FONTE: Agência Brasil, TRIBUNA DA BAHIA.
A meta do governo é substituir 4
mil médicos cooperados em três anos, reduzindo de 11,4 mil para 7,4 mil o
número de participantes cubanos no programa.
O Ministério da Saúde lançou hoje (11) edital de abertura
de mil novas vagas para profissionais brasileiros no âmbito do programa Mais
Médicos. A proposta é ampliar a participação de brasileiros na iniciativa, por
meio da substituição de médicos cubanos que participam do programa mediante
acordo de cooperação com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Ao todo, são mil novas vagas em 462 municípios, sendo 838 ocupadas atualmente por profissionais cubanos e outras 166 relativas a reposições de desistentes. A meta do governo é substituir 4 mil médicos cooperados em três anos, reduzindo de 11,4 mil para 7,4 mil o número de participantes cubanos no programa.
Ao todo, são mil novas vagas em 462 municípios, sendo 838 ocupadas atualmente por profissionais cubanos e outras 166 relativas a reposições de desistentes. A meta do governo é substituir 4 mil médicos cooperados em três anos, reduzindo de 11,4 mil para 7,4 mil o número de participantes cubanos no programa.
O edital.
A
maioria das vagas do edital se concentra em capitais, regiões metropolitanas e
municípios com mais de 250 mil habitantes. Ainda de acordo com a publicação,
médicos brasileiros terão 15 dias para permutar sua vaga com outro profissional
selecionado. Com isso, o governo espera que os candidatos tenham mais uma chance
de garantir a atuação onde desejam.
Inscrições.
As
inscrições serão realizadas entre 20 de novembro e 23 de dezembro. As vagas que
não forem preenchidas por médicos brasileiros com atuação no país serão
ofertadas a brasileiros formados no exterior. A previsão do ministério é que, a
cada três meses, um novo edital seja publicado com novas vagas para o Mais
Médicos.
Números.
Atualmente,
dos 18.240 médicos participantes do programa, 5.274 são formados no Brasil
(29%), 1.537 têm diplomas do exterior (8,4%) e 11.429 fazem parte do acordo de
cooperação com a Opas (62,6%). Mais de 63 milhões de famílias, de acordo com o
governo, são assistidas por esses profissionais.
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