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, http://atarde.uol.com.br
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A
médica ginecologista, Ana Cristina Batalha, relata que o resultado já pode
ser visto nas primeiras
sessões e são necessárias de 4 a
6 no total.
Muitas mulheres se
queixam de falta de lubrificação, elasticidade ou desconforto na relação
sexual, por conta disso, foi criado um procedimento considerado mais rápido, mais
seguro e menos invasivo: o laser para a região íntima feminina. Tudo isso para
ajudar na melhora da autoestima da mulher prometendo devolver a qualidade
sexual.
As principais
disfunções que podem ser tratadas com o laser são: desconfortos causados pelas
dores durante a relação sexual, incontinência, infecção urinária, ressecamento
vaginal e a Síndrome do Relaxamento Vaginal. A médica ginecologista, Ana
Cristina Batalha, uma das sócias da clínica EMEG, relata que o
resultado já pode ser visto nas primeiras sessões e são necessárias de 4 a 6 no
total, dependendo do caso. Logo depois de cada uma, a paciente pode voltar às
atividades normais sem problema algum.
Além dos tratamentos
funcionais do assoalho pélvico, o laser também é indicado para queixas puramente
estéticas, como o Peeling Íntimo, que é um tratamento que elimina as células
mortas e camadas superficiais da pele através da associação de alguns ácidos,
deixando a pele mais lisinha e renovada, com aparência mais jovem. O laser
também serve para procedimentos cirúrgicos e ambulatoriais, como a diminuição
do pequeno lábio, que é uma das maiores queixas estéticas da região genital,
mais conhecido como cirurgia íntima.
Todos os procedimentos
são feitos em consultório, de forma simples, rápida, indolor e pode haver
pequenas intervenções cirúrgicas como por exemplo, para a realização da
plástica íntima.

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