FONTE: Rayllanna Lima, TRIBUNA DA BAHIA.
Também conhecido como acúfeno, tinnitus ou tinido,
o zumbido é muitas vezes confundido com uma doença, mas trata-se de um sintoma
indicando que algo não vai bem com o sistema auditivo.
Milhares
de pessoas convivem diariamente com um irritante zumbido no ouvido. Também
conhecido como acúfeno, tinnitus ou tinido, o zumbido é muitas vezes confundido
com uma doença, mas trata-se de um sintoma indicando que algo não vai bem com o
sistema auditivo. Esse tinido que tem som semelhante ao de abelha, cigarra ou
sirene é causado por situações diversas - a má alimentação é um delas.
De
acordo com a otorrinolaringologista Adriana Silveira, além dos erros
alimentares, o zumbido também pode ser causado por diabetes, stress, privação
de sono, exposição abusiva a sons de forte intensidade, alterações hormonais e neurológicas,
problemas odontológicos, bem como pelo abuso do uso de celular.
“(o
tratamento) Normalmente, consiste em reduzir ou eliminar os agentes causadores
ou potencializadores do zumbido, além da adoção de estratégias para minimizar a
detecção e a percepção do zumbido. Normalmente envolve um programa de incentivo
e orientação ao paciente para mudança de hábitos”, explicou.
A especialista destacou que quem mais se queixa do sintoma
são adultos. “Entretanto, devido a um crescente número de crianças utilizando
aparelhos celulares existe uma tendência desse sintoma surgir como uma queixa
também nas crianças”, afirmou.
Para evitar o tormento do incomodo no ouvido, Adriana Silveira dá algumas
recomendações.
“Evite
exposição a sons de forte intensidade, dê preferência ao uso de fones de ouvido
ou bluetooth para falar ao celular, ao invés de encostar o aparelho nos
ouvidos. Beba muita água, pelo menos 2,5 litros por dia.
Durma
pelo menos oito horas por noite. Procure adotar um estilo de vida saudável, com
boa alimentação, sem auso de doces, frituras ou massas. Evite jejum prologado
durante o dia e equilibre seu dia acrescentando momentos de lazer e pausas para
descanso”, aconselhou.
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