FONTE: ***
, Julia Natulini, https://www.msn.com/
A diabetes ocorre
quando a glicose não consegue penetrar nas células e fica no sangue. A maior
parte dos alimentos que as pessoas comem se transformam em glicose que é usada
como fonte de energia.
O
organismo produz a insulina no pâncreas, que sintetiza essa glicose e ajuda a
entrar nas células. Se o corpo não produz insulina em quantidade suficientes ou
se a insulina não age de forma adequada, surge a diabetes.
Segundo
a Dra. Valéria Goulart, a diabetes é uma doença crônica que merece atenção e
cuidados. É fundamental fazer escolhas saudáveis, se alimentar bem com produtos
mais naturais, consumir verduras, frutas e legumes. Além disso, é essencial
tomar cuidado com a frutose de algumas frutas que viram açúcar no sangue.
Para
controlar a diabetes o ideal é manter os níveis de glicose no sangue, praticar atividade física pelo menos uma caminhada de
30 minutos por dia. Se a pessoa estiver acima do peso, deve controlar, perder
peso e se manter dentro das metas. Em alguns casos o paciente deve fazer uso de
medicamentos e controlar a pressão arterial ou injeção de insulina que ajudam a
melhorar à saúde e os
níveis de colesterol.
Existem
dois tipos de diabetes, a tipo 1 e tipo 2. A diabetes tipo 1 se desenvolve cedo
em crianças e jovens, pois as células do pâncreas param de produzir insulina
porque o corpo ataca ou destrói elas. A diabetes tipo
2 é a forma mais comum chamada de adquirida. Ela pode se desenvolver em
qualquer idade, mas aparece mais comumente após os 40 anos.
A
médica ressalta ainda que no caso da diabetes tipo 2, ela pode ser hereditária.
Mas isso não quer dizer que todo filho de diabético terá a doença. Tudo depende
da forma e estilo de vida que essa pessoa leva.
Há
cerca de 50 genes que podem aumentar ou diminuir o risco de desenvolver a
diabetes tipo 2. O diagnóstico é feito por meio do exame de sangue, o que
é chamado de “curva glicêmica”. Que analisa os níveis de glicose no sangue em
um determinado período. O exame é feito em diversas etapas, em que são
coletadas amostras de sangue em um tempo determinado, geralmente a cada 30
minutos. Nos intervalos, o paciente deve ingerir um xarope de glicose. Os
resultados são dispostos em um gráfico e permitem o diagnóstico preciso.
Vale
ressaltar que em alguns casos a diabetes não apresenta sintomas, então o ideal
é prestar atenção a pequenos sinais, como sede, vontade de fazer xixi, visão
turva, fome e cansaço e fadiga.
***
Consultoria: Dra. Valéria Goulart, endocrinologista, nutróloga com
título de especialista pela Associação Brasileira de Nutrologia.

Nenhum comentário:
Postar um comentário