce, a associação promove neste sábado (20), no Dia Mundial de Combate à Osteoporose, a campanha nacional Seja Firme Forte.

Cerca de 50% das mulheres fazem o exame tardiamente, somente entre 51 e 60 anos, quando o ideal seria logo após o início da menopausa, aponta a associação. Aproximadamente 10 milhões de brasileiros sofrem com o problema, de acordo com a associação.

Levantamento feito pela Abrasso mostra que dos 1.717 equipamentos para o exame de diagnóstico em funcionamento atualmente, apenas 367 estão no Sistema Único de Saúde (SUS).

Também há grande disparidade do ponto de vista regional, já que a maior parte dos aparelhos, 1.222 do total, está localizada nas regiões Sul e Sudeste.

Entre a população masculina com mais de 65 anos, a frequência da osteoporose é apenas 10%. A proporção é dez mulheres para cada homem com a doença. Eles, no entanto, também não devem descuidar das medidas de prevenção, alerta a associação.

Prevenção.

A quantidade necessária de consumo de leite e derivados para prevenir a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é pelo menos três porções diárias.

A pesquisa da Abrasso, que entrevistou 2 mil brasileiras, mostra que as mulheres acham que apenas um copo de leite por dia é suficiente para prevenir a osteoporose.

O estudo aponta que 90% das mulheres não consomem a quantidade de cálcio recomendada. A prevenção deve começar na infância, por meio de uma alimentação equilibrada e rica em cálcio, presente, principalmente, em leite e derivados.

Por ser uma doença que não causa dor, muitas vezes o diagnóstico é feito somente após a primeira fratura, provocada pela fragilidade dos ossos.

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