FONTE: CORREIO DA BAHIA.
Os sintomas
são: insônia, irritabilidade, compulsão para se alimentar, dificuldade de
trabalhar em equipe e ouvir opiniões divergentes, entre outros.
Transtorno Levantamento feito pela Vita Check-Up Center,
empresa especializada no monitoramento da saúde de executivos, mostra que os
níveis de estresse patológico (graus três e quatro) atingem cerca de 44% desses
profissionais.
O estudo, realizado com 12 mil executivos, mostra que
48,1% deles apresentam grau dois de estresse, 8,1% apresentam grau um e apenas
0,4% tem grau zero - os graus de estresse e seus sintomas são uma convenção
médica.
A baixa incidência de profissionais com grau zero de
estresse não é incomum. “É muito raro encontrar pessoas que não apresentem nada
de estresse. Geralmente são pessoas que estão fora da sociedade e vivem
reclusas”, afirma Antonio Carlos Till, diretor do Vita.
Enquanto o grau 1 costuma ser apresentado por pessoas que
têm um dia a dia tranquilo, geralmente aposentados ou pessoas que não correm
muitos riscos, o grau 2, em que se encontram a maioria dos executivos
entrevistados, é o nível comum para quem tem uma vida profissional ativa.
“Geralmente, quem se enquadra nesse grau apresenta de dois a quatro sintomas de
estresse”, afirma Till.
Os sintomas são: insônia, irritabilidade, compulsão para
se alimentar, dificuldade de trabalhar em equipe e ouvir opiniões divergentes,
entre outros. No terceiro grau do transtorno, esses sintomas repercutem na
produtividade do profissional. No grau quatro, começam a aparecer sintomas de
depressão.
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