FONTE: ***
, Bruno Garattoni, https://www.msn.com/
Em uma experiência realizada pela Northwestern University, nos EUA (1),
22 voluntários foram levados para dormir no laboratório enquanto tinham
suas ondas cerebrais monitoradas por cientistas. Outros três grupos de pessoas,
na Alemanha, na França e na Holanda, foram submetidas ao mesmo teste.
Assim
que as ondas cerebrais mudavam de frequência, apontando que o indivíduo tinha
entrado na fase REM (rapid eye movement), em que os sonhos acontecem, os
cientistas faziam perguntas como “quanto é 8 menos 6?” ou “quanto é 1 mais 4?”.
A pessoa deveria responder movendo os olhos o número correspondente de vezes
(nos exemplos acima, 2 ou 5).
Os
pesquisadores também fizeram perguntas do tipo “sim” ou “não”, que o voluntário
deveria responder movendo certos músculos do rosto (o zigomático, das
bochechas, para “sim”, e o corrugador, nas sobrancelhas, para “não”).
Ao
todo, foram realizados 158 testes. A grande maioria gerou resultados incorretos
ou ambíguos – mas, em 29 casos, a pessoa acertou. Os cientistas também
pronunciaram determinadas palavras enquanto os indivíduos dormiam – e
alguns se lembraram desses termos ao acordar. A possível explicação é que parte
do cérebro estava “acordada” – alguns dos voluntários tinham experiência com
técnicas de controle dos sonhos.
*** Fonte 1. Real-time
dialogue between experimenters and dreamers during REM sleep. K Konkoly e outros, 2021.

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