FONTE: ***
, Daniela Orlandi, https://www.msn.com/
Maraisa, dupla com
Maiara, surpreendeu ao revelar que convive com alopecia androgenética. Em
conversa com os fãs nas redes sociais, a cantora falou sobre sua condição e
mostrou as falhas no cabelo causadas pela doença.
Com
os fios mais curtos para tratar a condição, a famosa comentou que também está
dando um tempo no uso de apliques.
Segundo
a dermatologista do Hospital Santa Catarina, Dra. Rafaella Caruso, existem
diversas manifestações e causas da doença, mas é importante diferenciar entre a
cicatricial, na qual ocorre a destruição do folículo, e a não cicatricial,
quando pode ocorrer uma recuperação.
A
alopecia androgenética, conhecida como calvície, é causada por fatores
genéticos relacionados à taxa de testosterona no sangue, logo, mais comum em
homens. Nesse caso, Rafaella explica: “Os fios sofrem um processo de
afinamento, temos uma diminuição no número de folículos e o paciente sente que
está ficando com cada vez menos cabelo”.
No
caso da mulher, a ação dos hormônios femininos, estrógeno e progesterona,
protegem os folículos da ação da testosterona. Além disso, a produção deste
hormônio é em quantidade bem reduzida em relação aos homens.
O
principal sinal indicativo da alopecia é a perda de mais de 100 fios de cabelo
por dia ou quando é possível visualizar facilmente o couro cabeludo em
determinadas partes da cabeça, geralmente são falhas circulares, meio ovaladas.
Algumas
causas comuns são: uso de medicamentos, estresse, produtos químicos, má
alimentação, herança genética, menopausa, doenças e condições subjacentes.
“Tem
alguns gatilhos emocionais. Estresse emocional é sempre muito citado. Esses
gatilhos podem desencadear ou progredir a doença”, complementou a médica dermatologista.
Por
fim, vale ressaltar que nesses casos a avaliação médica é imprescindível para identificar
a doença e realizar o tratamento mais adequado de acordo com o quadro do
paciente.
Além
da sertaneja, Lucas Penteado, ex-BBB 21, também possui a condição no couro
cabeludo.
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Consultoria: Dra. Rafaella Caruso, Hospital
Santa Catarina / Texto: Daniela Orlandi.

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