Cólica, indisposição,
vazamentos... A menstruação tem impactos diferentes nas mulheres, mas uma
pesquisa realizada pela Bayer descobriu que 70% delas evitam ou já evitaram
atividades sociais durante o período menstrual.
O estudo entrevistou
mil mulheres em cinco países — Canadá, Estados Unidos, França, Rússia e Brasil
— e concluiu que o fluxo intenso preocupa 80% delas, enquanto duas a cada três
já viveram situações constrangedoras por conta do sangramento.
O problema, segundo o
ginecologista Agnaldo Lopes, é que a maior parte das mulheres não vê o fluxo
intenso como um assunto relevante a ser discutido no consultório médico.
"Alguns sinais que
indicam que a mulher sofre de sangramento uterino anormal são a duração da
menstruação por mais de oito dias, necessidade de troca de absorventes a cada
duas horas no máximo ou do uso de absorvente interno ao mesmo tempo que o comum
e preocupação constante com vazamentos", explica.
|
Você já deixou de ir
a um compromisso por estar menstruada?
|
|
Resultado
parcial
|
|
Total
de 35 votos
|
|
Sim
|
|
88,57%
|
|
Não
|
|
11,43%
|
|
Votar
Ver resultado parcial
|
|
Total
de 35 votos
|
|
Valide
seu voto
|
Segundo o estudo, as
mulheres levam até três anos para dizer ao médico que têm fluxo intenso — fator
que leva à demora no diagnóstico de uma eventual anormalidade.
O quadro é mais
alarmante no Brasil: 32% das brasileiras disse se sentir desconfortável em
relação ao excesso de sangramento, enquanto apenas 23% das mulheres de outros países
se sentem da mesma forma.
Com isso, mais da
metade das entrevistadas (54%) que afirmaram ter os sintomas de SUA nunca foram
diagnosticadas ou tratadas.


Nenhum comentário:
Postar um comentário