FONTE: *** CORREIO DA BAHIA.
Segundo o órgão, no depoimento, Adriano foi questionado sobre seu nível de relacionamento com o traficante, incluindo contatos telefônicos e remessas de dinheiro ou bens a FB, e, ainda, se já colaborou, direta ou indiretamente, com a facção criminosa.O promotor também perguntou ao jogador que motivos o levaram a posar para fotografias fazendo gestos que representam as iniciais de uma organização criminosa; se vinha sendo vítima de extorsão; se possuía armas de fogo e por que não compareceu à 38ª DP para prestar esclarecimentos.
POLÍCIA TAMBÉM QUER OUVI-LO.
Segundo a polícia, no entanto, o depoimento do jogador Adriano ao Ministério Público não o libera de ter que depor na polícia. Em nota, o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, afirma que ele continua sendo esperado para ser ouvido "em sede policial".A ideia, segundo o documento, é que sejam esclarecidos "pontos relevantes da investigação policial, dando ao atleta o mesmo tratamento dispensado a todo cidadão".No inquérito, Adriano é esperado para depor como testemunha numa investigação que apura crimes de tráfico de drogas, associação para fins de tráfico e posse ilegal de arma de fogo praticados por integrantes de uma organização criminosa, que controla o tráfico nas comunidades de Furquim Mendes e Dique, em Jardim América, no subúrbio da cidade.
*** As informações são do G1.
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