FONTE: CORREIO DA BAHIA (redacao@correio24horas.com.br).
Baiana revela
que foi chamada de "macaca" quando estava em uma balada.
Mais
clara do que o restante de sua família, a baiana Erika Canela, 25 anos, primeira negra a vencer o concurso Miss Bumbum revela que a primeira vez que sofreu com o racismo
aconteceu recentemente. Em entrevista ao "UOL", ela contou que outras
pessoas de sua família já haviam sofrido racismo.
"Sofri
racismo pelo Instagram, Facebook... É uma coisa muito triste. E sofri, também,
em uma balada. Um cara me puxou e disse: 'Aqui não é ambiente para você. Lugar
de macaco é no galho'", revelou a baiana.
A
edição 2016 do concurso Miss Bumbum aconteceu na noite de quarta-feira (9), em
São Paulo. Com 1,73 de altura, 72 quilos e 107 cm de quadril, Erika levou para
casa um prêmio de R$ 15 mil e um ensaio de capa para a revista "Sexy"
de dezembro. "Espero muita fama, muito sucesso. E já tenho planos de posar
nua com a minha prima", revelou ela para o "Ego" na noite em que
venceu o concurso.
A
Miss Bumbum 2016 relembra o corpo que tinha aos 18 anos e disse que era
considerada o "patinho feio". Mas ela não estava contente em ser
magrinha. Para mudar isso, Erika começou a praticar exercícios físicos e aderiu
a lipoaspiração. Além disso, também colocou silicone nos seios. Já o bumbum,
segundo a vencedora, é todo dela.
E
agora que venceu o concurso Miss Bumbum, a baiana manda recado para as pessoas
que a rejeitaram quando ainda era magrinha. "Chupa! Se não me quis Fusca,
não vai me pegar Ferrari", disse ao "UOL".

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