Apesar de não ter achado
indícios diretos de que o cereal emagrece — um dos poderes creditados a ele —,
a nutricionista Rafaela Marineli descobriu motivos tão ou mais bacanas para
investir no alimento. Em sua tese de doutorado, conduzida na Faculdade de Engenharia
de Alimentos da Universidade Estadual de
Campinas, no interior paulista, a expert constatou que o consumo da semente
e de seu óleo reverteu algumas complicações da obesidade em cobaias.
“Houve redução na resistência à
ação da insulina, o que facilita o aproveitamento da glicose, e uma melhora no
estado inflamatório, entre outros benefícios”, descreve Rafaela. Essas mudanças
são críticas para afastar o diabete e blindar o sistema cardiovascular.
“Embora tenha sido feito com
animais, o trabalho nos dá subsídios para incentivar a inclusão do alimento na
rotina”, completa. O óleo, que fez sua estreia em uma experiência desse tipo, é
indicadíssimo para regar saladas.


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