FONTE: ***
, Julia Natulini, https://www.msn.com/
A Escoliose Idiopática Adolescente (EIA) é uma
enfermidade que agride milhões de pessoas pelo mundo. O mês de junho é dedicado
à conscientização do diagnóstico da doença.
De
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 6 milhões de
adolescentes, especialmente do sexo feminino, são afetados pelo mal causado por
um desvio de coluna progressivo.
Nos
casos mais graves de escoliose em adolescentes, a indicação é cirúrgica.
Entretanto, na maioria das vezes, os médicos recomendam analgésicos,
fisioterapia e tratamentos à base de luzes como a LEDterapia.
Segundo
o Dr. Álvaro Pereira, angiologista o tratamento por ondas de luzes de baixa
frequência por intermédio de uma manta revestida por “leds” é capaz de aliviar
as dores, estimular a
microcirculação da área exposta, além de ter ação analgésica e
anti-inflamatória.
"Esse
tratamento por LEDterapia pode ser realizado em casa (há no mercado uma manta
para a finalidade). A interação da luz LED com os tecidos do corpo provoca um
aumento de ATP (energia) mitocondrial e óxido nítrico".
“O
ATP auxilia na contração muscular e atua no reparo tecidual das lesões em
nervos periféricos, além de aliviar a dor e atrasar o aparecimento da fadiga muscular,
podendo ainda ter uma ação protetora sobre o desenvolvimento de dores crônicas e
aguda”, explica.
Trata-se
de uma deformação na curva da coluna vertebral, que pode ou não ser acompanhada
de rotação das vértebras. Observada de frente, a coluna vertebral parece reta,
no entanto quando visualizada de lado possui curvaturas fisiológicas no pescoço
(lordose cervical), no tórax (cifose torácica), na cintura (lordose lombar) e
na pelve (cifose sacrococcígea).
Entre
os sintomas mais frequentes da EIA estão dores de cabeça e na região lombar, cansaço, fadiga por tensão
postural e até problemas respiratórios em casos mais graves.
Vale
ressaltar que há outros sinais, como ombros caídos ou desiguais, leve
inclinação geral para um lado, omoplata bem visível, cintura irregular, perna
mais longa que a outra e quadril mais alto que o outro.
***
Consultoria: Dr. Álvaro
Pereira – Angiologista formado em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Doutorado em
Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR - HCFMUSP, pós-doutorado
no B&H Hospital - Harvard.

Nenhum comentário:
Postar um comentário