FONTE: Da
Redação
, https://atarde.uol.com.br/
As sete
pessoas acusadas pela morte de Diego Maradona foram intimadas, na quarta-feira,
19, a uma instrução de investigação por suposto “assassinato com intenção
eventual”, crime que inclui de 8 a 25 anos de prisão. Entre os acusados estão o
neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov.
A
Procuradoria-Geral da República de San Isidro (periferia norte de Buenos
Aires), a cargo do caso, mudou a capa de homicídio culposo (involuntário) para
homicídio simples com fraude eventual (quando a pessoa não pode ignorar as
consequências de suas ações).
Diego Maradona
morreu no dia 25 de novembro, aos 60 anos, em uma casa alugada em um bairro
privado ao norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma operação por causa
de um hematoma na cabeça.
No fim do mês
passado, um relatório, feito por uma junta médica formada por 20 profissionais,
concluiu que o capitão da seleção argentina campeã do mundo no México em 1986
“teria mais chance de sobrevivência” se tivesse tido uma internação adequada e
em um centro de saúde polivalente. “Levando em conta o quadro clínico,
clínico-psiquiátrico e o mal estado geral, deveria ter continuado a sua
reabilitação e tratamento interdisciplinar em uma instituição adequada”,
insistiu a junta.

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