quinta-feira, 26 de julho de 2018

SENTIMENTO DE CULPA PODE DIZER SE PESSOA É CONFIÁVEL OU NÃO; ENTENDA...


FONTE:, em São Paulo, https://vivabem.uol.com.br





Como você avalia se seu vizinho ou aquele colega novo de trabalho é confiável? Em um novo estudo conduzido pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, cientistas começaram a investigar o que faz uma pessoa ser digna de confiança.

Depois de vários experimentos, os especialistas identificaram um traço chave como um bom indicador de que alguém pode ou não se comportar de maneira confiável: a propensão à culpa.

Durante o trabalho, os especialistas realizaram seis experimentos que giravam em torno de jogos econômicos e pesquisas que avaliavam se as pessoas apresentavam ou não comportamentos de confiança e demonstravam intenções honradas.

Essencialmente, o que eles descobriram foi que as pessoas que tinham alta propensão à culpa provavelmente retornariam quantias maiores de dinheiro para os outros nos jogos, em comparação com os participantes com baixa propensão à culpabilidade.

Além disso, a propensão ao sentimento de culpa foi considerada um melhor indicador da confiabilidade de uma pessoa do que muitos outros traços de personalidade, incluindo sua extroversão, abertura, amabilidade, consciência e propensão ao neuroticismo.

Os especialistas acreditam que a descoberta pode ter implicações importantes para os empregadores e líderes de equipe quando se trata de escolher com quem trabalhar.

Um experimento, por exemplo, sugeriu que os indivíduos podem ser "guiados" para se sentirem mais responsáveis sobre suas próprias ações e como podem afetar outras pessoas quando são informados sobre as atitudes consideradas erradas em determinado ambiente.

Os participantes que foram solicitados a ler um código de conduta demonstraram mais responsabilidade e eram mais propensos a devolver dinheiro aos colegas, em comparação com aqueles indivíduos que foram solicitados a ler sobre a importância de se defender.

"Nossa pesquisa sugere que, se você quer que seus funcionários sejam dignos de confiança, certifique-se de que eles se sintam pessoalmente responsáveis por seu comportamento e que eles esperam se sentir culpados por atos ilícitos", explica Emma Lavine, uma das autoras do estudo.

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