Na era da sociedade digital, a construção de uma boa imagem, tanto pessoal quanto profissional, requer investimentos precisos nos hábitos e na linguagem, adequados às pessoas e ao ambiente. Homens e mulheres, conscientes desse poder, desfrutam de ferramenta poderosa para alcançar o tão almejado sucesso em nossa sociedade.
Falar bem é a primeira arma para a construção de uma imagem poderosa e envolvente. Esse poder sempre causa impacto sobre os demais.
Além disso, a TV, o cinema e a Internet possibilitaram alargar e ampliar esse fascínio humano. É fato que julgamos as pessoas como julgamos a capa de um livro.
Uma pessoa diariamente sinaliza para uma infinidade de direções: a maneira de falar, o modo de vestir-se, o jeito de olhar e o jeito de andar.
A aparência é avaliada com base na interpretação desses sinais não-verbais. Extremamente críticos, avaliamos as pessoas ao nosso redor.
Observamos detalhes, diferenças e atribuímos significados a esses índices de poder identificados, pois ao considerarmos a confiança que as pessoas merecem, apoiamo-nos muitas vezes em sua “embalagem” visual.
Contudo, roupas extravagantes, justas ou decotadas em demasia podem induzir a conclusões avaliativas nem sempre favoráveis à imagem e, não raro, eliminamos pessoas de nosso convívio pelas mensagens negativas que elas emitem.
Da mesma maneira, o inadequado modo de falar (tom muito alto, marcas vulgares e obscenas no discurso...) destoa do contexto e é fator de exclusão social.
Raramente temos consciência de nossas atitudes e movimentos, cujos gestos podem contar uma história, enquanto a voz pode relatar outra.
Por isso, a construção de uma imagem que transmita confiança, equilíbrio e competência é tão importante. Vale lembrar que cada sociedade tem seus padrões para avaliar e julgar as pessoas e existe um comportamento para cada tipo de situação, localidade ou cultura.
O certo, entretanto, é que todos julgamos e somos julgados. Por essa razão, a moldura visual tem de agregar integridade e consistência. Embora as roupas sozinhas não sejam o truque, tampouco a nossa fala e a beleza física, acreditamos que todo esse conjunto de valores determina o que somos.
O uso harmônico desses sinais, combinado a um bom discurso, torna-se arma poderosíssima para a construção de uma boa imagem. Nas grandes decisões, é a percepção sobre a imagem de alguém que nos faz decidir entre uma e outra pessoa.
Como sabemos que vivemos sob constante avaliação, devemos estar sempre preparados e atentos para tornar nossa imagem uma aliada fiel em qualquer circunstância.
Devemos contar com a possibilidade de sempre causar uma boa impressão.
Uma boa imagem, por fim, não está baseada apenas em riquezas e exterioridades, mas em um aprendizado permanente de respeito ao outro, que deverá ser sustentado por toda a vida.
Assim como formação acadêmica e experiência profissional demandam tempo, construir uma boa imagem também requer paciência e investimento. Não basta querer, devemos perseverar!
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