FONTE: ***
, Julia Natulini, https://www.msn.com/
A insônia é um dos problemas que aumentou
durante a pandemia devido a mudança repentina do modo de viver com a chegada da Covid-19. O medo
de ser contaminado, preocupação com familiares e conhecidos, além de toda a
instabilidade econômica, faz com que ela se manifeste em muitas pessoas e não
deixe a mente descansar regularmente.
Segundo
a Adriana Severine, psicóloga esse distúrbio traz a perda de foco, concentração
e afeta o humor. “A medida em que esse problema se torna contínuo pode causar
obesidade, diabetes e hipertensão. Em alguns casos pode levar a depressão, devido
a angústia de querer dormir e não conseguir acordar no meio da noite”, explica.
Confira
os 5 níveis de insônia que devem ser observados:
1.
Altamente angustiado, em sofrimento constante por suas emoções ou
acontecimentos específicos.
2.
Moderadamente angustiado, mas sensível à recompensa responde positivamente a
emoções prazerosas.
3.
Moderadamente angustiado, mas insensível à recompensa.
4.
Pouco angustiado com alta reatividade baixos níveis de sofrimento constante,
mas muito sensíveis a eventos estressantes da vida.
5.
Pouco angustiado com baixa reatividade - baixos níveis de sofrimento constante
e baixa sensibilidade a eventos estressantes da vida.
A
psicóloga ressalta ainda que a insônia se caracteriza pela dificuldade de pegar
no sono com mais de 30 minutos após se deitar, além de acordar no meio da noite
sem conseguir voltar a dormir pela falta de linearidade no sono.
Para
combater esse desconforto é necessário evitar eletrônicos, celular e tablets
enquanto estiver na cama antes de dormir, pois
eles atuam como estimulantes. Não ingerir café, refrigerantes ou medicamentos
que contenham cafeína pelo menos quatro horas antes de se deitar.
É
recomendado também não consumir bebidas alcoólicas no mínimo 6 horas antes de
dormir. Não fazer refeições pesadas como feijoada ou churrasco. Para aqueles
que tem o hábito de tirar uma soneca ao longo do dia o ideal é controlar.
“Praticar exercícios físicos no máximo de 4 a 6 horas antes de dormir de
preferência ao ar livre, tomar um pouco de sol todos os dias pela manhã ou no
final da tarde”, finaliza a psicóloga.
***
Consultoria: Adriana Severine,
psicóloga.

Nenhum comentário:
Postar um comentário