Veja o que pode levar a
doenças.
Fatores sociais, como
moradia, alimentação, escolaridade, o acesso à renda, ao emprego, fatores
culturais, étnicos, raciais, psicológicos e comportamentais podem levar a
mulher a ter doenças.
1 – Manter alimentação
saudável.
Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde.
Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde.
Resulta na redução de
fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além
do bem estar físico e mental e da importância do vínculo entre mãe e bebê.
2 – Cuide de sua saúde
mental.
Identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde pode ser decisivo para que haja abordagem oportuna pelos profissionais de saúde.
Identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde pode ser decisivo para que haja abordagem oportuna pelos profissionais de saúde.
As mulheres se
encontram em uma situação de vulnerabilidade por ganharem menos, por estarem
concentradas em profissões menos valorizadas, por terem menor acesso aos
espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência
doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e
abandono. Além disso, elas vivem dupla e tripla jornada de trabalho.
Para as mulheres
idosas, há ainda a questão do isolamento social e transtornos emocionais devido
à aposentadoria, à viuvez, às alterações fisiológicas, e dos sofrimentos
provocados por uma sociedade que supervaloriza a juventude e desvaloriza as
marcas do envelhecimento feminino.
Além dos sintomas de
depressão, outros transtornos mentais necessitam de atenção e cuidado, como os
de ansiedade, insônia, estresse e transtornos alimentares. Fatores
psicossociais e ambientais estão relacionados à incidência dessas doenças.
3 – Falando de
Sexualidade.
A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades.
A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades.
A mulher vai tendo
vivências e experiências da sua sexualidade que vão mudando com o passar dos
anos.
Nas adolescentes, por
exemplo, o início da puberdade é marcado por muitas mudanças como o
aparecimento de espinhas, nascimento do broto mamário, pelos pubianos gerando
muitas vezes dúvidas e inseguranças.
Falar da sexualidade
das mulheres idosas ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a
superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com
qualidade nesta faixa etária.
Após a menopausa, por
exemplo, as mulheres podem apresentar algum desconforto nas relações sexuais
com penetração vaginal, por causa das condições de hipoestrogenismo e,
consequentemente, hipotrofia dos tecidos genitais.
Utilizar creme vaginal,
nestes casos, pode favorecer as condições genitais para o pleno exercício da
sexualidade.
4 - Conhecer seu
próprio corpo.
Você conhece o seu corpo? Esta pode parecer uma pergunta com resposta óbvia, porém muitas pessoas não conhecem seu próprio corpo.
Você conhece o seu corpo? Esta pode parecer uma pergunta com resposta óbvia, porém muitas pessoas não conhecem seu próprio corpo.
Os motivos são os
tabus, valores sociais e questões que envolvem sexualidade e gênero.
A saúde sexual é
essencial para homens e mulheres serem saudáveis física e emocionalmente.
Porém, ainda é grande o número de mulheres que sabem pouco ou nada sobre a
anatomia e o funcionamento do seu corpo.
5 - Realizar exames de
rastreamento.
O Sistema Único de Saúde oferta exames para rastreio do câncer de colo de útero e câncer de mama para as mulheres de acordo com diretrizes específicas.
O Sistema Único de Saúde oferta exames para rastreio do câncer de colo de útero e câncer de mama para as mulheres de acordo com diretrizes específicas.
O início da coleta do
exame Papanicolau, para rastreio do câncer de colo de útero, deve ser aos 25
anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual.
Os exames devem seguir
até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres
tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.
O rastreamento para o
câncer de mama, com o exame de mamografia é a estratégia de saúde pública que
tem sido adotada em contextos onde a incidência e a mortalidade por câncer de
mama são elevadas.
A recomendação para as
mulheres de 50 a 69 anos é a realização de mamografia a cada dois anos e do
exame clínico das mamas a cada ano.
6 – Proteger- se contra
IST/HIV.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada.
A transmissão de uma
IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou
a amamentação.
A Prevenção Combinada é
uma estratégia que faz uso simultâneo de diferentes abordagens de prevenção
aplicadas em múltiplos níveis (individual, nas parcerias/relacionamentos,
comunitário, social) para responder a necessidades específicas de determinados
segmentos populacionais e de determinadas formas de transmissão das IST.
O uso de preservativos
feminino ou masculino é a forma de vivenciar a sexualidade de forma segura.
Vale lembrar que o uso do preservativo não serve somente para evitar gravidez,
mas é fundamental utilizá-lo para prevenção das IST, HIV/Aids.
Caso ocorra sexo sem
preservativo, procure uma unidade básica de saúde para ter orientações e faça
os testes rápidos.
7 - Faça escolhas
conscientes sobre métodos contraceptivos.
O Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vai querer ter filhos.
O Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vai querer ter filhos.
A mulher pode escolher
entre os métodos: injetável mensal, injetável trimestral, minipílula, pílula
combinada, diafragma, Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos
feminino e masculino.
8 - Busque ajuda em
caso de violência.
A violência contra as mulheres afeta cidadãs de todas as classes sociais, raças, etnias, faixas etárias e orientações sexuais, e se constitui como uma das principais formas de violação dos direitos humanos, pois atinge as mulheres no seu direito à vida, à saúde e à integridade física.
A violência contra as mulheres afeta cidadãs de todas as classes sociais, raças, etnias, faixas etárias e orientações sexuais, e se constitui como uma das principais formas de violação dos direitos humanos, pois atinge as mulheres no seu direito à vida, à saúde e à integridade física.
As agredidas vivenciam
situações de medo, pânico, baixa autoestima, ansiedade, angústia, humilhação,
vergonha e culpa, perda da autonomia e, muitas vezes, fragilidade emocional.
Agouros que abrem margem para quadros clínicos como depressão, síndrome do
pânico, ansiedade, distúrbios psicossomáticos, entre outros.
Se está passando por
alguma situação que lhe incomoda, converse com pessoas de sua confiança e vá
até um serviço de saúde mais próximo de casa para pedir ajuda e tirar dúvidas.
9 – Utilize práticas
saudáveis para os sintomas comuns durante os ciclos menstruais e no
climatério/menopausa.
Medicar o corpo das mulheres, em nome da ciência e de um suposto bem-estar, sempre foi uma prática da medicina, que só será modificada quando as mulheres tiverem consciência de seus direitos, das possibilidades preventivas e terapêuticas e das implicações das distintas práticas médicas sobre o seu corpo.
Medicar o corpo das mulheres, em nome da ciência e de um suposto bem-estar, sempre foi uma prática da medicina, que só será modificada quando as mulheres tiverem consciência de seus direitos, das possibilidades preventivas e terapêuticas e das implicações das distintas práticas médicas sobre o seu corpo.
A medicalização do
corpo das mulheres com uso de hormônios durante o climatério/menopausa, por
exemplo, encontra um campo fértil no imaginário feminino pelas falsas
expectativas como a eterna juventude e beleza.
10 - Planeje e vivencie
uma gestação saudável.
O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres. Ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.
O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres. Ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.
O acompanhamento
pré-natal assegura o desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um
recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive abordando
aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas.
A opção por não ter
filhos também deve ser assegurada, e a abordagem nessa situação deve ser livre
de preconceitos e crenças por parte dos profissionais de saúde.

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