Prestes a completar 11
anos, o caso da misteriosa morte da menina Raquel Genofre,
encontrada em uma mala na Rodoviária de Curitiba, em 2008, quando
tinha 9 anos, pode sofrer uma reviravolta.
Segundo informações
preliminares da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), um trabalho
de integração entre Paraná, São Paulo e Brasília permitiu a identificação de
uma pessoa suspeita do crime.
Mais informações em
breve.
O caso.
Com apenas oito anos de
idade, Rachel foi morta em circunstâncias desconhecidas na madrugada de
quarta-feira, 5 de novembro de 2008. Seu corpo foi encontrado dentro de uma
mala, na Rodoferroviária de Curitiba.
Encontrado seminu e com
vestígios de violência sexual, o cadáver foi localizado às 2h30, por um
indígena que circulava pelo local, onde também estariam alguns pertences da
menina. Até hoje não se sabe como a mala foi parar na Rodoferroviária, já que
as câmeras de segurança instaladas no ponto não estavam funcionando.
A suspeita é de que a
menina tenha sido raptada enquanto seguia pelo trajeto que liga o colégio no
qual estudava ao ponto de ônibus no qual aguardava, diariamente, o coletivo que
a conduzia para casa.


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