
A nuvem de gafanhotos
veio do Paraguai e seu deslocamento é influenciado pela direção dos ventos e
a ocorrência de altas temperaturas. Ao G1, o chefe da divisão
sanitária do governo gaúcho Ricardo Felicetti informou que o monitoramento por
parte do governo é feito com troca de informações constantes com a Argentina.
De acordo com o último
boletim divulgado pelo governo argentino, a localização da nuvem era imprecisa
devido ao tempo nublado. Até o momento, nenhum produtor avistou o inseto na
Fronteira Oeste.
Nesta quinta-feira
(25), a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, decretou estado de emergência fitossanitária no Rio
Grande do Sul e Santa Catarina. O decreto
permite aos governos mais agilidade na hora de adotar medidas contra uma
situação de anormalidade deste tipo. Entre as medidas de defesa estão o uso de
produtos químicos e agrotóxicos no controle da praga.
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