FONTE:
, Eduardo Nunes, https://www.msn.com/
A pandemia no último ano nos obrigou a passar
mais tempo dentro de casa. Nosso lar passou a ser ambiente de trabalho ou
estudo também. As opções de lazer ou de treinamento também ficaram mais
restritas. Por fim – e não menos importante – nossa alimentação também mudou. E
aí entra a importância da medicina culinária.
Cozinhar
– sozinho ou na companhia da família – se tornou uma válvula de escape para a saúde
mental e também uma forma de cuidar da saúde por meio da escolha e priorização
de refeições caseiras. Além, claro, de ser uma alternativa mais barata do
que apostar no delivery.
A
doutora Renata Aniceto, pediatra e especialista em Nutrologia, diz que por meio
da medicina culinária, que alia o conhecimento da ação dos alimentos à
medicina, podemos melhorar nossas escolhas alimentares e, com isso, reverter
doenças e também reduzir o uso de medicamentos e de internações.
“Diversos
estudos apontam que doenças crônicas, como obesidade, hipertensão, diabetes,
infarto e AVC (acidente vascular cerebral) são responsáveis pela maioria das
mortes, casos de invalidez e gastos com saúde no mundo e 80% delas podem ser
evitadas com alteração no estilo de vida, o que passa pela alimentação”, aponta
a médica ao destacar a importância da medicina culinária.
Ao
optar por preparar as próprias refeições, a família tem a chance de escolher os ingredientes,
priorizando o que é natural e saudável e, mais do que isso, controlar a
quantidade daqueles que podem fazer mal, como sal, açúcar e gordura.
E
não precisa ser chef para conseguir fazer uma receita gostosa, nem gastar muito
tempo. “É uma questão de escolha! Há 4 anos, priorizei o ato de cozinhar para
a família, ajeitei a agenda e tomei uma decisão que leva alimento
saudável, afeto, cultura e pertencimento, principalmente para os meus filhos”,
conclui a médica.

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