FONTE: ***
, Salvador, https://www.trbn.com.br/
Segundo a agência, a
prática pode causar reação grave, inclusive óbito.
A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia,
tem preocupado autoridades sanitárias em todo o mundo. “É preciso que as
pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar
reações graves, inclusive óbitos", alertou a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado.
Ainda segundo a Agência, essa avaliação é feita a partir
de critérios técnico-científicos, de acordo com o paciente e o conhecimento da
doença: "todo medicamento apresenta riscos relacionados ao seu consumo,
que deve ser baseado na relação benefício-risco. Ou seja, os benefícios para o
paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto”.
Para se ter uma ideia da dimensão e da gravidade do
problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 50% de todos
os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada.
Além disso, metade de todos os pacientes não faz uso dos medicamentos
corretamente.
Notificação.
Para identificar novos riscos e atualizar o perfil de
segurança dos medicamentos, a Anvisa lembra que é imprescindível que
profissionais de saúde e cidadãos notifiquem as suspeitas de eventos adversos,
mesmo sem ter certeza da associação com o medicamento.
Os eventos devem ser notificados pelo VigiMed. “A
qualidade dos dados inseridos no sistema é fundamental para subsidiar a análise
pelas equipes especializadas. É importante identificar o produto e informar o
fabricante e o número do lote”, orienta a Anvisa.
*** Fonte: Agência Brasil.

Nenhum comentário:
Postar um comentário