Após
a confissão dos múltiplos assassinatos, investigadores começaram a reabrir
casos que haviam sido encerrados nas últimas décadas.
Um tatuador preso duas
semanas atrás pela morte de Erik Stocker, de 77 anos, em abril, confessou, na
sexta-feira (17/5), diante de repórteres que o aguardavam do lado de fora de um
tribunal em Nova York (EUA), ter assassinado 32 pessoas desde quando tinha 12
anos.
Nicholas Brent Gibson
revelou ter matado Erik, usando uma espada samurai no apartamento de Miami
Beach (Flórida) que ele dividia com Erik. Ele argumentou que a vítima tinha
pedido para morrer. O preso deverá ser extraditado para responder pelo
homicídio na Flórida.
Após a confissão dos
múltiplos assassinatos, investigadores começaram a reabrir casos que haviam
sido encerrados nas últimas décadas e pesquisar relatos de desaparecimentos,
especialmente na Flórida. Agentes ainda não sabem se a confissão é verídica ou
produto da fantasia de Nicholas.
Ele identificou Essi
Puhakka, de 27 anos, como uma das vítimas, de acordo com a mídia local. A
finlandesa foi achada afogada em Biscayne Bay (Flórida, EUA) em fevereiro de
2015. A autópsia foi inconclusiva.
O tatuador disse,
ainda, ter matado um russo em Tampa Bay (Flórida) e, um outro homem, que ele
identificou como afro-americano em Compton (Califórnia) e um semteto em Key
West (Flórida).
A maior parte dos
alegados assassinatos foi cometida com faca. O primeiro deles, conforme alega
Nicholas, foi em 1999. Ele teria golpeado mortalmente com um tijolo um homem
desconhecido.

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