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Não é de hoje que o chá-verde
é adorado por pessoas que buscam mais saúde, principalmente por ser uma ótima
fonte de antioxidantes. E, justamente por ser muito consumido, os cientistas
das Universidade Cornell (EUA) decidiram investigar o impacto que o tipo de
água usado no preparo gera na bebida.
Para isso, foram
recrutados 100 participantes que degustaram o chá-verde (feito das folhas
frescas da Camellia sinensis) preparado com água engarrafada ou da
torneira, usando um método chinês de infusão, que usa uma porcelana específica
que absorve o calor sem comprometer a qualidade final do chá.
De acordo com a pesquisa
publicada no periódico Nutrients, a quantidade de EGCG
(epigalocatequina galato), um dos fitonutrientes de ação antioxidante
benéfico para as células do organismo, foi quase duas vezes maior na
bebida feita com água engarrafada. Isso aconteceu porque os níveis de
cálcio, magnésio e ferro são mais altos na água que vem da rede pública de
saneamento, e essas substâncias interferiram drasticamente na liberação de
EGCG.
Além do impacto
nutricional, o sabor também sofreu interferência conforme a fonte de água:
a da torneira dessa vez levou vantagem e deixou a bebida menos amarga e
levemente adocicada, versão preferida pelos voluntários.
É reconhecido
cientificamente que os fitonutrientes do chá-verde combatem a ação dos
radicais livres na célula, o que ajuda a prevenir doenças cardíacas, fadiga,
envelhecimento precoce e até alguns tipos de câncer.
Eles também ajudam a acelerar o metabolismo e fazer com que o organismo gaste
mais calorias.

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