FONTE: ***
, Julia Natulini, https://www.msn.com/
Cerca de 30% dos brasileiros são hipertensos segundo
a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), e não é à toa que nesta
segunda-feira, 17 de maio é celebrado o ‘Dia Mundial da Hipertensão
Arterial’, doença crônica, diagnosticada pelo aumento persistente da pressão alta.
De
acordo com o Dr. Thiago Siqueira, cardiologista do Hospital Anchieta de
Brasília, a hipertensão pode surgir devido aos hábitos de vida não saudáveis, o
que pode provocar um infarto agudo de miocárdio, acidente vascular cerebral
(AVC) e insuficiência cardíaca”, explica o médico.
Todos
esses problemas causados devido a hipertensão podem
levar o paciente ao óbito. Para controlar a hipertensão arterial é necessário
mudar os hábitos de vida, como diminuir o sal na comida, praticar atividade
física regular, parar de fumar, perder peso e reduzir o estresse diário, entre
outros cuidados.
O
Dr. Siqueira destaca ainda que em tempos de pandemia é questão de saúde pública
conscientizar a população sobre a importância do controle da pressão alta.
“Grande parte dos infectados morrem por complicações cardiovasculares. É
fundamental que as pessoas se previnam e tratem adequadamente a doença”, finaliza
o cardiologista.
Qual
a importância da atividade física para os hipertensos? O Bruno Marques, personal trainer, afirma que o exercício
físico traz diversos benefícios para a saúde, reduz a ansiedade, controla o
peso, regula o colesterol, a pressão arterial e fortalece os músculos.
"Nos hipertensos, a atividade física atua diretamente na produção de
substâncias capazes de reduzir possíveis complicações que podem ser causadas
pela obstrução das veias, como o AVC, infarto e entre outras", ressalta.
"Tanto
a musculação (musculação), como as aeróbicas que são exercícios como corrida,
bicicleta e natação tem seu papel na redução e manutenção de níveis
satisfatórios de pressão arterial". Segundo Marques, o exercício regular
pode proporcionar um aumento da massa magra, queda no percentual de gordura e
baixa do colesterol, o que colabora para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.
"A
atividade física para esse público deve ser feita de maneira orientada e
controlada, trabalhando no limite individual de cada pessoa, de maneira
moderada, para que possa colher os frutos de seu esforço e não a piora de seu
quadro", conclui.
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Consultorias: Thiago Siqueira,
cardiologista do Hospital Anchieta de Brasília e Bruno Marques, personal
trainer da rede de academias Evolve.

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