FONTE:
, Salvador, https://www.trbn.com.br/
Nesta quarta-feira
(10), a Vigilância Sanitária intensificará a fiscalização em diversos
estabelecimentos da cidade para verificar a qualidade dos tipos de álcool
comercializados na cidade.
Com a pandemia do coronavírus, o uso do álcool tem sido
fundamental como medida complementar para limpeza das mãos, superfícies e
objetos. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados com o manuseio do
produto. De acordo com a fiscal química da Vigilância Sanitária de Salvador
(Visa), Elis Andrade, alguns aspectos devem ser observados no momento da compra
do álcool.
“O primeiro passo é ficar de olho na procedência desse
insumo. É necessário verificar a regularidade do produto, observando se o rótulo
possui autorização emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa), que permite que o fabricante realize suas atividades. Esse selo
assegura a procedência confiável do produto”, afirmou Elis.
Outro item que merece atenção é referente à finalidade do
produto. De forma geral, o álcool na concentração de 70% comercializado no
mercado é destinado especificamente para limpeza de objetos, ou seja, atuam
como saneantes. A utilização deste tipo na pele pode desencadear um processo
alérgico.
“Como o álcool saneante é destinado para limpeza de
superfícies, ele pode ter na composição componentes oxidantes e corrosivos. O
uso desse produto diretamente na pele pode gerar desde vermelhidão,
ressecamento, descamamento dos dedos e coceira até processos alérgicos mais
persistentes”, afirmou a fiscal química. Sendo assim, o ideal é a utilização de
álcool específico para higienização das mãos.
Fiscalização – Nesta
quarta-feira (10), a Vigilância Sanitária intensificará a fiscalização em
diversos estabelecimentos da cidade para verificar a qualidade dos tipos de
álcool comercializados na cidade. A iniciativa também tem o objetivo de
assegurar que produtos clandestinos sejam vendidos na capital.

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