Sem
divulgar nada, Furacão irá doar o dinheiro para a escolinha de futebol do clube
no Quênia.
O
Athletico está
rifando uma das medalhas da conquista da Copa Sul-Americana de 2018. No
entanto, a medida não é por uma necessidade, mas para uma boa ação. O dinheiro
será destinado para a Escola Furacão no Quênia, projeto mantido pelo clube e
pela FUNCAP, fundação social vinculada ao Rubro-Negro.
A escolinha no vilarejo
de Mugae, no Quênia, conta com 25 alunos e com a parceria da ONG Endeleza. De
acordo com o presidente da ONG, José Seleme, o clube cedeu mais de uma medalha
da conquista continental para a entidade.
“A gente está com algumas ações com medalhas
que ganhamos do Athletico. Esta primeira rifa estava fechada para um grupo de
pessoas. Quem a organizou foi o Roberto Bonnet”, limitou-se a dizer Seleme,
explicando ainda que, por causa da política de comunicação do Athletico, não
poderia ceder maiores detalhes.
Segundo a entidade
social, o vencedor receberá a medalha, que é acompanhada por um certificado de
autenticidade validado pelo Athletico.
O projeto social é
liderado pelo 2.º secretário do Conselho Deliberativo atleticano, Roberto
Bonnet. O dirigente não atendeu à reportagem para esclarecer maiores detalhes
das rifas ou sobre como as medalhas foram doadas. A rifa não teve qualquer tipo
de publicidade ou divulgação institucional.
A ainda obscura venda
de medalhas originais do título da Sul-Americana (sobra da entrega feita pela
Conmebol ou cortesia de algum atleta ou membro da comissão técnica?) faz parte
de uma série de ações promovidas pelo Furacão para ajudar a escolinha na
África. Em dezembro, por exemplo, o clube fez rifa de uma camisa autografada
pelos jogadores.
Em fevereiro de 2019,
por sua vez, os alunos africanos da escolinha gravaram um vídeo parabenizando o
líder do Deliberativo atleticano, Mario Celso Petraglia, pelo aniversário de 75
anos.


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