Jogadores são
investigados por enviar receitas publicitárias e de direitos de imagem a
paraísos fiscais no Panamá ou nas Ilhas Virgens.
A
terça-feira (23) iniciou agitada na Europa. Após a prisão do ex-presidente do
Barcelona, Sandro Rosell, foi a vez da polícia da França comparecer à sede do
PSG e nas casas de Di Maria e Pastore, por conta de uma investigação sobre
fraude fiscal.
De
acordo com o jornal espanhol “El Mundo”, a operação faz parte de uma
investigação aberta em dezembro de 2016, após o site “Football Leaks” vazar
documentos que mostram que vários jogadores sul-americanos enviaram receitas
publicitárias e de direitos de imagem a paraísos fiscais no Panamá ou nas Ilhas
Virgens.
Ainda
segundo a publicação, Di María enviou ao menos 5,1 milhões de euros (R$ 18,7
milhões) para uma conta na Suíça através de uma empresa no Panamá. Pastore é
suspeito de utilizar o mesmo esquema com 1,9 milhão de euros (R$ 6,9 milhões).
A
polícia francesa ainda suspeita que o PSG tenha sido cúmplice das fraudes
fiscais, embora o clube tenha informação que não tem qualquer conhecimento das
ações dos jogadores.

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