FONTE: *** ARTIGO DE ESPECIALISTA, (www.minhavida.com.br).
Cerca de 17% da população sofre com esse problema,
avaliação envolve consulta médica e exame físico.
A constipação é uma das queixas mais comuns do trato
gastrointestinal e acomete cerca de 17% da população brasileira. A frequência
de idas ao banheiro pode variar bastante entre as pessoas e define-se constipação com
base em alguns pontos, como evacuar menos de três vezes na semana, ter de
fazer muito esforço toda vez que vai ao banheiro ou ter a sensação de evacuação
incompleta, ter necessidade de usar manobras manuais para defecar e apresentar
fezes com aspecto duro ou grumosas
Fatores como aumento de idade, falta de atividade física,
dieta pobre em fibras e beber pouca água podem contribuir para quadros de
constipação. Além disso, medicamentos como anti-hipertensivos da classe de
bloqueadores de canais de cálcio, analgésicos
opióides, antiinflamatórios não esteróides, suplementos de ferro e cálcio, antiácidos, anticonvulsivantes,
antidepressivos, antiespasmódicos, antipsicóticos, antiparkinsonianos,
diuréticos e quimioterápicos também podem contribuir para a constipação.
Fatores como aumento de idade, falta de atividade física,
dieta pobre em fibras e beber pouca água podem contribuir para quadros de
constipação. Além disso, medicamentos como anti-hipertensivos da classe de
bloqueadores de canais de cálcio, analgésicos opióides, antiinflamatórios não
esteróides, suplementos de ferro e cálcio, antiácidos, anticonvulsivantes,
antidepressivos, antiespasmódicos, antipsicóticos, antiparkinsonianos,
diuréticos e quimioterápicos também podem contribuir para a constipação.
Fazendo o diagnóstico.
A avaliação inicial envolve um consulta médica com
anamnese e exame físico. Deve ser avaliados tempo de constipação, hábitos
alimentares, prática de atividades físicas, remédios em uso, história de
doenças pregressas, história de doenças nos familiares, cirurgias e traumas.
Com base na história e exame físico, é definida a
necessidade ou não de exames complementares como, exames laboratoriais como
hemograma, eletrólitos, hormônio tireoidiano, glicemia, entre outros.
Tratamento.
O tratamento deve ser direcionado à causa da constipação,
quando esta for detectada (por exemplo, corrigir distúrbios eletrolíticos,
tratar diabetes ou doença tireoidiana e trocar medicações constipantes, se
possível).
De modo geral, começa-se com medidas comportamentais
ensinando a importância de respeitar o reflexo evacuatório, orientando a
prática de atividades físicas e a dieta. Devem ser ingeridas quantidades
adequadas de fibras e água.
São vários os medicamentos usados para o tratamento desta
condição, incluindo os suplementos de fibras, prebióticos, probióticos,
laxantes (osmóticos, estimulantes e emolietes), supositórios e enemas,
serotoninérgicos (tegaserode) e ativadores de canais de cloro (lubiprostone).
Por fim, é importante lembrar tratamentos específicos de certas condições como
cirurgia (como no caso de tumores, alterações anatômicas, doença de
Hirschsprung, entre outras), suporte psicológico, toxina botulínica,
biofeedback anorretal e neuroestimulação sacral.
GASTROENTEROLOGIA - CRM 780553/RJ
ESPECIALISTA MINHA VIDA.
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