FONTE: , TRIBUNA DA BAHIA.
Na tarde da quarta-feira (15), foi realizada uma
reunião em um hotel de Florianópolis, com a presença de algumas viúvas dos
atletas mortos no acidente da madrugada de 29 de novembro.
As
famílias das vítimas do acidente da Chapecoense, ocorrido no ano passado e que
deixou um total de 71 mortos, recusaram uma proposta de US$ 200 mil (cerca de
R$ 620 mil) como indenização da LaMia e a briga com a companhia aérea deve
ganhar novos capítulos.
Na
tarde da quarta-feira (15), foi realizada uma reunião em um hotel de
Florianópolis, com a presença de algumas viúvas dos atletas mortos no acidente
da madrugada de 29 de novembro e membros da diretoria da Chapecoense. A
resseguradora contratada pela LaMia alega não ter obrigação de pagar nenhuma
indenização por conta de infrações cometidas pela companhia aérea, mas decidiu
oferecer R$ 620 mil para não deixar os familiares desamparados.
A
empresa apontou diversas infrações para justificar o fato de entender que não
tem obrigação de pagar indenização. Um dos pontos é o fato de a LaMia estar
proibida de fazer voo para Colômbia e Peru, mas ter realizado mesmo assim.
O que
irritou os familiares foi o fato de muitos questionamentos não terem sido
respondidos claramente pela empresa. A Chapecoense informou que está disposta a
ajudar as famílias que se sentirem lesadas e que tudo caminha para que a briga
termina em processo judicial. O clube já acionou os ministérios da Defesa e das
Relações Exteriores pedindo colaboração.
A
diretoria anunciou na quarta-feira que recebeu R$ 148 575,00 do São Paulo e
distribuirá R$ 2.010.13,00 para 68 vítimas.

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