FONTE: Do UOL Esporte, em São Paulo.
Lesnar, que já era o campeão dos pesados, teve pela frente o compatriota que se tornou detentor do cinturão interino em sua ausência. Carwin virou fenômeno no UFC por ser um engenheiro em meio-período, juntamente com o trabalho no vale-tudo, mas principalmente pelas 12 vitórias em 12 lutas, invicto e só com vitórias no primeiro assalto.
Brock Lesnar mudou este histórico ao conseguir a finalização no segundo round, aos 3min52s, quando encaixou uma bela finalização e garantiu para si o título de forma indiscutível.
Com o resultado, ele deve enfrentar Cain Velásquez, que vem de vitória contra Minotauro no UFC 110.
Na hora de agradecer, Lesnar não quis os louros só para si, lembrando o drama vivido. “Esta noite não é sobre mim. É sobre minha família, os médicos, todos os meus parceiros de treinamento e equipe. Sou abençoado”, disse ele.
Inicialmente o lutador sofreu com uma mononucleose, durante uma viagem. Depois, ao voltar para casa, teve um sério quadro de diverticulite, que é um tipo de hérnia intestinal. No que foi considerado um milagre, se recuperou rapidamente, sem mais sinais dos problemas.
No soar do gongo, os lutadores partiram para um momento de trocação, com Lesnar comandando os movimentos. No entanto, um uppercut de Carwin mudou a situação. O lutador conseguiu uma série de bons golpes, com o rival na lona, mas não foi o suficiente para conseguir encerrar o combate mais cedo.
“Eu apenas tinha que segurar aquela tempestade. Ele conseguiu uns golpes fortes, mas sabia que estava se cansando. Cada golpe era menos dramático que o anterior, eu só tinha que esperar”, analisou Lesnar.
“Eu achava que tinha espaço para respirar, mas ele apertou e eu estava apagando”, explicou o derrotado, que agora tem 12 vitórias e uma derrota. Lesnar melhorou seu cartel para cinco vitórias e uma derrota.
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