Alimento pode ser
consumido fresco, em conserva, seco, cristalizado ou em pó, podendo estar
presente na salada, em sucos e chás, ou em receitas.
O gosto picante e forte do gengibre guarda um segredo que vem sendo desvendado
pela ciência: a raiz contribui com o tratamento de distúrbios neurológicos
relacionados à idade, como o Alzheimer e o Parkinson.
Pesquisadores das Universidades de Gachon e de Kyung Hee, na Coreia do
Sul, fizeram um estudo de revisão e observaram que compostos do gengibre são
eficazes para melhorar os sintomas neurológicos e as condições patológicas dos
distúrbios neurológicos relacionados à idade, modulando as moléculas
sinalizadoras da morte celular.
— Algumas enzimas têm a capacidade de destruir neurônios, processo que
diminui a atividade de neurotransmissores responsáveis pelo aprendizado e
memória. Os componentes anti-inflamatórios do gengibre trabalham reduzindo a
quantidade destas enzimas e protegendo os neurônios — explica o nutricionista Diogo
Gonçalves.
O alimento pode ser consumido fresco, em conserva, seco, cristalizado ou
em pó, podendo estar presente na salada, em sucos e chás, ou em receitas de
pratos doces e salgados.
— O alimento é considerado seguro por não fazer mal para a maioria da
população. Mas pacientes hipertensos e diabéticos devem ficar alertas e seguir
as orientações médicas de consumo da raiz, já que ela auxilia na redução da
pressão e glicose. O uso em excesso pode causar queimação e refluxo estomacal,
irritação na boca e reações intestinais — orienta Paula Tuffy, nutricionista do
grupo Prontobaby.


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