quinta-feira, 13 de agosto de 2015

AMAMENTAR EM PÚBLICO CONSTRANGE 32% DAS MULHERES, DIZ PESQUISA COM MÃES DE 10 PAÍSES...

FONTE: FABIANA FUTEMA, (maternar.blogfolha.uol.com.br).


Apesar da profusão de postagens de fotos em redes sociais de mães amamentando, ainda não são todas as mulheres que se sentem confortáveis em dar o peito para o filho em público. Pesquisa realizada com 13.300 mulheres de 10 países mostrou que 32% delas se sentem constrangidas com a amamentação em público.

O país com o maior percentual de mulheres envergonhadas com essa prática é a China: 45,9%. Em segundo lugar está a França (44,6%).

Para a maioria das mulheres de todo o mundo, amamentar em público é visto como algo perfeitamente natural (38,2%) ou inevitável (26,1%).

Somente na Turquia um número significante de entrevistadas (23,1%) enxerga a amamentação em público como algo errado, bem diferente das americanas (2,1%) e das brasileiras (1,7%).

Apesar de aprovarem a amamentação em público, 47,5% das brasileiras disseram que já foram criticadas ou sofreram preconceito por esse gesto. Em seguida, aparecem as canadenses, onde 41% também se sentiram criticadas por amamentar em público.

Cidades como São Paulo e Rio aprovaram leis que preveem a aplicação de multas para empresas que constrangerem mulheres que estiverem amamentando em público.

AMAMENTADO CRIANÇAS MAIS VELHAS.
A amamentação de crianças mais velhas não é vista com bons olhos por mulheres de todas as partes do mundo. O percentual médio de mulheres dos 10 países pesquisados que aprovaria uma mãe amamentando um filho de 2 anos caiu de 32% para 23% de 2014 para 2015.

Para 71% das entrevistadas, a criança é grande demais para continuar a ser amamentada.

As brasileiras, entretanto, são as que mais aprovam a amamentação de crianças mais velhas: 48%. As mães francesas e chinesas foram as que mais reprovaram amamentar por tanto tempo.

A pesquisa foi realizada pela Lansinoh Laboratórios, líder mundial em produtos para amamentação, com mães de do Brasil, Alemanha, Canadá, China, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Reino Unido e Turquia.


Foram entrevistadas mulheres de 18 a 45 anos que estavam grávidas ou tinham pelo menos um filho de até 2 anos de idade.

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