FONTE:
, https://www.msn.com/
Para
muitas famílias o momento de iniciar a Introdução Alimentar é recheado de
dúvidas, medos e angústias: Qual alimento oferecer? Como preparar? E se ele(a)
não comer? E se ele(a) engasgar? Será que eu vou conseguir? Ficar com essas
perguntas perambulando pela cabeça não ajuda em nada para o sucesso desse
período. A melhor coisa a se fazer é buscar informação de qualidade e
orientação de profissionais capacitados.
Aqui
descrevo alguns erros bem comuns que devem ser evitados, nesse período.
1
– Alimentos batidos no liquidificador. Nunca
ofereça os alimentos desta forma, isso impede que ele conheça as texturas dos
alimentos, além de dificultar o aprendizado da mastigação e inibir o trabalho
dos músculos da mandíbula, fundamentais para o desenvolvimento da fala. o ideal
é que você amasse no garfo, e para os alimentos mais macios e bem cozidos é
possível disponibilizá-los em pedaços para que o bebê possa pegá-los com as
mãos.
2
– Alimentos misturados. Quando
se mistura todos os alimentos fazendo uma papinha só, o bebê não vai aprender a
diferenciar os alimentos, suas cores e sabores. Ofereça os alimentos
separadinhos sempre, e deixe que o bebê, na baguncinha dele, misture tudo.
3
– Recuar na 1ª recusa do bebê. Pode
ser que o bebê recuse alguns alimentos nas primeiras experiências, são muitas
novidades para ele. Então não precisa forçá-lo a comer, mas ofereça novamente o
alimento recusado em outra ocasião.
4
– Substituição. Quando o bebê
recusa o alimento e na sequência ele recebe o peito ou uma mamadeira ele irá
aprender esse mecanismo, e será cada vez mais difícil introduzir alimentos
novos na rotina dele. Se ele está recusando o alimento, ele pode não estar com
fome ou já estar satisfeito, respeite.
5
– Adição de sal e/ou açúcar. O
sal só deve ser inserido na alimentação do bebê depois de 1 ano e o açúcar é
importante que se tente segurar o máximo possível, principalmente até os 2 anos
pelo menos. E depois, sempre com moderação.
6
– Postura inadequada. O bebê
só deve ser colocado sentado para comer se ele já consegue chegar a esta
posição sozinho. Nesse caso, a musculatura dele já está preparada para se
sustentar corretamente, com o alinhamento da coluna e a organização dos órgãos
internos, favorecendo a mastigação e deglutição dos alimentos. E sem dúvida
traz mais conforto e segurança para o momento das refeições.
No
meu curso Conexão Saúde – Introdução Alimentar, além
de orientação de como lidar com os momentos difíceis que podem aparecer nesse
período, respondo todas essas perguntas e mais tantas outras que angustiam as famílias
que estão nessa fase. Venha conferir.

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